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ROBERTO GUEDES FERREIRA
Artigo maravilhoso, mas os saudosistas do darwinismo social e do racismo nazifascista vão criticar.
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Cesar Costa
A colunista tem um que de Judith Butler na sua prosa. Não ajuda em nada para o correto entendimento do seu pensamento.
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CELSO ACACIOO GALAXE DE ALMEIDA
Não se pode viver atavicamente sem confrontar a realidade, superamos o escravismo e vivemos, todos, sob a batuta do capitalismo, enquanto esse sistema não for superado a contradição central é entre o capital e o trabalho, importar racialização não é obra do acaso, tem lastro no financiamento das agências do imperialismo estadunidense, hoje, querendo ou não a "esquerda" identitária pós moderna é rebento do capital, sua tarefa é fragmentar e enfraquecer a classe trabalhadora!
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CELSO ACACIOO GALAXE DE ALMEIDA
Caro César, seguindo a toada, os pensadores franceses pós modernos, em especial Foucaut, intelectual competente que bebeu nas águas de Nietzsche, trouxe o irracionalismo(é isso mesmo, aquele adotado pelos nazistas, alguns loucos dizem que eram de esquerda) para o seio identitário, esses apanharam dos alemães o corporativismo étnico, só que invertido, mantendo a "gota de sangue" do tio Sam,que inspirou Hitler, a classe trabalhadora está fora desse leque, vocês e identitários tem muito em comum!
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CELSO ACACIOO GALAXE DE ALMEIDA
Caro César! Considerando pertencer à extrema direita, deve ser liberal na economia(internamente) e conservador nos costumes, nesses aspectos se choca com identitários, a primeira prima pela inserção individual no sistema, outros defendem a corporativa, ambos referendam o capitalismo, portanto estão irmanados na manutenção da ordem do capital e por isso são financiados por segmentos do mesmo!
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Cesar Costa
Celso, não é porquê vocês marxistas estão perdendo espaço na esquerda para esses tontos identitários que irão jogar esses desajustados no nosso colo. Vá reclamar com Foucault, Derrida, Marcuse e seus discípulos nos USA. Pra cima da gente, não!
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humberto cavalcanti
eis amostra de macaqueação pela autora que consideram literata: "soltou" = "release". Não se usa mais Divulgar em português bem brasileiro, mas a macaqueação de "soltar". Creio que quem mais difundiu isso foi a mídia televisiva principal do país pelo Gordo do Onze e Meia. Há inúmeras amostras de colonialismo desta vez interno: no sudeste e sul se fala o artigo definido diante de nomes próprios, no nordeste, p. ex., não se usa, mas aos poucos o povo vai aderindo. Caraca! Resiliência! É complicado
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humberto cavalcanti
Mas cadê Gilberto Freyre e o elogio da mestiçagem? Cadê Antônio Risério em Identitarismo? A macaqueação foi ótima.
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Felipe Vasconcelos
Contra purismos, valorizar a diversidade da mestiçagem. Povos misturados são mais resistentes a doenças. É a própria biologia defendendo a mistura.
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RICARDO RODRIGUES SILVA
Baseado em nenhuma base científica
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Marcus Vinícius Xavier de Oliveira
De fato, o texto é um tanto quanto hermético e de conclusão difusa, mas, apesar disso, me parece ser evidente a defesa do conceito de mestiçagem como elemento de composição da população brasileira, vendo o colorismo "preto" e "branco" como um equívoco que se explica pela influência de teses estadunidenses. Duas coisas: o branco brasileiro não é assim percebido fora do Brasil; preto como minoria deixou de sê-lo quando pardos foram incluídos na categoria racial, donde a disputa colorista hoje.
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jesen baptista dos santos
Bege esverdeado? De onde saiu isso? É levar a ocupação demasiadamente a sério.
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EVERTON RAMOS
Li e reli o artigo e continuo tentando entender o objetivo. Não conheço a senhora, mas pelo nadismo do texto, parece mais uma intelectual branca da elite paulistana justificando a injustiça causada aos seus brancos privilegiados!
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Marcos Benassi
Ôôô, prezada Ana, que belo texto! Não sei se cheguei onde você pretendia que seu leitor chegasse; apenas digo curioso termos, neste Domingo, você e o Schwartzman tocando, de modo bastante distinto, na mesma questão. Eu, "branco brazuca", tô curioso pra ver se dá debate, e de qual densidade. Vejêmo.
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Paulo César de Oliveira
Será que não teria sido possível substituir o "dessorar" por "enfraquecer" ou "debilitar", sem perda de sentido? Para que a metáfora lacticinia?
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humberto cavalcanti
ser hermético e usar vocabulário para poucos dá status. Mas cadê Gilberto Freyre e o elogio da mestiçagem? Cadê Antônio Risério em Identitarismo?
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Marcos Benassi
Hahahahah, "metáfora laticínia" foi ótema! Nossa articulista é uma literata, Paulo, deve ser desse soro que vêm a coisa.
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