Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Paulo Silva Barbosa

    A verdade, caso os usuários destes medicamentos que estão sendo um sucesso de vendas, não mudarem seus hábitos alimentares, e suspendam esta medicação, logo irão recuperar os pesos perdidos e terão que voltar em tomar o medicamento e elevando o lucro dos fabricantes e permanecerem dependes.

    Responda
  2. José Cardoso

    Para a indústria, o melhor é descobrir e patentear vários pequenos sucessos. Um grande sucesso como o ozempic traz tanto benefício público e alarde que a defesa da patente fica impopular.

    Responda
  3. Kiko Mazziotti

    Quebra de patente não garante queda nos preços de remédios, ao contrário, o produto feito aqui acaba se aproximando do importado. Este fenômeno se dá nas áreas de remédios e perfumes e praticamente todas as marcas têm preços abusivos, seja Boticário, Natura ou francesas. No mundo cheio de esper-tinhos, o setor farmacêutico e de cosméticos é catedrático em esper-teza. Se um emagrecedor custa 1.500 reais qual é a chance que um gordo pobre tem? Já já o Lula lança o Bolsa-Perfume.

    Responda
  4. Marcos Benassi

    Bem, Hélio, esse é um falso dilema, muito mal delineado. Os recursos para novas drogas vêm, em imensa parte, de dinheiro estatal investindo em pesquisa, especialmente nas universidades, mas não só. Isso não acontece só no Brasil, mas mundo afora. Aquilo que as empresas pesquisam não dão conta da necessidade social, a exemplo dos antibióticos, largados há décadas. A discussão sobre a função social das empresas, e do *lucro justo*, deveria tomar uma dimensão que têm sido subestimada e aviltada.

    Responda
  5. Peter Janos Wechsler

    É complexo. Será que o poder público não tem interesse em fomentar atrasos? Por pouco a concessão não saiu após o vencimento da patente.

    Responda
  6. Felipe Vasconcelos

    O monopólio temporário de invenções privilegia o equilíbrio entre os ganhos ao coletivo e os méritos individuais de quem inovou. É o caminho do meio, como preconizava os filósofos antigos.

    Responda
  7. Carlos Alberto Aguilera

    Durante todo esse período eles cobraram um preço absurdo ( algo em torno de R$ 1200,00) pelo medicamento. Alegar prejuízo é, no mínimo, inconveniente.

    Responda
  8. Joao Massucci

    O argumento eterno da bigpharma é insustentável. Qual foi seu prejuízo pelos anos do exame da patente? Houve lançamento de genérico neste período? Claro que não. A patente passa a valer desde sua prioridade, data do 1° depósito, não de sua concessão.

    Responda
  9. edilson borges

    a proteção de uma patente concedida retroage à data do depósito do pedido, independente da data da concessão. é mentira que o atraso na concessão impeça o monopólio. vc pode testar isso tentando produzir algo que a bayer, por exemplo, está esperando concessão. vc deve sair vivo, mas com certeza sem nenhum tostão.

    Responda
  10. edilson borges

    meu caro, tem q fazer melhor a cabeça da tua matéria. um pedido de patente é expectativa de direito, se vc acha q tem alguém infringindo vc notifica o cara. qdo a patente for concedida, se for, vc toma tudo que ele tiver prá pagar os royalties desde a data do depósito, quando ainda era só expectativa, até o dia de hoje. um pesquisador independente pode reclamar disso, mas não sei de alguém tão bozo prá infringir expectativa de farmacêutica e achar q vai se dar bem.

    Responda
  11. Emanuel Mello

    Tenho uma forte desconfiança que esse fármaco aumenta o risco de sui5

    Responda