Hélio Schwartsman > Dias na trincheira Voltar
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A falta de obras culturais falando sobre a Gripe Espanhola e a COVID-19 provavelmente tem a ver com a falta de apontar um vilão bem definido e fazê-lo sofrer as suas consequências nas narrativas. Só alguém que compartilha os genes da famÃlia bozo para sentir prazer em ver um vÃrus "sofrer".
A covid passou, vários morreram, outros ficaram com sequelas, sem pai ou mãe. Mas, infelizmente, o Bozo não passou, continua trazendo o pior pro brasileiro todo dia. "Se nada muda, e você muda, tudo muda" . Devemos mudar o foco e deixar pra tras uma criatura tão...desnecessária ao Brasil!
A pandemia prejudicou em geral os presidentes do perÃodo, seja qual fosse sua polÃtica a respeito. Trump, Bolsonaro, mas também o Fernandez na Argentina. A exceção foi o AMLO no México, que apesar de negacionista moderado, saiu muito popular, elegendo a sucessora.
A pandemia da gripe espanhola foi mais letal porque não fora identificado o agente causador durante o evento e portanto não houve vacinação, na Covid a ciência já era mais ágil, fez vacina e aà está toda a diferença! OrasilCaiuá!
Seria interessante fazer um novo julgamento do bolsommherda, agora, enfocando a sua atuação (ou não-atuação) durante a pandemia de Covid-19. Mais quarenta de anos de xilindró?
Esquecer jamais o que foi a.pandemia e o.qie foii bolsonaro 700mil nas nossas vidas
Eita, caro Hélio, esse livro deve ser interessantÃssimo, é dos poucos novos que me darei ao trabalho de ler. Vi que há um texto na edição de hoje sobre Burnout, fiquei curioso: à época, saÃa eu de um processo de moagem desses; a pandemia, nem me afetou tanto, já estava alquebrado. Mas o Bozo... Observar aquela selvageria estúpida, a grossura, a inclemência, a incompetência natural e a proposital, acabou comigo. Aliás, resisti, mas foram anos horrÃveis. Não me esquecerei jamais. Abaixo Bozofrenia
Pelos comentários abaixo só faltou o muuuuuuu...
Ôôô, prezado, foi só o napô! Dada a identidade espiritual e a resistência no apoio às desideias Bozonéscias, napozinho não conta. É personagem histórico, mas de ópera bufa. Tamo no trinta a zero.
Hahahahah, prezado Chico, o mugido sai naturalmente, nem precisa ser "na Marra". Hahahahah, desculpaê, num güentei.
"Cientistas sociais e o coronavÃrus" é uma obra produzida a partir de um esforço coletivo por pessoas comprometidas com a ciência, a partir de boletins no perÃodo da pandemia publicados no livro. DisponÃvel na internet a quem interessar, ao Hélio especialmente, pela importância desse seu texto.
Mas se você quiser conhecer a reserva, fica em Santo Amaro da Imperatriz, SC. Espetacular. "Cobrinha de ouro".
Não consigo processar isso até hoje, Marcos. "Esforço coletivo", nesses termos registrados no livro, sobreviventes somos. À época, nos isolamos em uma reserva ecológica, sem internet, só a rádio, 6 cachorros e o nome do lugar faz juz, "Cobrinha de ouro". Por Deus e por todos os santos e santas, e por uma pessoa que esteve comigo mesmo a distância, a Profa. Miriam org. do livro. Todas têm um lugar especial no nosso altar. Do tal sujeito, não me comove a situação de saúde dele não.
Mais uma dica imperdÃvel, carÃssimo, que sai daà da sua cabeça, muito grato. Inda mais que, pelo visto, é de grátis e tá na mão. Ô tempos de Herda, hein? Sobrevivemos, com cuidado e resistência, mas não sem uns arranhões, pra dizer o menos. Mas quem é que vive sem mossas? Dá pé não. Grato por mais uma, já vou procurar o dito cujo!
Não perdi tempo lendo sua matéria. Mas pelo assunto, vê-se tratar de uma obra enviesada pelo olhar polÃtico-eleitoreiro da época, quando a velha imprensa distorcia as falas do presidente no intuito de denegrÃ-lo. Tudo o que ele defendia e falava mostrou-se acertado com estudos publicados na Europa e omitidos pela velha e porca imprensa brasileira.
Coisas que o ex-presidente defendia: "E daà não sou coveiro. Vão ficar chorando até quando? O Brasil é um paÃs de maricas. Agora fica de mimimi na PF. Vida longa ao ex-presidente, que morou na Flórida. Os mortos não sofrem.
Napô, você era aquela ema que o Bolsonaro ficou mostrando a Cloroquina nos jardins do Alvorada? Acorda pra vida rapaz!
Napô indignadô com "distorções" da selvageria Bozolóide... Mano, se distorcessem, tava ótemo: o Quadrúpede-ex-Chefe até pareceria gente. Mas não, era aquela sub-humanidade mêmo. Deu sorte, sifú pouquÃssimo. Falta naba pra muita gente ainda, que não creio ser possÃvel levar adiante nessa vida. Tomara que exista inferno.
Tudo que o bozo defendia e falava mostrou-se uma mentirosa farsa e estúpida ignorância, que causou a morte de, no mÃnimo 300.000 pessoas, que acreditaram em sua imensa estupidez. Qual estudos publicados na Europa? Ignorância não tem limites mesmo. Excessos de grama.
Napoleão, és uma lástima!!!!
Corre pra trocar a fralda do traste, a desgraça se sujou de novo e não para de chorar.
A "imprensa distorcia as fala de Bolsonaro? Então, ele não disse que "não era coveiro"? "Tudo o que ele defendia e falava mostrou-se acertado com estudos publicados na Europa..." Mostre os estudos, as fontes, os artigos... Milhares morreram por conta de Bolsonaro, que passeava de Jet Ski enquanto as pessoas agonizavam. Que teve dois ministros da Saúde que não aceitaram o negacionismo... Até que colocou lá um militar subserviente.
L O L
Onde bc acredita que ele acertou exatamente? Foi em não vacinar, não usar máscara ou na prescrição da Cloroquina?
Bolso ignaro deveria ser punido pela necropolÃtica que chefiou durante sua desastrosa presidencia. As famÃlias dos mortos pelo atraso na vacinação, pela propaganda de remédios ineficazes e pela campanha contra vacinação deveriam exigir punição.
A História não perdoará esse famigerado indivÃduo que tantas dores trouxe ao povo brasileiro. Como pode um povo que já teve tantos homens honrados na cadeira de presidente, ter eleito essa figura menor, um estúpido travestido de presidente? O lugar e o tempo dessa lúgubre figura é o lixo da História.
A memória é a esperança dos sobreviventes. A derrota de Bolsonaro em 2022 foi resultado da escolha feita pelos sobreviventes.
Pela metade bÃpede do sobreviventes, caro Acácio. Não nos esqueçamos de que metadinha do paÃs não teve o bom-senso básico de não reelegê-lo, nem a seus cccrrápulas associados: tamo cheio de Bozolóide perebento fazendo Herda no legislabóstico. A limpeza pública tem ainda um trabalho enorme por fazer.
Tá na hora de escancarar a relação do jornal com o Golpista-em-Cárcere e sua quadrilha familiar. O notório criminoso goza de uma atenção quase amorosa do jornal, que dá destaque indevido ao responsável pelos mais de 700.00 óbitos na pandemia, enriqueceu por rachadinhas e roubos, fez apologia de tortura e morte de opositores e quis anular o governo democrático. Quem vai escrever esse livro?
Sem esquecer a continuada campanha pelo retorno da direita selvagem que sustentou o Bozo, né não, meu caro? A folha se esmera em dar espaço a esse "ideário" (bbbeestiário?) e em esculhambar um governo que tenta pôr mÃnima ordem no galinheiro - melhor seria dizer "ccchhiqueiro" herdado desse maledetto.
Uma das provas de que no Brasil tem uma extrema direita, é a determinação dos seus membros de defender Bolsonaro dos crimes que cometeu na pandemia. Quando uma pessoa que votou em Bolsonaro, critica-o pelas desumanidades que ele cometeu, essa pessoa não é extrema direita. Ela pode ser de direita ou de centro. Dizer que no Brasil não existe extrema direita ou é ignorância em relação a Filosofa PolÃtica ou está repetindo o que um influenciador falou (inocente útil).
Ayrton, Prezado, como movimento polÃtico, nossa "mera" direita foi pro saco. Basta olhar o que ocorre com os tucanos, a nossa direita civilizada: não somente acabou, virou um partido tumular, como ressuscita personagens macabros: tão aà Aecim de presidente (!) e Ciro Gomes dando pinta de que não foi passear no bois de boulogne quando deveria ter ficado e enfrentado o Bozo. Desastre total, a direita que ficou na superfÃcie da terra Brasilis tá toda contaminadacde Bozofrenia, uma pústula só.
Eu li este livro . Ótimo registro da irresponsabilidade do desgoverno bolsonaro. Só quem sofreu lavagem cerebral e se tornou bolsonazista capaz de defender estes golpistas genocidas .
Tivemos na época da pandemia, pessoas que apoiaram firmemente Bolsonaro nos deboches ofensivos em relação ao sofrimento de quem estava morrendo e na ausência planejada de providências. Hoje, essas pessoas olham para cima, assoviam e disfarçam. Uns por vergonha do que fizeram. Os outros calam-se, não porque se arrependeram, mas, por perceberem que o momento não é adequado. Se pudessem, apoiariam de novo. Em relação à essas pessoas o problema não é de orientação ideologia, mas de Ãndole, caráter.
E não esqueçamos o vÃdeo em que Bolsonaro e TarcÃsio, o moderado (sic), riem da notÃcia do aumento de suicÃdios na pandemia.
Bolsonaro foi um agente do caos. Não se recorda quem não quer. Cotidianamente contrariando a ciência, dividindo pessoas entre 'fortes com passado de atleta' e 'fracos e covardes em casa'. Boicotando a vacinação, zombando de doentes. O sofrimento que a familÃcia brada aos ventos estar o sujeito sendo vitima agora é pouco.
Poi Zé, prezado Roberto, agora vai ter de dar conta do seu histórico de atleta enquanto poluir o ar que respiramos. Tudo bem, essa é fácil de aguentar, desde que ele depois leve o histórico criminoso pra companhia de Hades. Que o atleta vá fazer cafuné no Cérbero, de porteiro.
Cama hospitalar, cuidador profissional e câmeras de vigilância, pagos pela quadrilha familiar, vão cortar a onda do "mártir" dodói. Sem DF Star não haverá tentativas de fuga.
Hoje o criminoso está preso por tentar implantar uma ditadura no paÃs, mas pelos crimes que praticou perante a pandemia da covid, cem anos de cadeia seria pouco.
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