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  1. Daniel Golovaty Cursino

    Muito bom texto, Pereira. A cultura da vitimização também é a morte da liberdade e da responsabilidade. Entender uma pessoa ou grupo como meros produtos de suas circunstâncias é o que Sartre denominava má-fé. Ao dividir o mundo entre vítimas e opressores, o woke transmuta a política em moralismo puritano e as lideranças políticas em polícia moral. Degenerando a política em narcisismo grupal, essa ideologia a torna ainda mais impotente. O ressentimento geral elege o seu alvo: os judeus.

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  2. Marina Menezes

    Interessante a reflexão sobre o papel da vítima na cultura ocidental; faz sentido e nota-se que, por exemplo, a extrema direita brasileira utiliza esse recurso para despertar pena quanto a condição do ex-presidente. A provocação ao final foi o que me pegou de surpresa porque alguém que se recusa a ir a uma guerra não é vítima; é inteligente e valoriza a própria vida.

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  3. Alexandre Fonseca Junior Matos

    Desta vez não gostei do texto. Me pareceu ser de certa forma uma continuação do brilhante: No Dia D, foram os homens banais que derrotaram os super-homens de 7.jun.2024. Porém naquele o autor exasperava certa confiança nos filisteus, nos lojistas e nos homens das sociedades; "são as virtudes que só a liberdade e a democracia permitem?” Será que não sabe que nas Periferias, nos subúrbios do terceiro Mundo existem milhares que teriam atos heroicos só para viver em sociedades coma as Europeias?

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  4. Bruno Moura

    Otimo texto, parabéns ao autor.

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  5. Jose Marcelo Pan y Agua

    Excelente reflexão!

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  6. Acacio J K Caldeira

    Ótimo artigo.

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  7. Daisy Santos

    Por uma eventual coincidência estava a refletir sobre o tema da vitimização. Este parece ser um marco que está fincado no século 21. Até quando não sabemos. E parece ser rizomático. Uma das vertentes é o ressentimento que até agora não resultou em nada positivo ou relevante.

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  8. Paulo Augusto

    Deixam o homem ser herói enquanto é útil, depois será descartado, substituído, difamado, perseguido e em alguns casos até preso.

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  9. José Cardoso

    No Brasil existe uma mania de celebrar derrotas, que tem um pouco a ver com o tema da coluna. Tiradentes, Zumbi, os Farrapos, a revolta dos paulistas de 32, os 18 do forte.

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  10. ANTONIO AD LIO BELMONTE FERREIRA DE CARVALHO

    “… para os homens do século 21, é melhor ser vítima que herói.” No Brasil essa máxima não pode funcionar, pois estamos numa república utópica onde tudo é plano e nada de projetos realizados. Montesquieu deu as coordenadas da Separação dos Poderes no Estado democrático, porém o que vemos na Europa, nas Américas e no Brasil, sobretudo, é a centralização disfarçada do Poder nas mãos de um Ministro do nosso Tribunal constitucional. Além do mais em 2021 temos várias ditaduras no Oriente.

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  11. Carla Oliveira

    Leio os comentários e é curioso como certas pessoas entendem a vitimização, assim como o racismo, sempre como um atributo alheio. Quando um sujeito argumenta que as desigualdades sociais são "imaginárias" e que grupos se utilizam dessa "imaginação fértil" para colecionar privilégios indevidos, quem está de fato se vitimizando? Quem critica pauta identitária parece esquecer que também tem uma identidade...

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  12. Daniel Pimentel

    Como qq categoria moral, pisa-se em linha tênue aqui, o herói na contemporaneidade ocupa um assento ambicioso, de validação pessoal frente aos outros, é um desejo histriônico literalmente mascarado, ou com capa, cinto atômico, monóculo sensitivo do mercado. Em cotejo com o lugar de vítima, talvez sinal trocado do algoz, o herói etéreo sempre será aquele que percebe o único inimigo como interno, e resolve descortina-lo p o bem de si e da humanidade.

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  13. Emanuel Mello

    Em outros tempos, criaríamos o cristianismo

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  14. Pedro Luis S C Rodrigues

    Para os homens, não, para os ratos que se fantasiam de homem

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  15. Luiz Candido Borges

    Texto excelente, com destaque ao trecho "sofrimento deixa de ser um mal a reparar e passa a ser um capital simbólico que deve ser mantido, exibido e protegido. Superá-lo implicaria perda de status.". Espero que o Coutinho se lembre de si mesmo na próxima vez que escrever sobre o sofrimento do povo yuddeu e a superioridade moral de Yzrraeu em toda e qualquer circunstância.

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  16. MARIA CECILIA C SILVA

    A vitimização hoje é bandeira política, bem aproveitada nas políticas identitárias, que o tempo todo buscam cotas raciais para justificar, ideologicamente, um privilégio. Busca-se corrigir um desequilíbrio imaginário, pressuposto do pensamento político-ideológico, a fim de promover uma categoria ou classe de pessoas em detrimento de outros, efetivamente prejudicados. E o Estado demagógico, por seus três poderes, tudo legitima, em que pese a Constituição dizer o contrário.

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    1. Cesar Costa

      Adonay, parece que você e outros que escrevem aqui têm uma fixação quase que patológica pelo tonto do Bolsonaro. O mundo se divide entre os virtuosos como você e os "bozoloides", como vocês os chamam. Quando vocês sairão da 5a série da política?

    2. ADONAY ANTHONY EVANS

      Pois é Dona Maria Cecília, o maior caso de vitimização e privilégio que vejo hoje é o seu candidato em 22 Jair Messias Bolsonaro.

  17. Celso Vieira

    Parabenizo o autor pela clareza e objetividade com que abordou um tema que muita gente faz questão de não olhar à luz da razão! É um reflexão que vale para toda a nossa sociedade, em a vitimização impera e subverte valores!

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  18. ALEXANDER STRUM

    O motivo pode ser bem mais simples, preferem viver em vez de se arriscar a morrer. O valor da vida está em alta, menos no mundo do crime.

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    1. Marcela Lemos

      Exatamente. Escolher não correr risco de vida ou de matar por ideais nem sempre muito claros e em guerras injustificadas. Há sempre uma opção viável e civilizada para resolver conflitos de interesses que não envolve matar ou morrer. A guerra, no fim das contas, é a escolha de quem optou pela violência em vez do diálogo. Escolher a guerra é fazer imperar a lei do mais forte em detrimento do diálogo, escuta e diplomacia, enfim, da inteligência bem usada.

  19. carlos cardillo

    Muito bom o texto. Também penso que o homem atual seja exatamente esse que você descreveu. Ser herói atualmente não vale o risco, e o vitimismo oferece de bandeja a compreensível desculpa para muita coisa.

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  20. Marcos Roberto Ferreira Kramm

    Texto perfeito. Simples assim. Parabéns e obrigado.

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  21. Ney César Silva Souza

    Há uma diferença crucial entre dois tipos de vitimismo, que parece o texto ter borrado, mas que existe entre considerar-se uma vítima e glorificar vítimas, supostas ou não. O primeiro vitimismo é a da nova direita: por mais dona do mundo que seja, está posando de mártir, prejudicada por políticas afirmativas e campanhas de difamação por parte dos liberais. O segundo vitimismo é o da esquerda, que glorifica eternamente as vítimas históricas e sociais para ter um motivo eterno de acusação e luta.

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  22. Eliana Atihe

    Que reflexão corajosa e honesta, João! Muito obrigada. Não é fácil argumentar contra esse culto à vítima que tomou de assalto nossa cultural, espécie de compensação aos excessos heroicos que o precederam. Mas parece que a compensação tb se descompensou. Hoje quem não ostenta um diagnóstico, uma fitinha no pescoço, um sofrimento coletivo parece estar condenado a uma categoria de sub-humanidade. As vítimas não são, mas facilmente podem se tornar o fracos de Nietszche. Os poderosos manipuladores.

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  23. Cesar Costa

    Excelente texto, Coutinho! Esse vitimismo tem método e estratégia política. O identitarismo e a interseccionalidade (bingo do sofrimento) foram gestados pela esquerda dos USA com base no pós modernismo dos franceses Foucault, Derrida, etc. Os desiludidos com o marxismo resolveram ter outra estratégia para a tomada do poder. Os proletários já eram, vamos juntar todos os ressentidos. Que coisa chata!

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  24. Márcia Shimae Tokashima Nishiye

    Gosto de heróis do HQ. É divertido e fácil de esquecer. Prá que heróis no mundo em que vivemos? A violência já venceu.

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  25. Teresa Cardoso

    Meu sonho é que os jovens do mundo, ao serem convocados para uma guerra, respondam aos belicistas: aqui fico. Vão vocês.

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    1. Teresa Cardoso

      Digo: Aqui ficamos. Vão vocês.

    2. Teresa Cardoso

      Digo: aqui ficamos. Vão vocês.

  26. Jair Pereira

    Caro colunista, faltou voce detalhar o que são heróis, o que são vítimas e o que é vitimismo. O Policial nunca é elogiado, o Bombeiro sequer é lembrado, o Médico socorrista nuna visto. E o que são vítimas? Quando uma pessoa está na condição de vítima? Quando uma pessoa tem atitudes vitimistas? Numa ordem exalta primeiro o vitimista, a vítima e por sorte e em momentos raros os heróis. Faz parte de obtenção de likes, curtidas, a cultura da " peninha" ainda rende mais nas Redes Sociais.

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  27. Maria Lopes

    Muito interessante sua coluna de hoje, Mr. Little Couto.

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    1. Marcos Benassi

      Hahahahah, Maria, é a "coluna de amanhã", caríssima! Procurei, procurei, procurei; só fui achar quando entrei na home page do jornal, que "adianta" as coisas no tempo. Vocês, prescientes, dão muito trabalho pra gente normal que nem eu, assim num dá. Hahahahah!

    2. Marcos Benassi

      Ótema lembrança, minha cara, muito grato. Como eu sigo o índice do jornal, sempre acabo lendo os textos da Miriam por último, ficam lá no fim, e eu não me lembro de ir direto neles no dia correto.

    3. Maria Lopes

      A coluna de hoje da Miriam Rosenberg enriquece uma reflexão sobre agência possível na condição de vítima. Li as duas em sequência. Recomendo.

  28. JOSE CAMPOS

    Bolsonaro está praticando essa inversão. Todo dia há notícias dele se vitimizando na prisão. Homem frouxo.

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  29. ADILSON DA SILVA

    Se é aqui ninguém questionaria a medalha. Infelizmente.

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  30. Armando MOURA

    Bolsonaro e seus seguidores, a fim de tentar inverter a prisão, recorrem a imagem de frouxo total que precisa de apoio psiquico, cara que cai da cama, e tem um traumatismo em uma queda nada livre, o corpo nao caiu todo de uma so vez, de 30 cm. Não se importa de sair de incomível, imbrochável para bebe ca gáo. Uma vergonha total. Ser vítima como um frouxo é melhor?

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  31. Marcos Benassi

    Hahahahah, o que seria dos fisicamente covardes se não fosse a modernidade, hein, Coutinho? Mas acho que o pessoal que você usou para organizar e expressar suas ideias não contou com aquelas vítimas voluntárias, mas não heróicas. A mulher que, pra proteger ou oferecer uma vida mais abundante aos filhos, mantém-se num casamento violento; ou o militante que procura expor/debater idéias pra arejar o entorno, mesmo com sofrimento psicológico - meu caso. Nem heróis, nem vítimas em sentido passivo.

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  32. ADONAY ANTHONY EVANS

    Jair Bolsonaro é nossa vítima oficial, mártir maior que se ajusta a seu personagem de herói Incomivel e atleta Imbrochavel a vítima impalada por Xandão, O Maligno. J P C é meu conservador favorito. Nada a ver com a bestialidade da Extrema Direita.

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    1. Marcos Benassi

      Uai, Zé Norberto, ele nem tinha subido ao trono e já era "mito"! Um Herdinha do fundão da sala parlamentar... Do geyto que váy, capaz de virar irmão do Jesus da Goiabeira! Hahahahah!

    2. Jose Norberto Souza

      E o Jair, uma vítima, está se deliciando no resort da PF. Está virando um deboche o monte de pedidos e exigências. Quem sabe o pessoal se cansa e manda ele de volta para os braços de Penélope. No Brasil é muito fácil uma "vitima" se transformar num "herói ".

    3. Marcos Benassi

      Adonay, caríssimo, penso idem do Coutinho, lembrava-me disso agorinha mesmo: é cada vez mais difícil encontrar reaça que preste e seja civilizado, e ele mantém-se impávido (imbrochável, por que não?). Agora, o Bozo como vitimártir, o é somente no blá Bozolênico, nada mais, meu caro compadre. Bem como o outro velhinho que ficou gahgáh, e, certamente os manés do Diaoito. Mas nada contra dar medalhas, desde que fiquem em cana.

  33. Nilton Silva

    Quer dizer que o pessoal woke-mimimi venceu?

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    1. Marcos Benassi

      Nilton, Prezado, se reparar nos comentários logo acima, verá que há uma categoria de mimimis não-woke cada vez mais numerosa. O que têm de Sleepy-Bozolóide mimimizando não tá no gibi; aliás, tá mais para obra de Sade do que pra Gibi, que era coisa infantil.

  34. Ricardo Schrappe

    Impossível não lembrar do "Ai, eu tô com soluço."

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    1. Marcos Benassi

      Ôôô, prezado Ricardo, o bagúio agora é azia, depois que passou pela operação do soluço. Em breve, hemorróidas. A ver - em sentido lato, como figura de linguagem, eu não quero ver as hemorróidas do Bozo, Jesus da Goiabeira que me proteja!

  35. Gabo Franca

    O colunista se esquece de que o mundo em que vivemos é prodigo em impor a condição de vitima aos humanos - nem sempre se vitimizar é uma escolha. E, no entanto, o próprio João Pereira, com sua queixa, ironicamete, se coloca como vitima de um mundo de vitimizados... Valeria a pena ressaltar que os heróis o são, muitas vezes por defender vitimas. Jamais por acusá-las de vitimismo...

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    1. Marcos Benassi

      Boa! Eu fiz uma objeção de natureza diferente, mas essa sua é muito boa, traz consigo o espírito do tempo.

    2. Fernando Machado

      Touché

  36. Carla Oliveira

    Reflexão interessante.

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    1. Marcos Benassi

      Ah, tava sentindo falta de me encontrar com seu expressivo laconismo, minha cara. Bom dia!

  37. Marcelo Molinari

    Putz, não há como negar conclusão avassladora, fundamentada e, sem prejuízo da demomstracy, demonstrada

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  38. Vladimir Polizio Junior

    Excelentes ponderações, como de hábito!

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  39. Marcos Santo

    Texto muito bom, só acho um mal exemplo o voluntarismo militar com o resto do texto. Afinal, aqueles que tem o ímpeto de declarar guerras não são os mesmos que se encontram nos campos de batalha, querer trocar sua vida sob o pretexto de defesa da nação muitas vezes entorpecido não me parece boa escolha nos dias atuais. Não tem relação com heroísmo.

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  40. WLADIMIR KIREEFF

    Pensei sobre isso há alguns anos. O cristianismo não foi inaugural, o budismo o precedeu na valorização do sofrimento. O Cristo tinha muito de budista. Parece-me que estratégias passivistas surgem quando se enfrenta uma realidade avassaladora contra a qual se é impotente. Os povos da P. ALes Tina na dominação romana, por exemplo. Recusar-se a combater as tecnologias de extermínio sofisticadas atuais identifica a deserção com o bom senso: a alternativa seria o sacrifício inútil e Inevitável.

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  41. Claudio Carvalho

    Maravilha!

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  42. ALEXANDRE DE MORAIS

    Texto bacana, sou homem de outro século mesmo.

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  43. Stephanie R

    Belo texto.Endosso o comentário sobre o cristianismo, pois seu mito fundador é o sacrifício de si em prol do coletivo, ou seja, um ato heroico. Jesus enfrentou o status que em prol da libertação de seu povo -transcendência metafísica existir/dasein e ressurreição no porvir- pagando o preço de seu discurso e ação. Quando retirou os comerciantes corruptos de frente do templo e disse "não vim trazer paz, mas guerra", Jesus advertiu sobre a responsabilidade política diante do Estado.

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  44. Henrique Marinho

    Wokismo (e não Freud) explica.

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    1. Marcos Benassi

      Ah, tá. O Bozo geme-geme, aparentemente, não acordou de coisa nenhuma. Tá perdendo o bonde da história - aliás, foi atropelado por ele, coisa muito melhor.

  45. Delzimar Irineu Silva

    Um texto maravilhoso. Agradável de ler. Parabéns.

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  46. FREDERICO FLOSCULO PINHEIRO BARRETO

    Resultado da doutrina mais poderosa do Iluminismo, mais transformadora que o Marxismo: a choradeira de Jean Jacques Rousseau, o piedoso. A humanidade de joelhos de forma ineditamente laica e republicana - nada mais cristão, em sua essência.

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  47. Wagner Victorino

    Posso estar enganado, mas tenho a impressão que já li o texto de Pascal Bruckner há vinte anos, ou mais, no livro "A tirania da penitência". Ou foi isso, ou o autor reciclou e adaptou o texto.

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  48. Ivo Ferreira

    Além de transformar vítima em herói, há uma corrente que acha que o Estado deve pagar indenizações e pensões a tais pessoas. Ê Brasilzão!

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    1. Guilherme Menezes

      Esta é uma questão simples. Se foi o Estado o responsável pela condição da vítima, ou se ele foi omisso, o Estado tem mesmo que reparar os danos que causou. Indenizar é um desses meios. Outras compensações são, por exemplo, restituir títulos e patentes, reincorporar servidores, devolver empregos perdidos, entre outros. Isso não é exclusividade do Brasil. Ao contrário, países civilizados praticam essas medidas. Só as viúvas da ditadura militar se recusam a reconhecer o óbvio.

  49. jose camargo

    Vitimismo ou culto às vítimas nada tem a ver com o sofrimento na teologia cristã.O sofrimento é o fogo que refina o ouro, purificando a fé e aperfeiçoando o cristão. Esse sofrimento gera homens de fibra, dispostos a morrer pela causa. A vitimização,ao contrário,produz homens de geleia.

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    1. Marcos Benassi

      ZecAmargo, quem diria, é cristão. Bom saber dessa opinião: a milicada (incluindo os que foram e, agora, forem expulsos) vai gostar de se sacrificar. Coisa linda, adorei.

  50. pedro gravina

    Na verdade, o Cristianismo não se funda no sofrimento de Cristo, porém no seu sacrifício. Entre os dois conceitos há, muitas vezes, sobreposição; são, no entanto, completamente distintos.

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    1. ADELAIDE VIESTEL

      Exatamente ,