Mauricio Portugal Ribeiro > A nova política ferroviária e o discurso que a acompanha Voltar
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Obrigado pelo artigo, me fez entender melhor os investimentos públicos
Pela manchete vi que o jornal está do lado das empresas transportadora. Lembrando que o paÃs tem dimensões continentais e uma costa marÃtima que vai do norte ao sul.
É necessário usar os termos exatos nesses momentos complicados. Saber distinguir gastos públicos, de investimentos públicos, é básico para qualquer análise.
O Estado não tem uma dÃvida enorme, comparado a outros paÃses. O problema é a taxa de juros, que faz com que parte expressiva do orçamento seja destinada à remuneração deles e ou outro problema é arrecadação. O governo deve gastar sim! Nossos tributos servem para isso: construção de infra_estrutura, ferrovias, manutenção d escolas e hospitais. À médio e longo prazo tais investimentos melhora a vida da população.
Prezado autor, o Estado é o inÃcio e o fim de toda economia. Foi o estado que salvou a economia dos EUA da depressão de 1929, da crise financeira de 2008, que salvou a Ford da falência varias vezes, etc. As economias que mais crescem e são estáveis no mundo são as que tem forte presença estatal: China, Rússia, Vietnam, etc.
O que mata o Brasil é o serviço da divida publica, o resto é balela.
as coisas precisam ser feitas mas sem gastos, tem que ser mágico estalar os dedos, e eis que surge uma linha ferroviária
É melhor continuarem fingindo que o gasto não existe, ou a turminha do Conselho Editorial da FSP vai fazer um editorial metendo a ripa no projeto.
No Brasil tem que fingir que não existe custo pois senão a mÃdia ligada ao mercado financeiro começa a ladainha do governo ser gastao. E custo ou gasto pra eles é escola pública, saúde pública, infraestrutura, social; só não é custo ou gasto os juros altÃssimos da dÃvida pública que até hoje não foi auditada.
Pois é, Rafael! Os rentistas querem que o estado enormes juros ( 15 %) a eles e,por isso, o estado não pode gastar com ferrovias, hospitais e infra_estrututa. Por isso, pressionaram o congresso para que o banco central fosse autônomo.
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