Mundo > Entenda por que Trump quer a Groenlândia; veja infográfico Voltar

Comente este texto

Leia Mais

  1. Rafael Gallina Delatorre

    Tem o quarto motivo: show must go on.

    Responda
  2. Ricardo Schrappe

    Trump jogando WAR. Não desistirá enquanto não dominar o mundo todo.

    Responda
  3. Antonio Melo

    É q a vaidade de Trump não cabe no globo terrestre. E ele quer entrar para a história como presidente q aumentou o território dos EUA.

    Responda
  4. Waldir Roque Maffei

    E a Folha sendo porta voz do imperador amarelo. Que lástima Não é vdd?

    Responda
  5. Waldir Roque Maffei

    E a Folha sendo porta voz do imperador amarelo. Que lástima

    Responda
  6. Mauro Machado Gonzaga

    A Rússia "invadiu" a Ucrânia, entretanto os USA querem "anexar" a Groelândia. Qual o motivo da mídia expressar a mesma cretinice com palavras diferentes!? O Pau que bate em Chico, deveria também bater em Francisco. Né!!!!

    Responda
  7. Carlos Santos

    A Folha podia trazer pra gente como o eleitor americano e principalmente o congresso americano se posicionam nessa crise. Já vi pesquisa mostrando a percepção do brasileiro diante desses fatos mas, e eles -os americanos-apoiam essa loucura?

    Responda
  8. José Sampaio

    A imprensa parece querer normalizar essa aberração que o maluco americano quer tornar realidade. São textos e reportagens como se isso fosse algo normal. Há textos que até tentam justificar essa invasão americana. Será que essa gente está sendo paga para propagar as ideias do maluco laranjado?

    Responda
  9. Bento Brito Teixeira

    O Trumpnossáurio, ressurgiu do Jurássico para conturbar a civilização humana no século 21. Não é mais uma fantasia como no filme "parque dos dinossauros". É uma ameaça real e poderosa. Como conter? Eis a questão.

    Responda
  10. Waldir Roque Maffei

    Ninguém quer entender o golpe de Trump tomar a Groenlândia. Por que a Folha insiste de ser porta voz do invasor? Se mude para os USA

    Responda
  11. Genésio Marcelino

    Logo dirá que a Lua, o sol, a via láctea são de interesse dos EUA.

    Responda
    1. Samy Duarte

      Já falou. No início do governo já enfatizou que vai criar uma força militar espacial.

  12. Paulo Roberto de Oliveira

    Eu gostaria de saber como é que alguém que se diz mentalmente saudável vota numa criatura perniciosa como essa, ...o tal de Trump!

    Responda
    1. Rodrigo Gerstner

      Ih, pronto, já chegaram os lambe-Trump...

    2. jose batista

      Decisão parecida é votar no Lula Biden!

  13. Carolina Godoy

    Gostaria muito de entender como alguém consegue dar razão ao Trump!

    Responda
    1. José Sampaio

      Talvez esteja sendo pagos para isso.

    2. Waldir Roque Maffei

      A Folha sim

  14. Márcia Shimae Tokashima Nishiye

    O cara só quer continuar com a colonização, surrupiar as riquezas e ferrar ainda mais a vida dos pobres. Em troca, dá o aprofundamento da pobreza (Havaí, por exemplo). Negociar um preço justo pelas riquezas alheias, jamais. Outro detalhe (pequeno rsrs), é a gana por uma guerra para desovar o montão de armas que o seu país fabrica e não tem comprador. Ele se acha o único inteligente.

    Responda
  15. Raymundo de Lima Lima

    Anexar um país, terras, região, é Roubar um país, terras, região. Por que não usar o termo roubo, roubar, ladrão é o sujeito q pretende ou faz este tipo de Roubo. Trump já rouba petróleo d navios, agora com o sucesso do sequestro do ditador Maduro, oficializa o Roubo de petróleo venezuelano. Pior, ele se vê no direito de vender o petróleo venezuelano. Anexar Groenlândia é roubar a ilha, principalmente as terras raras, minérios. Roubar d aliados!

    Responda
  16. Paulo Silva Barbosa

    Hoje é a Groenlândia, rica em recursos minerais, amanhã não seria o grande vizinho do norte, ser transformado no 51° estado como diz o atual ocupante da Casa Branca? A ambição sem limites é a sua sina.

    Responda
    1. Carlos Santos

      Depois a Lua, ninguém poderá explorar à lua pois trata-se de propriedade americana.

    2. Bento Brito Teixeira

      A ambição sem limites é a sua sina e, oxalá, sua ruína.

  17. jose batista

    Especialistas dizem q é possível a compra do território com anuência dos locais, a exemplo da compra do Alasca !

    Responda
    1. Carlos Santos

      É o caso das Malvinas, todo mundo lá quer ser inglês, mas querer é poder?

    2. Carolina Godoy

      No caso a anuência viria através das consequências comerciais e ameaças? Isso se chama coação!!

    3. Raymundo de Lima Lima

      Tenho esperanças d ver Putin anexar o Alasca, justificando q a venda foi em preço Não Justo. Previsão de tantas bombas, inclusive nucleares no Polo Norte, haverá mais aquecimento Global. Os oceanos vão subir de nível. Vai ser uma maravilha pra civilização humana. Tenho pena dos animais e plantas inocentes.

  18. Flavio Leal Rodrigues

    A questão nao é se seria vantajoso para os EUA mas sim que é uma afronta ao direito internacional. Ou agora isso não existe mais? Voltamos a idade média?

    Responda
  19. Marcos Leão

    1. O argumento estratégico comum afirma que a centralidade da Groenlândia “resulta da convergência de geografia, clima, recursos, tecnologia militar e rearranjos de poder global”. Essa formulação, porém, é enganosa, pois transforma escolhas políticas em uma inevitabilidade quase natural. Ela oferece um conforto cognitivo ao sugerir que forças impessoais, e não decisões humanas, é que determinam os eventos.

    Responda
    1. Felipe Vasconcelos

      Portanto, é mais interessante questionar os caminhos de ação de Trump. Reconhecer a eventual coerência de suas motivações não significa validar suas atitudes.

    2. Felipe Vasconcelos

      O que eu achei interessante é que você publicou os comentários em ordem inversa, para que eles ficassem numerados de um a dez. Vamos lá. Os EUA sustentavam a ordem internacional. A Rússia desrespeitou a soberania da Ucrânia com o argumento de defesa do seu território, o mesmo que está sendo levantado agora por Trump. As motivações podem ser coerentes, mas os caminhos, questionáveis. Biden, por exemplo, poderia fortalecer laços com a Dinamarca, ao invés de desrespeitá-la, como Trump faz.

  20. Marcos Leão

    2. Uma leitura mais precisa revela que a chamada “centralidade” é, na verdade, uma construção retórica. Fatores materiais reais, como a localização e os recursos, existem, mas eles só se tornam “centrais” quando são seletivamente mobilizados dentro de um projeto de poder específico. A Groenlândia é tornada central no discurso de certos atores para justificar uma agenda expansionista.

    Responda
  21. Marcos Leão

    3. O raciocínio de que um território é estratégico “porque está entre” pontos importantes é uma falácia tautológica. Qualquer ponto do globo pode ser considerado estratégico dependendo de quais interesses são escolhidos como referência. Aceitar essa lógica torna qualquer território apropriável, bastando que uma potência suficiente redefina os eixos do mundo conforme sua conveniência.

    Responda
  22. Marcos Leão

    4. Este tipo de pensamento é uma atualização técnica de uma ideia antiga: o destino manifesto. Ontem justificava a expansão para o Oeste; hoje se veste de termos como segurança logística ou contenção de rivais. A estrutura, porém, é a mesma: declara-se um espaço como vital para interesses nacionais e trata-se a soberania local como um detalhe secundário.

    Responda
  23. Marcos Leão

    5. A mídia muitas vezes reproduz essa narrativa de “centralidade objetiva” porque ela se encaixa em formatos simplificados: mapas com setas, linguagem técnica e a autoridade de “especialistas em segurança”. É mais fácil vender a manchete “Por que a Groenlândia se tornou estratégica” do que “Como interesses específicos estão tentando tornar a Groenlândia estratégica”.

    Responda
  24. Marcos Leão

    6. A aceitação pública dessa narrativa também se deve a um viés psicológico: o que parece físico e técnico soa mais verdadeiro e neutro do que argumentos morais ou políticos. Há um fetiche da materialidade que obscurece o salto lógico entre a existência de fatores e a conclusão de que uma anexação é necessária ou justificável.

    Responda
  25. Marcos Leão

    7. O efeito sistêmico dessa retórica é profundo. Ela enfraquece as normas internacionais, especialmente para países menores, que passam a perceber que sua soberania é condicional perante o poderio alheio. A primeira-ministra dinamarquesa já alertou que tais ameaças poderiam destruir a aliança da OTAN, da qual tanto a Dinamarca quanto os EUA são membros fundadores.

    Responda
  26. Marcos Leão

    8. Portanto, o cerne da questão não está na Groenlândia em si, mas no que sua discussão revela. O objeto central não é a ilha, mas a possibilidade de reabrir um caminho onde a força bruta e a capacidade de agir impunemente sejam novamente tratadas como fontes de direito. É um curto-circuito na ordem internacional baseada em regras.

    Responda
  27. Marcos Leão

    9. A complexidade jurídica do território groenlandês é, paradoxalmente, o que o torna vulnerável a esse tipo de discurso. Por não ser um Estado soberano pleno, mas ter sua soberania compartilhada, permite leituras oportunistas que insinuam que se trata de um território de soberania “incompleta” ou “disponível”. Isso é juridicamente falso, mas retoricamente eficaz.

    Responda
  28. Marcos Leão

    10. O que está em jogo, portanto, é a defesa de um princípio básico: a soberania não é uma questão de conveniência geográfica ou poder militar, mas um pilar do direito internacional. A reação negativa de aliados e até de políticos americanos mostra que essa premissa ainda tem força, embora sob constante pressão.

    Responda
  29. Luiz Carlos D Oliveira

    Ao final do texto Igor G. Fala "em atraque Russo", alguém me explica se ele erro a grafia, pois o texto todo falando em ataque dos EUA

    Responda
    1. Joaquim Rosa

      Explicar não vai adiantar. Leia mais uma mais umas três vezes. Talvez voce acabe por entender.

  30. José Francisco Pereira Filho

    O mundo está sob o pés do pi ra tá Ki ng Ki d vi ga ris tá

    Responda
  31. JOABE LACERDA

    Americano, so é bom, no Valle dos Faraós!

    Responda
  32. Marcos Leão

    As alegações deste governo radicalizado sobre a importância geoestratégica da ilha já estão superadas há muito. Um dia houve um inimigo, a Alemanha, que estava ali do outro lado, na Europa. Hoje a ilha está entre partes pacíficas da OTAN e a Russia não é ameaça. A próxima pedra do dominó a cair (ser reivindicada) será Fernando de Noronha, onde já funcionou uma base dos EUA na Segunda Guerra. Aguardem.

    Responda
  33. José Bueno

    Daniel, dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar.

    Responda
    1. José Bueno

      O esforço para conviver com a censura nos confunde. Acabei repetindo aqui a resposta ao Daniel sobre meu comentário.

  34. José Roberto Pereira

    O pedófilo cleptomaníaco laranja é insaciável. Alguém precisa pará-lo, não com ketchup na orelha.

    Responda
  35. Alex Araujo

    Agora entendi por que Trump quer a Groelândia. A imprensa justificou bem, sem qualquer indignação, como se fosse algo razoável e, diria mais, justo para os EUA, e não apenas delírio e extorsão de um megalomaníaco. Citam até a hipótese de um ataque russo. Parabéns, imprensa, por normalizar pirataria no caribe, sequestro de dirigentes, e agora expansionismo.

    Responda
    1. Felipe Vasconcelos

      Alex, entender a motivação dos líderes mundiais é crucial. Não há problema em se indignar com o que consideramos errado e inaceitável, mas excesso de indignação obstrui nossa capacidade de entendimento da realidade. Além do mais, essa é a estratégia de Trump. Se fosse Biden, seguiria por outros caminhos, como fortalecer os laços com a Dinamarca, para aumentar a presença na ilha, sem desrespeitar sua soberania. Em suma, os motivos fazem sentido, mas os caminhos são questionáveis.

    2. José Bueno

      Que clareza, Alex. Somos vítimas das artimanhas dame escrita dqueles que deveriam ser imparciais na informação.

    3. José Roberto Pereira

      Igor Gielow recebe material prontinho da Matriz para publicar. Ele deve ter dois contatos no Zap denominados: Companhia e Moçada.

  36. sidnei esbizera

    Um louco retar..dado no controle da maior potência do mundo. Fala e faz o que quer. Toma pra ele o que bem entende. E o problema é que ninguém pode fazer nada ao meu ver. Triste

    Responda
  37. Alexandre Byron da Silva

    O que chamam de compra pode ser + simples do que parece caso ocorra o entendimento desejável por Trump com a Dinamarca. A Groelândia foi anexada no pós guerra com o EUA em ascensão. Em 1979 houve o primeiro avanço em autonomia (governo próprio) e o segundo ocorreu em 2009 (controle sobre suas riquezas minerais e assuntos internos). Hoje, a Dinamarca oferece auxílio financeiro, defesa e controla a política externa. Os EUA podem fazer isso. O problema seria o direito ao referendo de independência.

    Responda
  38. Zelis Pereira Furlan

    O imperador que sempre quis comprar foram todos os presidentes dos EUA

    Responda
  39. Zelis Pereira Furlan

    Que coisa ridicula. Os maiores portos e aeroportos são dos EUA. Não precisa comprar nada.

    Responda
  40. Zelis Pereira Furlan

    Quem não conhece não deve opinar. A Groelândia tem os dois maiores portos do mundo que pertencem aos EUA. Isso a cinquenta anos. Quem paga o gás para aquecimento sempre foi os EUA. Trump não quer que use o que é deles para a China e Rússia usar.

    Responda
    1. SERGIO AZEVEDO

      O maior porto da Groenlandia é o porto de Nuuk e, de forma alguma, pertence aos EUA. Acho que você deveria escolher melhor as suas fontes de informação e parar de ficar divulgando fakenews. Ou pesquisar um pouco mais.

  41. Anna Amélia Meule

    Igor Gielow não tem que escrever nesta Folha. Este apoiador do indefensável e de certa forma responsável pelo assassinato de mais de 20 mil crianças tem de estar no banco de réus de um tribunal que logo há de ser erguido.

    Responda
    1. Marcelo Brun Brum

      Por stanilinistas feito você?

  42. José Bueno

    O último dos livros do n ovo test mento descreve numa passagem misteriosa a ação do dia bo através de seres que tentarão do mi nar todas nações do mundo.

    Responda
    1. José Bueno

      Daniel, dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar. Em tempo: o nome dado aos seres e o nome do livro os censores não me deixam publicar.

    2. José Bueno

      Daniel, meu comentário é para os evangélicos, que podem ter uma interpretação mais próxima a eles do papel dos que o livro Apocalipse chama de Bestas anti Cristo. Dialogo com todas as pessoas que se dispõem a dialogar.

    3. Daniel Losbatti

      Largue a bíblia, vá ler um livro.

    4. José Bueno

      Seriam ações demo nìa cas de seres denominados b esta s anti Cris to.

    5. José Bueno

      Para muitos religiosos o primeiro ser foi derrotado em mil novecentos e quarenta e cinco. O segundo viria em seguida.

  43. Octavio Rossi de Morais

    Tudo por dinheiro. O homem é o meteoro do homem.

    Responda
  44. Walter Palma Filho

    O Mundo degelando, e os países preocupados com Terras raras. A  já é rara...

    Responda
  45. Marcelo Magalhães

    Continua o problema semântico para compreensão da nova linguagem do período Trump. Persiste captura para designar um sequestro. Persiste ditador sempre para Maduro e candidato ao Nobel da paz para o sujeito que, só nesse mandato, já bombardeou 7 países. Agora, a tentativa de roubar outro território é chamada de investida e o produto do roubo é nomeado como objetos de interesses. A mídia corporativa adotou uma linguagem nova no período do pacifista Trump, cuja milícia fuzilou uma mãe de família.

    Responda
    1. José Bueno

      Que clareza, Marcelo. Somos vítimas das artimanhas da escrita dqueles que deveriam ser imparciais na informação, mas escolhem oferecer aos leitores distorção e mentira.

    2. Paulo Santos

      Perfeito, Marcelo!

  46. Deborah Teixeira

    Acho q a china e a Rússia vão entrar nessa parada aí.

    Responda
  47. Antônio Carlos de Paula

    Como se vê o imperador da extrema direita ameriaca age apenas por questão econômica. Não está nem aí para a democracia e nem no combate ao tráfico de drogas. O mundo todo está em perigo.

    Responda

De que você precisa?

Copyright Agora. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Agora.