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Carlos Zalaf
A articulista inicia c/ um subtítulo infeliz, repetindo-o ao final do texto bastante superficial. O próprio texto desmonta a conclusão de excesso de zelo ( e não de pressa). No 2º párag. faz referência ao "órgão de controle" como se o não especificado TCU fosse o único existente. Pelas denúncias da própria FSP e "grande" mídia, além de autoridades, investigação deveria ter sido feita na gestão do agora Nubank, o bolsonarista Campos Neto. Aliás Nu, XP e BTG,sem qq pudor, venderam risco Master/FGC
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joão moreira
O articulista foi zero didático. Faltou alguém lembrá-lo que o leitor somos pessoas de diversas formações. Pareceu-me que ele quer ficar bem com os dois lados. A última frase é emblemática. Que pena.
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Marcelo Magalhães
A professora omite que os produtos sem lastro do Master foram negociados pelos grandes players do mercado, como a XP e BTG. Em outras palavras, todo o sistema bancário, que agora passa por vestal, surfou nas ondas piramidais do Master, expondo a segurança do todo, por uns trocados, como é comum na agiotagem. Aliás, haja presunção da executiva, atribuir à avara súcia financista, algum grau de retidão de espírito. Dessa turma, ninguém passa frio despois da morte.
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Gustavo von Krüger
Não acho excesso de zelo não. Pelo contrario, acho o zelo necessário. O Master está muito mais comprometido do que aparentava e estava sendo configurada mais uma fraude envolvendo o sistema financeiro. A liquidação veio até tarde, pelo que vemos. Ainda bem que o BC é independente, pois em outros tempos, eler atuaria de acordo com a conveniencia dos politicos
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Rômulo Barbosa
O Brasil realmente precisa de aulas de interpretação de texto..
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Regina Fonseca
Faltou citar as corretoras, famosas por suas propagandas, que ofereciam os cdbs citando a garantia do fundo. Posso não entender muito de investimentos, mas a corretora não desconfiou das altas taxas?
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Galdino Formiga
A corretora não trabalha para os clientes. E sim para receber o valor da corretagem.
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Marcos Benassi
Minha cara Cecília, a principal coisa que temos visto nessa história é o pacote medo, leniência e desmazelo. A regulação tem de ser muitíssimo apertada e agilizada; é necessário um conjunto de ferramentas automatizadas, sistemas especialistas, esquadrinhando as transações financeiras o tempo inteiro. Se sairmos vivos dessa, muita coisa é capaz de mudar. Torço pela sobrevivência.
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FERNANDA Salgueiro Borges
Olha.... Depois das denuncias de pagamento de influenciadores pelos advogados do Banco Master, agora provavelmente teremos denúncia de jornalistas e jornais. Que baixeza, Folha de São Paulo.
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MARCIO Gionco
Estranho o tom do artigo. Faltou considerar as numerosas fraudes do Banco ao inventar ativos falsos, com um modelo de negócios que só pára em pé na base do aliciamento de funcionários públicos para alimentar a pirâmide, contratando família de juiz, indo em cima do BRB, etc. O rombo vai ser coberto pelos entes públicos e pelo FGC, que no fim do dia também sai do nosso bolso.
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Nelson Oliveira
Texto didático, mas estranho a expressão "excesso de zelo". É como se, nas palavras da articulista, o BC tivesse atuado com zelo acima do necessário ou do que prevê a lei. Ora, o BC agiu com rigor e não com rigor exagerado. Penso que poderia ter atuando um pouco mais cedo.
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Francisco Marra
Depois de tudo que já foi exposto pela a imprensa sobre o banco master, como é possível vir alguém defender a não liquidação.
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João José De Aguiar
"Excesso de zelo" ? Parece manifestação de influenciadores digitais teleguiados ...
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Eduardo da Silva
Esse excesso de zelo envolveria justificar a membros ilustres dos 3 poderes que não permitiria saída brasiliense como a do extinto Besc que estava falido, morto insepulto e foi abraçado pelo BB?
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Valdir Costa
Professora não sei não se a Sra não recebeu um dinheiro para dar uma opinião tão ridícula. Pirâmide quanto antes parar menos gente vai prejudicar.
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Valdir Costa
Excesso de zelo um banco pagando 140% do CDI e que não tinha mais liquidez ? Fez o certo o banco central e começo a desconfiar que você faz parte da turma remunerada
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Marcus Guedes
Surpreso com esse artigo da Professora. Nem zelo, nem pressa. Bom lembrar a Executiva o montante envolvido em negociações com Governadores. Zelo, seria se ocorresse a alguns meses atrás, certamente com um prejuízo bem menor. Para não mencionar a PF. Et tu, Brute?
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Luis Nascentes
Desenhando pra você: excesso de zelo para não deixar ponta solta que pudesse ser contestada mais tarde, como querem fazer agora. Seria o antônimo de afobado, repentino, como tentou forçar a defesa.
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OSMAR SILVIO GARCIA OLIVEIRA
Também penso que não houve excesso, visto que já deveria ter sido liquidado a muito tempo. Traduzindo o economês: houve excesso de demora.
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Galdino Formiga
Sim, há muito tempo.
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José Lino da Silva Lino
Ser zeloso no caso seria não fazer as contas? Que esculacho!
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flávio paes
O buraco é mais embaixo, o caso do Master não se trata de simples caso de descasamento de ativos; pior foi a venda de ativos inexistentes e a supervalorização de outros, fraude estelionato e outros crimes foram cometidos. Pressa na liquidação eh o de menos
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Ronaldo Pereira
Excesso de zelo, OU ZELO? Não entendi, quer dizer então que o BC não deveria ter liquidado o banco?
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Luis Nascentes
Mais um precisando de um curso de interpretação de textos
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Luiz Almeida
Não por acaso a marca do banco são duas pirâmides.
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Luiz Almeida
É verdade Marcelo, eu como os incautos não vimos o deboche da terceira pirâmide. Nunca investi em malandro que paga acima do normal. Continuo perdendo dinheiro nós bancões.
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Marcelo Magalhães
Três, tem uma pequenininha sobre a segunda volta do M, levitando. Tapa na cara do freguês, ou ato falho de pessoa jurídica?
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PAULO CURY
Ganhou quanto? Falando besteira, nao eecebinate agora o FGC porque os dados do master sao uma zina
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Luiz Almeida
Pirâmide tem que ser extinta rapidamente, a não ser que os ricos, sempre os ricos, esperam ganhar mais um trocadinhos, no caso milhões.
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