Amor Crônico > 'Não quero te machucar': o clichê dos fins que protege mais quem termina Voltar
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Há homens que terminam a relação desse jeito educado no intuito (em vão) de amenizar as crises de choro, gritarias, surtos e quebras de objetos pelas mulheres evoluÃdas e superiores do século 21. Mas não tem jeito, elas sempre vão reclamar do homem, independentemente de como ele aja, afinal este é o esporte principal das frustradas.
Bobagens!!! Os artigos das colunistas que falam de comportamento aqui no Uol parece que se utilizam de um cópia e cola, sempre a mesma do "macho frágil desconstruÃdo" feministas tem que saber que o feminismo não teve e não tem toda essa importância que alguns homens e mulheres dão a ele, e que por mais que o macho esteja " desconstruÃdo", o jogo que as mulheres jogam ainda é o jogo dos homens, é só ver a Dilma Roussef, presidenta, mas sempre jogando o jogo dos homens, com desconstrução e tudo.
Ah, evidente. Todos os homens, sem exceção, narcÃsicos, infantis e perfeitamente babacas. Ela, claro, paira acima desse pântano moral, imune, iluminada, quase etérea. As feministas, por sua vez, autoproclamam-se uma espécie de Übermensch nietzschiano de edição especial, livre de contradições, falhas e ambiguidades humanas.
Lendo esse artigo, me senti como se ele tivesse sido escrito por outra pessoa, não por você. Gosto de ler sua coluna pela forma edificante e propositiva como aborda as relações. Esta, contudo, me causou repulsa esse tanto de xingamento. É um pouco triste ver como esse estilo de redação tem se tornado o padrão. Promenade do U2 pra v.
Paz e bem, irmãzinha!
Teve chance de se aprofundar no sentido de comportamentos, relacionamentos e alma humana, mas trocou isto por mero discurso identitário. Citou psicanálise e nem considerou mencionar inveja do "Bênis".
Poisé... Acho que mulheres também terminam reacionamentos quando não estão mais a fim do prÃncipe encantado. Melhor assim do que continuar por pena, dó, ou falta de coisa melhor.
A todos os envolvidos, homens, mulheres e cronista, eu diria a mesma coisa: CRESÇA.
Que bom que o carro importado foi trocado por bicicleta eletrica
A crônica é muito boa. Acho que corresponder ou não vai de cada um, mas entendi o jogo sujo aÃ. É como aretha franklin: the first day, he kiss me and go away, he is so mean, i was only seventeen...
Mas é o Batman quem precisa proteger suas namoradas dos seus inimigos que querem usá-las para atingÃ-lo. É muito nobre.
Não sei se é o fato do afeto do outro ser visto como demanda e castração ou se consiste mais de uma aversão a ser enquadrado em um rótulo facilmente lido.
A coluna me pareceu indicar mais um desabafo e a dificuldade da colunista em lidar com uma rejeição...
Também achei.
Sempre receio a generalização que classifica "homem como" do mesmo jeito que detesto as generalização sobre " mulher é...". Acho que o texto invoca uma linguagem sofisticada para destilar, também, possiveis pre conceitos. É uma simplificação.
Sim, Carol, e é importante esclarecer que tu está comentando sobre uma provocação que recebeu de leitora e, portanto, está falando de homem que foge. Fosse uma provocação de um leitor e, aà sim, penso, a análise mudaria (registro isso pelo que vejo nos comentários). Enfim, recordo de uma amiga nossa de juventude, que recebeu pé na b u n d a com o argumento do parceiro de que tinha sentimento de irmão por ela. 30 anos atrás.
A colunista escreve como se as mulheres não fizessem o mesmo com os homens. Talvez imagine que a atitude seja mais comum em homens, mas com base em que pesquisa? Tenho pena dessas pessoas com a cabeça (humana) reduzida a um gênero, presas na "identidade", incapazes de se ver no lugar do outro...
Aguardo o discurso da nova mulher sensÃvel.
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