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Andréa Cristacemos
Problema de fácil solução: basta acabar com as isenções fiscais, as desonerações e os subsídios, bem como instituir impostos sobre grandes fortunas e sobre heranças. Além disso, extinguir is estados com menos de 5 milhões de habitantes e os municípios com menos de 50 mil habitantes.
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Antonio Emanuel Melo dos Santos
Irresponsabilidade fiscal mata por desperdício de recursos. Deveria ser punido com cadeia. É crime de colarinho branco. Engenheiro que projeta mal edifício mata. Populista que governa sem controle fiscal também. É preciso processar o governo por negligência assim como já se faz por inação contra a crise climática. Governar não é um pix sem limite e a sociedade deve se despertar.
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José Carlos O Costa
Pois é, das emendas nada se fala, das despesas fiscais(isenções, desonerações subsídios) tampouco. Em São Paulo governado Tarcísio paga o pedágio que as empresas alegam que deveriam receber, mas não recebem pois o povo está evitando esse tipo de gasto, dá isenção de impostos da ordem de 8 bilhoes, mas a Folha se cala, e mais, está firme na campanha para congelamento do salário mínimo, quando é uma das empresas que não paga a contribuição patronal(bolsa empresário ou mamata). Coerência urgente!
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Marcelo de Souza
Queria ler aqui um editorial sobre o péssimo governador de SP, mas como a Falha quer eleger o turista presidente, jamais lerei. A Falha está em plena campanha contra o Lula, é um panfleto bolsonarista
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Alcione Malheiros dos Santos
Desde que o mundo é mundo as crises econômicas se sucedem. Se houvesse crescimento constante hoje provavelmente o mundo estaria inviabilizado. A crises ajeitam as coisas. Tem aqueles "especialistas" que preveem crise todo o tempo. Assim, em algum momento vai acertar sua previsão. Folha segue este raciocínio. A Brasil estaria em crise desde o início do governo Lula, por ter enterrado a aberração do teto dos gastos. Apesar dos vaticínios o Brasil cresceu, tem o menor desemprego da história.
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Alcione Malheiros dos Santos
Desde que o mundo é mundo as crises econômicas se sucedem. Se houvesse crescimento constante hoje provavelmente o mundo estaria inviabilizado. A crises ajeitam as coisas. Tem aqueles "especialistas" que preveem crise todo o tempo. Assim, em algum momento vai acertar sua previsão. Folha segue este raciocínio. A Brasil estaria em crise desde o início do governo Lula, por ter enterrado a aberração do teto dos gastos. Apesar dos vaticínios o Brasil cresceu, tem o menor desemprego da história.
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Jove Bernardes
O texto parte de um pressuposto silencioso: o de que o Estado social é o núcleo do problema, e não a forma histórica brasileira de financiamento do Estado. Não se discute quem paga, quem se beneficia, nem como se distribui o custo do ajuste. Ao falar em refundação sem enfrentar a estrutura tributária, a regressividade e a captura orçamentária, o discurso soa técnico, mas é normativo. O alarme existe, mas o enquadramento seleciona culpados previsíveis e poupa interesses consolidados.
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vitor da Silva
Certo, Jove. Essa forma de financiar o Estado com juros altos inflando a dívida, se tornou um mecanismo de drenagem de recursos públicos para o sistema financeiro. Começou com o plano real, se apoiando em juros altos.
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Jove Bernardes
E mais. O editorial descreve o quadro fiscal como se resultasse apenas de decisões do Executivo, silenciando sobre o papel ativo do Congresso na corrosão orçamentária. Emendas impositivas e de relator, expansão de gastos sem contrapartida e resistência sistemática a cortes estruturais sabotam qualquer ajuste. O desequilíbrio é coproduzido. Ignorar isso falseia o pretenso diagnóstico.
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Jove Bernardes
A crítica recai quase exclusivamente sobre previdência, assistência, saúde e educação, como se o desequilíbrio fiscal fosse produto da proteção social. O que permanece ausente é o custo sistêmico das renúncias fiscais, dos subsídios setoriais, das desonerações mal avaliadas e das políticas de incentivo sem contrapartida. Dona Folha se expressa como se o problema fiscal nascesse do pobre organizado, e não do rico institucionalizado há décadas.
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GABRIEL SILVA
O país será pouco viável em termos de inovação e bem estar enquanto for uma ditadura oligárquica financista na economia. A Folha sabe disso, mas prefere continuar com seu recorte fraudulento da realidade
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vitor da Silva
É isso mesmo, Gabriel
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Marcos Benassi
Jesus da Goiabeira, se El Rabioso melhorou deveras na questão da educação básica (com trocadilho), ainda não avançou do racioSímio pra formas mais avançadas de pensamento econômico - ao contrário do próprio FMI, note-se. "O Apopalípice vem aí!", e se não chegou até agora, como vem sendo anunciado já há dois anos, é por erro Apopalípitico, não das pitonisas. "Sem contar com os juros", dando ênfase diminuta ao desperdício Legislabóstico, isenções Miles, navegamos rumo à ruína. Arrã, tá.
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Markus Nascimento
Seja lá o que andaram fazendo, é visível que não funcionou. Agora, além de estar a beira de uma quebra financeira, o país continua cheio de favelas, moradores de rua, milícias, trabalhadores com baixa produtividade e por aí vai. Quebrar o país com ele saindo desenvolvido ao final até poderia ser de alguma forma defensável. Mas para chegar aonde chegamos, só serviu para fazer populismo.
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João Leite Leite
Os culpados pelo forte endividamento do país são os economistas que em vez de condenar o governo e parlamentares pelo excesso de gastos indicam ao governo cortar reajustes no minguado salario mínimo e aumento de juros. O país já gasta R$441 bilhões" fonte IA" bilhões em auxílios. Dinheiro que o país não tem. Sem uma política de recuperação do salario dos trabalhadores o país caminha a passos largos a um caminho sem saída.
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ANIBAL CARRION
A d. Folha preocupada com o bem do povo de cima e fim dos direitos dos pobres. Podre d+. Nenhuma palavra sobre emendas secretas, custo judiciário, benesses aos empresários que defendem a fim de tudo né e principalmente a família VTNC.
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Marcos Benassi
Rio toda vez que leio, General, esse seu "família vtnc". É tétrico reflexo de nosso contexto horripilante, mas que é engraçado, é. Hahahahah!
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Marcelo Magalhães
Acho que as festas de fim de ano comemoradas por muita gente e na paz, provocaram reação da elite, que não suporta ver pobre feliz. Os EUA multiplicaram por treze a base monetária ninguém reclama de rigor fiscal. Na Europa acontece o mesmo, mas no Brasil não pode. Ou seja, essa turma que vive do erário como a Faria Lima, não admite que o governo devolva os impostos para quem realmente os pagam. Bolsa empresário, bolsa banqueiro, bolsa sonegadores não interessam para a Folha, ela quer os pobres.
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Marcos Benassi
Uai, mas não é perfeitamente razoável, meu caro? É gente feia deselegante, de linguajar incompatível com a norma escorreita; moram mal - por sua própria péssima escolha - e produzem crianças à beça, que mantém seus narizes ranhentos. Eu fico até espantado do jorná não defender a extinção do programa de vacinação infantil, a mode contribuir pra eliminação desta manada infesta e molesta. A folha deveria ler e publicar em fonte16o magnífico "a modest proposal", do Swift: façamos churrasco de pobre.
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antonio brito
Correto. Mais um prego no caixão " eu bem que avisei". Os erros só se identificam através do espelho retrovisor. O déficit público lulista é um caso raro onde os erros estão a olhos nu no presente. Os comentaristas do Cidônio enxergam mas não acreditam no que vêem. Acham que a imaginação move o mundo e não o trabalho.
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vitor da Silva
Quem manda são os donos do dindin. Quanto mais dívida e juros altos mais ganham. O BC e a folha dão cobertura. O déficit primário é pequeno comparado ao déficit total, que inclui os juros. O IPCA é baixo mas o BC usa previsões duvidosas pra impor juros altos, sacrificando o presente imediato do povo
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Eduardo Luiz De Faria
São regulares estes editoriais prevendo o desastre desde o começo deste governo.
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Marcos Benassi
É o Apopalípice! O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão. O CDB da vovó já levou um arrastão. A desgraça vêm correndo. Sem *nenhuma ajuda* do Centrão.
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Marcelo Magalhães
Prezado Paulo, então abaixem a taxa Selic. A inflação está em queda e não é por causa dos juros, que só servem para promover desigualdades.
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Paulo César de Oliveira
Dívida de oitenta por cento do PIB reajustada com juros reais de oito por cento ao ano eh uma bomba que cedo ou tarde vai explodir.
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Raymundo Itareru
jornaleco fraco, só tem esse assunto, a mesma cantilena todos os dias, blá blá blá blá... são os mesmos leitores todos os dias já sabemos que a farinha lama e os sócios do pcc estão insatisfeitos com essa história de pobres comerem três vezes ao dia e terem acesso a farmácia popular, cisternas, minha casa minha vida... não precisa repetir todo dia
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Marcelo Magalhães
Prezado Paulo, suponha que estejamos conversando sobre a dívida de um país, que é tida na sua própria moeda. Os EUA já multiplicaram por treze a base monetária e ninguém comenta . O Japão a mesma coisa. A Europa também, mas o Brasil não pode, tem que cortar saúde, educação, aposentadoria e BPC. Não dá para debater assim. O o Itareru não pode emitir moeda. Seja sensato.
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Paulo César de Oliveira
A mesma cantina porque o Lula não fez nada para resolver o problema. Suponha que você, Itareru, tenha uma dúvida de oitenta por cento de sua renda anual reajustada com juros reais de oito por cento ao ano. Suponha também que você nunca consegue economizar dinheiro e todo ano eh obrigado a pegar mais dinheiro emprestado(com juros, eh claro), para pagar os juros da sua dívida. Você acha essa situação sustentável ou uma bomba que cedo ou tarde vai explodir? .
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DEBIE DOS SANTOS BASTOS
Que tal acabar com a bolsa empresário, ou seja, isenções fiscais injustificadas, os salários acima do teto, as benesses e penduricalhos da elite do funcionalismo e, sobretudo, as emendas parlamentares que são apenas desvio de dinheiro público. A deputada da tiara mandou dinheiro p clube de tiro, outro deputado paulista mandou asfaltar as ruas do condomínio de luxo onde mora. Os caciques Rueda, Nogueira, Lira, Motta, Alcolumbre, Kasssb et caterva só estão na política pra se locupletarem.
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Ivo Mutzenberg
Ótimas sugestões. Existem alternativas à disposição dos responsáveis por agir. E boas. E muitas. O problema é a receita fácil de cortar na base. Desindexar despesas vinculadas ao salário mínimo é o mantra de sempre.
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vitor da Silva
A folha mente: não é a política de gastos de Lula que mantém a dívida alta. É a política de juros altos do BC. Basta ver que os gastos com juros (indexados à Selic) foram umas 20 vezes maiores que os déficits primários no ano passado e no anterior. Com a inflação controlada, baixar os juros seria a forma mais rápida e eficaz de aliviar a dívida. Mas o "mercado" não deixa. E o BC não ousa contrariá-lo - prefere piorar o fiscal, a dívida, sacrificar a população. A decisão é política. Não técnica.
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vitor da Silva
O crescimento da dívida pública, nos 2 últimos anos, foi quase todo por causa do BC, da Selic alta escolhida pelo BC. Os déficits primários foram irrelevantes frente às despesas com juros, Um grupo restrito de bancos e detentores de títulos embolsa a maior parte desses juros. O governo paga aos rentistas valor similar aos benefícios da Previdência Social de uns quarenta milhões de aposentados e trabalhadores. O BC estoura o orçamento, explode a dívida e mesmo com inflação baixa impóe Selic alta
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Vilarino Escobar da Costa
O quê drena o orçamento são as nebulosas emendas parlamentares , sem falar é claro nas renúncias e incentivos fiscais de quase meio trilhão de reais usufruidos pela elites , inclusive a FSP . Elites estas que consideram que os custos com políticas públicas sociais são desperdícios...
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vitor da Silva
A Selic do BC infla os gastos com os juros da dívida, que estão em cerca de um trilhão de reais por ano, quase a mesma coisa que os benefícios da Previdência pagos a milhões de aposentados e trabalhadores.
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roberto foz filho
Na verdade a FSP não pensa. Falar em orçamento sem cobrar o parlamento.
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