Alexandra Moraes - Ombudsman > Volta às aulas e aos problemas da educação Voltar
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Eu pensava que a Educação, após a gestão Doria, permaneceria no subsolo. Mas o TarcÃsio cavoucou o solo e conseguiu afundá-la ainda mais.
Só no bairro de Pirituba o governo estadual fechou o perÃodo de três escolas com ensino médio no perÃodo noturno. Isso é grave demais!
Diretores forma seu clubinho de eleitos, quem der mais presentes melhor avaliados gostam de ouro, se reclamar de algum absurdo, será prejudicado, e mais é obrigado a fazer o multiplica, só que não tem vagas para todos, abriu a escrivão o mais rápido ganha o prêmio, se a internet, se for da escola, é péssima, se cair tá fora e na classificação do ano que vem em último lugar, tiraram da SED todos que sabiam e encheram de moleques, sim a educação acabou e mais Feder vende e compra.
É. Para um professor, o texto está difÃcil de ser entendido. Talvez isso explique o péssimo nÃvel da educação. Talvez também se o professor melhorasse um pouco o seu nÃvel intelectual ajudasse a sociedade a defendê-lo.
As ações de Feder são criminosas, faltou aà um detalhe muito triste, se por algum motivo eu ficar doente e tirar licença, perco todas asinhas aulas, mesmo com todos os atestados, somos perseguidos humilhados, humanas acabou, um aluno do 6 ano aponta o dedo na nossa cara e diz se não nos der nota vamos te detonar.
Anotem aà e me cobrem depois: os efeitos do desastre dessa gestão do Feder vão gerar impactos por mais de 5 décadas. A educação em São Paulo, ao final de gestão Feder, estará inferior ao Camboja, Kuwait e Mali.
Tar cisão declarou que o diploma de ensino superior tem perdido relevância no mercado de trabalho, enfatizando que habilidades práticas, competência e formação técnica são mais valorizadas para contratação do que o certificado acadêmico, priorizando o ensino médio técnico. Ou seja, mais vale uma formação militar, ou uma formação básica, que o paÃs terá mais trabalhadores, com salários reduzidos, sob medida para o mercado. Excluindo o pensamento crÃtico, debate, leitura, questionamento.
A dupla Feder/TarcÃsio tem destruido paulatinamente a educação paulista, que já cambaleava após sucessivos governos tucanos. O que mais temos visto são professores sendo perseguidos por suas opiniões (quase sempre contrárias ao desmonte que vem ocorrendo), adoecimento, e claro, muitos buscando outras áreas/profissões para escaparem dessa realidade dura.
A educação básica é historicamente negligenciada não só na folha como na grande mÃdia em geral. Descalabros em sequência têm sido cometidos nos últimos anos e nada se noticia. Causa até mesmo espanto ver uma coluna tratar disso. Estamos à s vésperas do inÃcio das aulas e temos muitos professores sem aula, mas não só isso, professores que atribuem em uma escola e foram jogados sem aviso prévio para outras. Isso num contexto de avaliação tendenciosa que viabilizou a perseguição de muitos.
Não há dúvidas de que esse silenciamento é por causa de interesses excusos desses grupos
Sempre em começos de anos letivos a problemática rotina na Educacao, e de suspeitar com intenção de não ir adiante.
A polÃtica de verificação- moderação da Folha e Falha.
Eita, minha cara, não é que apareceu o nome do Fétido? O tema (no Estado , ao menos) e seu Secretário Estadual parecem-me muito "protegidos" cá na folha. Admito que, excetuada a Priscilla Bacalhau, acabo por não dar tanta atenção ao tema. Mas, da mesma forma como a folha trata da Ãgua em editorial, mas não debate o mais evidente ao leitorado paulista/paulistano, que são as ações da Sabesp e SP Ãguas, a gente acaba por achar que é devido ao "cuidado" com que o jornal trata seus queridos.
Boto, facim, facim! QueridÃssimos!
Bota querido nisso
Querida Alê, teu trabalho como Ombudsman é ridÃculo! Leia o histórico dos antecessores, leia o manual da FSP original, enfim, faça jornalismo.
A Alê não é neutra, ela é omissão. Para desempenhar a função de ombdsman, a neutralidade é favorável aos erros, distorções e parcialidade da empresa jornalÃstica.
Olha, como alguém que lê esse jornal faz 25 anos , posso dizer que cada ombudsman foi completamente diferente um do outro, e a Alexandra se coloca de uma maneira mais neutra em relação ao jornal (o que é interessante: ela não invade as prerrogativas do leitor com suas próprias percepções). É preciso também considerar o espÃrito do tempo. A ombudsman hoje lida com um leitor pós-algoritmo, maniqueu, sem matizes. Todo dia me nomeiam simultaneamente bolsonarista e lulista por aqui. O leitor mudou.
e assim a vida segue, a fsp militando
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