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  1. Caetano Mader Gisi

    Foi justo esse o assunto de final do ano em família. Um agronomo-agricultor, uma matemática, um físico, uma dançarina e eu lá, todos falando sobre nada, ou melhor, a natureza do zero. Eu fico particularmente cismado com isso da matematica taxar o nada de “par”. rs E shunya, acho interessante lembrar que, antes de ser número já era um conceito fundamental para o Buddhadharma na Indía e para esse intento dos budistas de conhecer a mente. Valeu pelo artigo, fico na expectativa pela sequencia! .

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  2. Manoel Marcilio Sanches

    No futebol o zero é essencial. Falar 1 x 0 é completamente diferente de 3 x 2 embora a diferença seja a mesma.

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  3. Nilton Silva

    Interessantíssimo. Valeu!

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  4. Vital Romaneli Penha

    Como dizia o filósofo Tim Maia,nada é nada e tudo é tudo.

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  5. José Cardoso

    O espaço vazio entre palavras não deixa de fazer o papel que o zero faz nos números. Só que além dele usamos outros símbolos de pausas maiores como a vírgula, o ponto e o parágrafo. Nos números se resolve com mais zeros. E quando o número de zeros é excessivo apela-se para a notação científica.

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  6. Ivan Bastos

    A fantástica história de Ramanujan poderia ser contada aqui. É muito interessante. Que venha nos próximos artigos deste ano.

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  7. jair Bittencourt de Oliveira Bittencourt de oliveira

    O cérebro humano não tem condições de compreender o contínuo. Por consequência, o zero. Vejam que , para "demonstrar" uma continuidade, usamos bolas, tal como: "Dado um épsilon, existe um delta tal que..... Acontece que, mesmo que infinitesimais, estes épsilons e deltas têm um tamanho e, dentro deles, não sabemos o que acontece. Só probabilidades, né?. Nas demais medições da física, estamos limitados pelos "quantum", a complicada mecânica quântica e aí temos outro limite : o da incerteza né?

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  8. jair Bittencourt de Oliveira Bittencourt de oliveira

    O cérebro humano não tem condições de compreender o contínuo. Por consequência, o zero. Vejam que,, para "demonstrar" uma continuidade, usamos bolas, tal como: "Dado um épsilon, existem um delta tal que..... Acontece que, mesmo que infinitesimais, estes épsilons e deltas têm um tamanho e, dentro deles, não sabemos o que acontece. Só probabilidades, né?. Nas demais medições da física, estamos limitados pelos "quantum", a complicada mecânica quântica e aí temos outro limite : o da incerteza né?

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  9. jair Bittencourt de Oliveira Bittencourt de oliveira

    já escrevi, várias vezes, que o cérebro humano, não tem condições de entender o contínuo, Da mesma maneira, o zero! vejam só para "demonstrar", ou "engolir" o contínuo, usamos bolas, como a seguir: dado um épsilon, existe um delta, tal que.... Acontece que mesmo que infinitesimais, estes épsilons e deltas, tem um tamanho e, dentro deles, não sabemos o que acontece, né? E mesmo na física, temos o limite dos "quantum" e somos obrigados a engolir a misteriosa mecânica quântica, né? kkkkk

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  10. Regina Fonseca

    Que história linda do zero. Adorei!

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  11. Vito Algirdas Sukys

    Não podemos esquecer de John Nash. Os árabes e os indianos competiram com teorias sobre a teoria dos números. Segundo Nash nem todo jogo é competitivo. No futebol, por exemplo, é cooperativo dentro de um time e competitivo com os outros times. A seleção da melhor teoria envolve aspectos da teoria da evolução.

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  12. Caroline Tosini Tejas

    Eu amei esse seu artigo, Marcelo! Adoro aprender esse tipo de curiosidade. Nunca me perguntei sobre o sentido do zero, conhecimento é realmente libertador! Obrigada!

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  13. Tiago Zontag

    Acho curioso que em alemão zero é "null" . Na maioria das linguagens de programação atuais o null é "nada" ou "vazio". Isso deve dificultar a comunicação dos programadores alemães. :)

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  14. Ivan Bastos

    1 zephirum para o artigo.

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    1. Joaquim Rosa

      Ivan, um zephirum à esquerda.

  15. Hermes Yaly

    O zero é tão importante que Georges Ifrah, em sua ótima obra "Os Números", numerou os dez capítulos de 1 até 0, o último dedicado ao surgimento e a importância desse algarismo. Ifrah graceja que, se os extraterrestres realmente tivessem nos visitado, o melhor presente que poderiam ter legado aos habitantes da Terra seria um sistema de numeração prático e conciso como o indo-arábico, dotado do zero. Isso nos teria permitido obter grandes avanços na Matemática, antecipando inúmeras invenções.

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  16. Maria Conceição Silva Bragança

    Muito interessante a matéria! Gostaria de ler algo sobre esse tema da parte da nossa querida neurocientista Suzano Herculano Houzel! Fica a dica! Abraço.

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  17. Vito Algirdas Sukys

    A origem do símbolo para o zero é desconhecida; não é impossível que originalmente era um ponto inserido para indicar um espaço em branco, ou para representar uma mão fechada, meras conjecturas. A primeira ocorrência aparece na Índia no século oito. Os numerais Devanagari. Estes foram modificados pelos árabes orientais: Gobar numerais. Depois modificados pelos árabes ocidentais ou Mouros.

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  18. Francisco Blazquez

    O zero não é o nada, porque o nada não tem existência, não tem efeito ou consequência na realidade. O zero tem uma consequência, um efeito, tanto à esquerda, se entre ele e um número houver uma vírgula, quanto à direita de um número. Se afeta a realidade, existe ..

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  19. Wilton Mozena Leandro

    Realmente Dr PHD Marcelo, caso tiver mais formações, ou títulos, do pouco que conversei nao pesquisei muito, mas me desculpe conforme, você me respondeu, lembrei era a divisão por 0, o numerozinho zicado enrolado como falamos as vezes aqui, putz uma treta, por na cabeça de vento deles, o número 0 e ponto da reta real, que separa os sinais + e -, quando se fala que no lado direito +, quando mais longe do zero maior é, mas quando se fala o zero dividor da reta real, inverte tudo pro outro lado.

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    1. Wilton Mozena Leandro

      Mas quando se fala ja no outro lado, em vez de mais longe do zero é maior nos +, nos - mais perto do zero é maior os números negativos, da uma sinuca de bico, pior que falar quando se divide por 0, nem num tem, não existe, excetuando-se 0/0, mas como me ensinou na educação básica isso, já na educação supeior, da outra coisa e fora ainda na divisão por numeros que o que resta, tem que colocar mais um zero no quociente, para divisão, aqui também se fala moiou.

  20. ivo cardozo

    No âmbito da Filosofia, o zero é o Nada, o Nao-,ser, o que nao existe. O mesmo vale para o Espaço-Tempo. O zero é o que nao-havia, antes do Big-bang. O Nada sartreano.

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