-
vitor da Silva
Vários economistas mostram que historicamente a maior parte do crescimento da dívida veio dos juros altos. Basta ver estes anos de déficit primário bem abaixo do nominal. Comparada a outros países nossa dívida, em reais não é alta e tem risco de calote mínimo que o mercado exagera pra lucrar. Com juro real altíssimo e PIB baixo parece complicado forçar superávits. Por que o economista não considera uma redução controlada e gradual da Selic? Dívida cai, PIB sobe, primário melhora.É só o BC querer
-
Wilson R B Ramos
Não é apenas desconfiança do mercado que aumenta os juros longos. Estas taxas são definidas no mercado de recompra dos títulos públicos. Quem se dispõe a comprar um título já no mercado calcula o custo de oportunidade de manter o dinheiro em Selic até o ponto em que se sinalize uma redução das taxas curtas. Então a Selic alta afeta sim o juro longo. Seria muito bom se o mercado secundário de títulos públicos não fosse afetado pela taxa usada para controle de liquidez e volume de dinheiro.
-
fabio saraiva moura
É ou não é a eterna contradição do capitalismo que nos "dá" 2 opções: INFLAÇÃO OU RECESSÃO??? Bom para os rentistas que não produzem um parafuso. Difícil para a população e as empresas que produzem e consomem na economia real. Consequência: custos mais altos para as empresas, financiamento e crédito inacessíveis. Desemprego e fechamento de empresas com força já que eles querem a desaceleração da economia e diminuição do consumo: Menos consumo = menos aumento de preços por falta de demanda!
-
João Vergílio Gallerani Cuter
Leigos como eu observam a existência de economistas tão bons quanto o Bráulio Borges dizendo exatamente o contrário do que ele diz: que a manutenção da Selic em níveis altos não tem impacto sobre o tipo de inflação que temos; que uma dívida em reais do governo não oferece risco algum para investidores (que dirá um risco que justifique as atuais taxas); que "juro neutro" é uma roda teórica girando em falso. Não sei se esses economistas têm razão, mas o preço por não ouvi-los ficou alto demais.
-
Marcelo Magalhães
Exato, temos economistas do calibre de André Lara Resende, que sugere posições totalmente diversas dessa roda produtora de desigualdades, que premia a agiotagem e provavelmente aumenta a inflação por falta de investimentos na produção e consequente queda da oferta. Mas não adianta, um país que elegeu Bolsonaro não merece economistas elegantes e sofisticados. Tem que penar nas mãos de Paulo Guedes, Meirelles e essa turma toda neoclássica da Faria Lima e que escreve aqui na Folha.
-
-
João Leite Leite
Para baixar o juro e controlar a economia é preciso cassar o mandato do Lula e indicar o Michel temer para presidir o país. No tempo da Dilma o país estava praticamente falido. Mais da metade do comercio fechado. O Michel Temer assumiu a presidência e em2 anos pôs a casa em ordem. Entregou o país com a taxa SELIC a 3,5% e o país pronto para o crescimento constante.
-
João Leite Leite
Michel Temer teve sucesso no governo porque ele economizou. A Dilma tinha 40 ministérios, Temer reduziu para 22. Cortou ONGs parasitas. Reduziu o numero de funcionários, liberou PIS e fundo de garantia para alavancar o comercio. Repatriou dinheiro que foram roubados dos cofres públicos. executou medidas que foram acertadas. Tirou o país do sufoco. Foi muito eficiente. Se sacar o Lula do governo e por um governo honesto ele vai tirar o país do sufoco rapidinho.
-
José Cardoso
Tenho que concordar. Mas como dizem os chineses, é preciso um casamento entre céu e terra. A opinião pública não aprovou o governo dele, que terminou com menos de 10% de popularidade. E essa dificuldade não é só nossa. EUA, Reino Unido e França também tem déficits grandes e dívida crescente.
-
João Vergílio Gallerani Cuter
P.S.: É urgente estudar melhor o que aconteceu na economia durante o governo Temer. A farsa política da "democracia neoliberal" está disponível ali em todos os detalhes. Trump não é uma anomalia. É uma culminação.
-
João Vergílio Gallerani Cuter
Será que a "confiança" que o "mercado" tinha no governo Temer e em suas políticas não explica como foi possível baixar os juros sem que os investidores corressem para o dólar? Essa "confiança" não se traduz na certeza de que o receituário econômico liberal seria seguido à risca? Isso não coloca limites à democracia? Uma política pública envolvendo a participação no planejamento de longo prazo será bombardeada pela "desconfiança do mercado". O horizonte do liberalismo econômico é o autoritarismo.
-
jose carlos toledo junior
Kkkkkk. Olha só, uma viúva do temer. Kkkkk. Cada um que aparece . E esse trouxe um mundo paralelo. Kkkkk
-
vitor da Silva
Temer entregou também 13% de desemprego e 1% de PIB
-
* Apenas para assinantes
comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.