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Luiz Carlos D Oliveira
Se for um ataque "cirúrgico" como o último, acertando o líder supremo, os "políticos" vão gritar espernear e até retaliar, mas não passará disso, caso contrário pode ser o estopim da última guerra
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MARTA OLIVEIRA RAMALHO
Fora, Trump.
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Ernesto Pichler
Esse é o modus operandi: tenta uma "revolução colorida", incitando a população a se rebelar e comprando a oposição. Não deu certo na Venezuela, partiram para a violência. Não deu certo no Irã, partirão para a violência. Deu certo na Ucrânia, derrubaram um presidente eleito para por no "poder" um comediante títere, entraram num atoleiro do qual querem sair.
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ENAIDE HILSE
Na Ucrania eles derrubaram um presidente eleito por Putim, isto é, um marionete. O comediante é um homem com H maísculo, admirado em todo o mundo. Putim enviou os seus soldados para uma operacao de 3 dias, e já dura 5 anos, e milhares deles já deixaram lá as suas vidas. Selesnsky foi eleito com 62% e depois do início da guer ra a sua aprovacao subiu para 78%. Os ucranianos preferem morrer do que viver sob o domínio de Putim.
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josé SOARES
Oriente Médio, Venezuela, Groenlândia; o complexo industrial militar ataca para garantir a paz e a democracia no mundo. Prepotência e pirataria não importam.
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Paulo César de Oliveira
Trump não mandaria dois grupos de porta-avioes para o Ira se não tivesse a intenção de atacar. Vamos ter novidades em breve.
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ENAIDE HILSE
Ernesto Pichler, se fosse tao fácil atacar o Irao quanto a Venezuela, Trump já tinha atacado. É por isso que está se preparando - e vai ter sucesso. Claro que tem interesses economicos, mas o principal objetivo é impedir a matanca da populacao pelos psicopatas religiosos no poder. Em tempo: O meu computador nao coloca acentos.
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Ernesto Pichler
Acontece que o Irã não é a Venezuela. É claro que os "americanos" querem tomar o Irã para cercar a Rússia e a China, mas não será fácil.
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