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  1. José Cardoso

    O mais incrível não foi a escravidão, que afinal existia há milênios, e estava na base da antiguidade clássica. Foi a abolição, fruto do movimento iluminista, que também dinamizou a chamada revolução industrial.

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    1. José Cardoso

      Diferença nenhuma. Trabalho pesado em minas, em galés, em plantações. E trabalho doméstico, fisicamente mais leve, mas igualmente degradante.

    2. MARIO VAZQUEZ AMAYA

      A escravidão da antiguidade tinha um caráter muito diferente do que viemos a ter por aqui. Uma diferença gigantesca.

  2. antonio brito

    Todos os mortos merecem respeito e descansar em paz. Porém essa ONG quer fazer do cemitério um monumento cultural! ? De fato quer dinheiro público para os vivos, muito vivos.

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    1. MARIO VAZQUEZ AMAYA

      Racismo é feio mesmo quando enrustido.

  3. Marcos Benassi

    Xiiii, caríssima, tá difíçiu nos tempos que correm: em Sampa, nem mesmo os cemitérios de brancos, de gente com filho, sobrinho e neto vivos, estão garantidos... Pois não há barbaridades relatadas nos cemitérios privatizados? Cobranças absurdas, exumações etc? Cemitérios históricos? De pretos? No cais do porto carioca? É ruim, hein? História, pra quê? Será que o Hélio Lopes, o papagaio de pirata do Bozo, não manda uma emenda? Pode até dar publicidade à coisa, pega bem.

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  4. Carlos Alberto Komora Vieira

    Creio que a genética negra seja o que melhor define a raça brasileira, em pé de igualdade com a tupi-guarani. Lendo os 3 volumes de Escravidão, passei a ter orgulho de ser brasileiro e pesar pela herança escravagista.

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    1. MARIO VAZQUEZ AMAYA

      Leu muito e falou mal. Primeiro que o rótulo tupi-guarani é referente a uma família de idiomas indígenas, não é designação de uma etnia. Segundo que os traços bantus têm uma presença muito maior na população do Brasil que os indígenas. Muito cuidado com exaltações à "genética"; eugenistas também pensavam nessa direção e deu ruim.

  5. Marcos Malta Campos

    Salve o solo sagrado da Gamboa. Aqui em São Paulo, há uma capela, no bairro da Liberdade, a Capela dos Aflitos. Que foi erguida sobre um antigo cemitério de escravizados, e perto de onde houve o martírio do escravizado Chaguinhas

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    1. MARIO VAZQUEZ AMAYA

      E o bairro da Liberdade tem esse nome exatamente porque ali foi abolida a execução na forca após a sobrevivência do Chaguinhas.

  6. eliasaraujocunha gmail com araujo cunha

    Lamentavelmente os pretos no Brasil, desde sempre, nada respeitado. O que doí, é que até o presente século, os nossos irmãos pretos continuam sendo desrespeitados em todos os sentidos.

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    1. MARIO VAZQUEZ AMAYA

      Você leu o comentário acima do ressentido racista Antonio Brito?

  7. Regina Fonseca

    Salve!

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