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  1. Marcelo Carneiro da Rocha

    O Rio de Janeiro precisa desesperadamente de mais linhas de metrô; o trânsito é insuportável e os demais transportes públicos são ineficientes.

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  2. Alex Sgobin

    Não há muita esperança nisso. Aqui um elemento prefere tratar melhor que o carro que a própria família, além do fato de mobilidade urbana, segurança dos pedestres, estética urbana e ambiente ("meio ambiente" é redundância!) não passarem de palavras decoradas para o palanque por muitos dos pangarés que elegemos, e imediatamente esquecidas após o pleito.

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  3. Paolo Valerio Caporuscio

    Para melhorar o fluxo que os paulistanos acomodados cobrem a cada troca do governo do estado continuação em investimentos em malhas ferroviarias e metrô, assim a cidade anda.

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  4. Danilo Lessa Bernardineli

    A cura pode começar por este próprio jornal, que muito recentemente cancelou a coluna do Ciclocosmo, um pequeno refúgio para quem vive um mundo sem dependência do carro. Aqui mesmo no próprio Brasil.

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  5. Luiz fonseca

    São Paulo é muito mal planejada, o que se reflete no caos da mobilidade. E não parece haver solução que não seja absolutamente radical, o que está longe dos planos de todos os atuais e prováveis futuros administradores, legisladores e da deseducada, nesse sentido, população.

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  6. flávio paes

    Me parece que ou por racionalidade ou economia, as pessoas preferem meio de transportes outros que não sejam o carro; agora, se estes meios são ruins, demorados, racionalmente as pessoas vão preferir o carro. Onde tem metrô chegando, a preferência é metrô. Para boa parte das pessoas não é um vício, é uma situação forçada pela precariedade das outras opções. Vide o uso da moto, perigosa e tudo mais e mesmo assim só cresce em vendas.

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  7. Wilson Junior

    Esta mania de elogiar Curitiba vai causar decepções, o ônibus aqui é melhor que em outras cidades, circula em canaletas exclusivas mas param em cada cruzamento, ficam entupidos nos horários de pico e não há mais meios de reduzir o tempo nos trajetos. Aqui os prefeitos são eleitos pelas concessionárias dos ônibus.

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  8. Celso Augusto Coccaro Filho

    Artigo fraco. O comentarista aqui pouco usa carro, mas porque conseguiu delimitar as suas atividades a uma região acessível a pé. Quem não tem este privilégio, conta com a péssima estrutura de transporte público, mormente nas áreas não servidas pelo metrô. Bicicleta neste tipo de cidade, com a sua topografia, clima inclemente e longas distâncias é algo utópico, e exclui idosos, crianças e moradores da periferia. Comparar carro a cigarro só mesmo para viciados. No mais, chega a ser ofensivo.

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  9. José Cardoso

    Quando o percurso casa trabalho ou casa escola pode ser feito com transporte coletivo viajando sentado, o carro é bem menos usado.

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  10. Vito Algirdas Sukys

    Os amantes do carro estão dentro de um paradigma imune à crítica. Usam estratégias para evitar refutação. Estão dentro de uma comunidade. Nem todos reagem de modo igual. A esperança é criar um paradigma rival ( usar o transporte público de qualidade, bicicleta e calçadas). Comparar, compreender e comunicar. Um pode aprender a linguagem do outro sem traduzir. Se formos jogados em cidades que não usam a dependência do carro, aprenderemos a nova linguagem. Beijar o transporte público de qualidade

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  11. Joaquim Rosa

    Ir à escola e ao trabalho. Aí esta o nó. Não são poucos os casos em que o sujeito mora numa cidade e trabalha noutra. Quem tem a solução? Nem olhem para mim.

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  12. Joaquim Rosa

    Ir à escola e ao trabalho. Aí esta o nó. Não são poucos os casos em que o sujeito mora numa cidade e trabalha noutra. Quem tem a solução?

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  13. josé mário ferraz

    Pelo menos para mim, é a primeira vez que se trata desse importante assunto. Evidente é que o ideal seria uma cultura do transporte coletivo de qualidade.

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