Mundo > Entenda por que Trump quer a Groenlândia; veja infográfico Voltar
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Tem o quarto motivo: show must go on.
Trump jogando WAR. Não desistirá enquanto não dominar o mundo todo.
É q a vaidade de Trump não cabe no globo terrestre. E ele quer entrar para a história como presidente q aumentou o território dos EUA.
E a Folha sendo porta voz do imperador amarelo. Que lástima Não é vdd?
E a Folha sendo porta voz do imperador amarelo. Que lástima
A Rússia "invadiu" a Ucrânia, entretanto os USA querem "anexar" a Groelândia. Qual o motivo da mÃdia expressar a mesma cretinice com palavras diferentes!? O Pau que bate em Chico, deveria também bater em Francisco. Né!!!!
A Folha podia trazer pra gente como o eleitor americano e principalmente o congresso americano se posicionam nessa crise. Já vi pesquisa mostrando a percepção do brasileiro diante desses fatos mas, e eles -os americanos-apoiam essa loucura?
A imprensa parece querer normalizar essa aberração que o maluco americano quer tornar realidade. São textos e reportagens como se isso fosse algo normal. Há textos que até tentam justificar essa invasão americana. Será que essa gente está sendo paga para propagar as ideias do maluco laranjado?
O Trumpnossáurio, ressurgiu do Jurássico para conturbar a civilização humana no século 21. Não é mais uma fantasia como no filme "parque dos dinossauros". É uma ameaça real e poderosa. Como conter? Eis a questão.
Ninguém quer entender o golpe de Trump tomar a Groenlândia. Por que a Folha insiste de ser porta voz do invasor? Se mude para os USA
Logo dirá que a Lua, o sol, a via láctea são de interesse dos EUA.
Já falou. No inÃcio do governo já enfatizou que vai criar uma força militar espacial.
Eu gostaria de saber como é que alguém que se diz mentalmente saudável vota numa criatura perniciosa como essa, ...o tal de Trump!
Ih, pronto, já chegaram os lambe-Trump...
Decisão parecida é votar no Lula Biden!
Gostaria muito de entender como alguém consegue dar razão ao Trump!
Talvez esteja sendo pagos para isso.
A Folha sim
O cara só quer continuar com a colonização, surrupiar as riquezas e ferrar ainda mais a vida dos pobres. Em troca, dá o aprofundamento da pobreza (HavaÃ, por exemplo). Negociar um preço justo pelas riquezas alheias, jamais. Outro detalhe (pequeno rsrs), é a gana por uma guerra para desovar o montão de armas que o seu paÃs fabrica e não tem comprador. Ele se acha o único inteligente.
Anexar um paÃs, terras, região, é Roubar um paÃs, terras, região. Por que não usar o termo roubo, roubar, ladrão é o sujeito q pretende ou faz este tipo de Roubo. Trump já rouba petróleo d navios, agora com o sucesso do sequestro do ditador Maduro, oficializa o Roubo de petróleo venezuelano. Pior, ele se vê no direito de vender o petróleo venezuelano. Anexar Groenlândia é roubar a ilha, principalmente as terras raras, minérios. Roubar d aliados!
Hoje é a Groenlândia, rica em recursos minerais, amanhã não seria o grande vizinho do norte, ser transformado no 51° estado como diz o atual ocupante da Casa Branca? A ambição sem limites é a sua sina.
Depois a Lua, ninguém poderá explorar à lua pois trata-se de propriedade americana.
A ambição sem limites é a sua sina e, oxalá, sua ruÃna.
Especialistas dizem q é possÃvel a compra do território com anuência dos locais, a exemplo da compra do Alasca !
É o caso das Malvinas, todo mundo lá quer ser inglês, mas querer é poder?
No caso a anuência viria através das consequências comerciais e ameaças? Isso se chama coação!!
Tenho esperanças d ver Putin anexar o Alasca, justificando q a venda foi em preço Não Justo. Previsão de tantas bombas, inclusive nucleares no Polo Norte, haverá mais aquecimento Global. Os oceanos vão subir de nÃvel. Vai ser uma maravilha pra civilização humana. Tenho pena dos animais e plantas inocentes.
A questão nao é se seria vantajoso para os EUA mas sim que é uma afronta ao direito internacional. Ou agora isso não existe mais? Voltamos a idade média?
1. O argumento estratégico comum afirma que a centralidade da Groenlândia “resulta da convergência de geografia, clima, recursos, tecnologia militar e rearranjos de poder global”. Essa formulação, porém, é enganosa, pois transforma escolhas polÃticas em uma inevitabilidade quase natural. Ela oferece um conforto cognitivo ao sugerir que forças impessoais, e não decisões humanas, é que determinam os eventos.
Portanto, é mais interessante questionar os caminhos de ação de Trump. Reconhecer a eventual coerência de suas motivações não significa validar suas atitudes.
O que eu achei interessante é que você publicou os comentários em ordem inversa, para que eles ficassem numerados de um a dez. Vamos lá. Os EUA sustentavam a ordem internacional. A Rússia desrespeitou a soberania da Ucrânia com o argumento de defesa do seu território, o mesmo que está sendo levantado agora por Trump. As motivações podem ser coerentes, mas os caminhos, questionáveis. Biden, por exemplo, poderia fortalecer laços com a Dinamarca, ao invés de desrespeitá-la, como Trump faz.
2. Uma leitura mais precisa revela que a chamada “centralidade” é, na verdade, uma construção retórica. Fatores materiais reais, como a localização e os recursos, existem, mas eles só se tornam “centrais” quando são seletivamente mobilizados dentro de um projeto de poder especÃfico. A Groenlândia é tornada central no discurso de certos atores para justificar uma agenda expansionista.
3. O raciocÃnio de que um território é estratégico “porque está entre” pontos importantes é uma falácia tautológica. Qualquer ponto do globo pode ser considerado estratégico dependendo de quais interesses são escolhidos como referência. Aceitar essa lógica torna qualquer território apropriável, bastando que uma potência suficiente redefina os eixos do mundo conforme sua conveniência.
4. Este tipo de pensamento é uma atualização técnica de uma ideia antiga: o destino manifesto. Ontem justificava a expansão para o Oeste; hoje se veste de termos como segurança logÃstica ou contenção de rivais. A estrutura, porém, é a mesma: declara-se um espaço como vital para interesses nacionais e trata-se a soberania local como um detalhe secundário.
5. A mÃdia muitas vezes reproduz essa narrativa de “centralidade objetiva” porque ela se encaixa em formatos simplificados: mapas com setas, linguagem técnica e a autoridade de “especialistas em segurança”. É mais fácil vender a manchete “Por que a Groenlândia se tornou estratégica” do que “Como interesses especÃficos estão tentando tornar a Groenlândia estratégica”.
6. A aceitação pública dessa narrativa também se deve a um viés psicológico: o que parece fÃsico e técnico soa mais verdadeiro e neutro do que argumentos morais ou polÃticos. Há um fetiche da materialidade que obscurece o salto lógico entre a existência de fatores e a conclusão de que uma anexação é necessária ou justificável.
7. O efeito sistêmico dessa retórica é profundo. Ela enfraquece as normas internacionais, especialmente para paÃses menores, que passam a perceber que sua soberania é condicional perante o poderio alheio. A primeira-ministra dinamarquesa já alertou que tais ameaças poderiam destruir a aliança da OTAN, da qual tanto a Dinamarca quanto os EUA são membros fundadores.
8. Portanto, o cerne da questão não está na Groenlândia em si, mas no que sua discussão revela. O objeto central não é a ilha, mas a possibilidade de reabrir um caminho onde a força bruta e a capacidade de agir impunemente sejam novamente tratadas como fontes de direito. É um curto-circuito na ordem internacional baseada em regras.
9. A complexidade jurÃdica do território groenlandês é, paradoxalmente, o que o torna vulnerável a esse tipo de discurso. Por não ser um Estado soberano pleno, mas ter sua soberania compartilhada, permite leituras oportunistas que insinuam que se trata de um território de soberania “incompleta” ou “disponÃvel”. Isso é juridicamente falso, mas retoricamente eficaz.
10. O que está em jogo, portanto, é a defesa de um princÃpio básico: a soberania não é uma questão de conveniência geográfica ou poder militar, mas um pilar do direito internacional. A reação negativa de aliados e até de polÃticos americanos mostra que essa premissa ainda tem força, embora sob constante pressão.
Ao final do texto Igor G. Fala "em atraque Russo", alguém me explica se ele erro a grafia, pois o texto todo falando em ataque dos EUA
Explicar não vai adiantar. Leia mais uma mais umas três vezes. Talvez voce acabe por entender.
O mundo está sob o pés do pi ra tá Ki ng Ki d vi ga ris tá
Americano, so é bom, no Valle dos Faraós!
As alegações deste governo radicalizado sobre a importância geoestratégica da ilha já estão superadas há muito. Um dia houve um inimigo, a Alemanha, que estava ali do outro lado, na Europa. Hoje a ilha está entre partes pacÃficas da OTAN e a Russia não é ameaça. A próxima pedra do dominó a cair (ser reivindicada) será Fernando de Noronha, onde já funcionou uma base dos EUA na Segunda Guerra. Aguardem.
Daniel, dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar.
O esforço para conviver com a censura nos confunde. Acabei repetindo aqui a resposta ao Daniel sobre meu comentário.
O pedófilo cleptomanÃaco laranja é insaciável. Alguém precisa pará-lo, não com ketchup na orelha.
Agora entendi por que Trump quer a Groelândia. A imprensa justificou bem, sem qualquer indignação, como se fosse algo razoável e, diria mais, justo para os EUA, e não apenas delÃrio e extorsão de um megalomanÃaco. Citam até a hipótese de um ataque russo. Parabéns, imprensa, por normalizar pirataria no caribe, sequestro de dirigentes, e agora expansionismo.
Alex, entender a motivação dos lÃderes mundiais é crucial. Não há problema em se indignar com o que consideramos errado e inaceitável, mas excesso de indignação obstrui nossa capacidade de entendimento da realidade. Além do mais, essa é a estratégia de Trump. Se fosse Biden, seguiria por outros caminhos, como fortalecer os laços com a Dinamarca, para aumentar a presença na ilha, sem desrespeitar sua soberania. Em suma, os motivos fazem sentido, mas os caminhos são questionáveis.
Que clareza, Alex. Somos vÃtimas das artimanhas dame escrita dqueles que deveriam ser imparciais na informação.
Igor Gielow recebe material prontinho da Matriz para publicar. Ele deve ter dois contatos no Zap denominados: Companhia e Moçada.
Um louco retar..dado no controle da maior potência do mundo. Fala e faz o que quer. Toma pra ele o que bem entende. E o problema é que ninguém pode fazer nada ao meu ver. Triste
O que chamam de compra pode ser + simples do que parece caso ocorra o entendimento desejável por Trump com a Dinamarca. A Groelândia foi anexada no pós guerra com o EUA em ascensão. Em 1979 houve o primeiro avanço em autonomia (governo próprio) e o segundo ocorreu em 2009 (controle sobre suas riquezas minerais e assuntos internos). Hoje, a Dinamarca oferece auxÃlio financeiro, defesa e controla a polÃtica externa. Os EUA podem fazer isso. O problema seria o direito ao referendo de independência.
O imperador que sempre quis comprar foram todos os presidentes dos EUA
Que coisa ridicula. Os maiores portos e aeroportos são dos EUA. Não precisa comprar nada.
Quem não conhece não deve opinar. A Groelândia tem os dois maiores portos do mundo que pertencem aos EUA. Isso a cinquenta anos. Quem paga o gás para aquecimento sempre foi os EUA. Trump não quer que use o que é deles para a China e Rússia usar.
O maior porto da Groenlandia é o porto de Nuuk e, de forma alguma, pertence aos EUA. Acho que você deveria escolher melhor as suas fontes de informação e parar de ficar divulgando fakenews. Ou pesquisar um pouco mais.
Igor Gielow não tem que escrever nesta Folha. Este apoiador do indefensável e de certa forma responsável pelo assassinato de mais de 20 mil crianças tem de estar no banco de réus de um tribunal que logo há de ser erguido.
Por stanilinistas feito você?
O último dos livros do n ovo test mento descreve numa passagem misteriosa a ação do dia bo através de seres que tentarão do mi nar todas nações do mundo.
Daniel, dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar. Em tempo: o nome dado aos seres e o nome do livro os censores não me deixam publicar.
Daniel, meu comentário é para os evangélicos, que podem ter uma interpretação mais próxima a eles do papel dos que o livro Apocalipse chama de Bestas anti Cristo. Dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar.
Largue a bÃblia, vá ler um livro.
Seriam ações demo nìa cas de seres denominados b esta s anti Cris to.
Para muitos religiosos o primeiro ser foi derrotado em mil novecentos e quarenta e cinco. O segundo viria em seguida.
Tudo por dinheiro. O homem é o meteoro do homem.
O Mundo degelando, e os paÃses preocupados com Terras raras. A já é rara...
Continua o problema semântico para compreensão da nova linguagem do perÃodo Trump. Persiste captura para designar um sequestro. Persiste ditador sempre para Maduro e candidato ao Nobel da paz para o sujeito que, só nesse mandato, já bombardeou 7 paÃses. Agora, a tentativa de roubar outro território é chamada de investida e o produto do roubo é nomeado como objetos de interesses. A mÃdia corporativa adotou uma linguagem nova no perÃodo do pacifista Trump, cuja milÃcia fuzilou uma mãe de famÃlia.
Que clareza, Marcelo. Somos vÃtimas das artimanhas da escrita dqueles que deveriam ser imparciais na informação, mas escolhem oferecer aos leitores distorção e mentira.
Perfeito, Marcelo!
Acho q a china e a Rússia vão entrar nessa parada aÃ.
Como se vê o imperador da extrema direita ameriaca age apenas por questão econômica. Não está nem aà para a democracia e nem no combate ao tráfico de drogas. O mundo todo está em perigo.
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