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Parabéns pelo brilhante "texto". Uma verdadeira aula. Gratidão pela sagacidade histórica e filosófica.
O Brasil adotou o modelo de combate ao racismo do norte americano. Mas esse modelo é inadequado à nossa realidade. No Brasil, apesar do racismo, a população é miscigenada. Não faz sentido uma pessoa com mãe branca e pai preto renegar parte de sua origem branca. O brasileiro rompeu o cordão umbilical tanto com a Europa quanto com Ãfrica faz tempo. Somos brasileiros. O nÃvel socioeconômico deveria pesar mais nas cotas e depois o tom da pele.
Concordo
Que tÃtulo ridÃculo hahahaha.
A questão principal é combater o problema e não quem se aproveita dele. Por acaso a polÃcia vai sair perguntando qual o viés polÃtico de quem praticou racismo ou discriminação?
Eu concordo com o autor. Eu sou o legÃtimo brasileiro. Filho de pai branco descendente de italianos e mãe preta amerÃndia. Fisicamente falando eu pareço um Ãndio. Todavia, para os movimentos de esquerda e afros, eu sou apenas negro. Para eles, eu não posso exaltar minha herança nativa indÃgena e não posso exaltar minha herança europeia, porque eles acreditam que minha única ancestralidade seria negra africana por causa da escravidão. Eu sou mestiço das três grandes etnias que moldaram o Brasil.
Como dizia Glauber Roacha : "Um Brasil lusitano, africano, indÃgena, moçarábico!"
Hoje tambem o cantor latino Bad Bunny anti di rei ta anti ra cis mo - que esculachou o Trump no Grammy -Canta na final do superbol americano para 400 milhoe de americanos e latinos etc hoje as 20 horas na tv
Vamos lembra-los tambem que: Os socialistas portugueses mandarama direita para o raio que os parta.. vitoria de 73%
Nem vou entrar no mérito da questão racial. Nossa extrema direita, o bolsonarismo, é autoritário e de tendencias fascistas. Como tem gente disposta a fingir que não é.
Pra cima de MOI,que vc não vai lacrar......quanta asneira.....
Tem muita manipulação deste tema por interesses diversos. Um mestiço tem uma ancestralidade europeia, origem de nossa cultura brasileira, a lÃngua, a religião, os mecanismos constitucionais , a medicina , a busca da tecnologia. Tem também ancestralidade africana ou indÃgena, e é uma dádiva vivermos num paÃs onde todas as etinias se congregam no amor e no casamento formando a identidade brasileira .
*Etnias
Mais um candidato a intelectual orgânico do bolsonarismo? Precisa de muita arrogância para se achar capaz de aproximar a esquerda brasileira de Victor Orban... mas em Banânia se plantando tudo dá.
Sabia que o Orban está sendo cotado para a ONU? Foi o nome mais votado
So se for para limpar os banhaeiros... deixa de escrever bobagem, vc acha que so tem tro xa da di re ita aqui ....
Mas que papinho furado,hein Zelis....vc de novo aqui lacrando.....vai escrever para a OESTE.....vai...
É curioso ver Orbán falar mal da mestiçagem. Os magiares eram asiáticos, da mesma forma que os hunos, comunidades heterogêneas de pastores nômades definidas por limites fÃsicos, os Montes Altai, os Montes Urais, as estepes, o Mar Negro - quase a mesma cultura dos sagitários do Khanato da Horda Dourada. Que mal há em ser tártaro?
Correção: comunidades heterogêneas de pastores nômades definidas pelos limites fÃsicos das estepes, os Montes Altai, os Montes Urais, o Mar Negro
Quando se olha as seleções atuais de futebol europeias nota-se como o rosto das pessoas é bem mais escuro que antes, enquanto o rosto oficial (das autoridades polÃticas por exemplo) é bem menos afetado. Isso ocorre na América Latina há muito tempo, só que aqui a sociedade é mais hierárquica. Todos tem seu lugar, mas os lugares não são os mesmos. Como a sociedade deles não é hierárquica dessa forma, os conflitos não se acomodam, e explodem com racismo e xenofobia.
Cheguei a ler uma matéria, se não me engano, no Estado de Minas, desestimulando pessoas negras a se envolverem em relacionamentos estáveis com pessoas brancas, porque o contato com a famÃlia do cônjuge branco poderia trazer feridas emocionais com racismo implÃtico.
*implÃcito... E embora comum e significativo, disseram que esses relacionamentos são "minorias", simplesmente porque na tal estatÃstica citada as relações inter-raciais não ultrapassavam a barreira dos cinquenta por cento. Acham que os leitores não percebem as artimanhas.
Parabéns a Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre e agora a jovem Beatriz Bueno pela celebração da mistura.
Autor poderia ter utilizado a tese do racismo estrutural. Teria ficado menos confuso e sem necessidade de comparação com sociedades bastante distintas da Brasileira.
Primeiro, existe racismo no Brasil. Segundo, o Brasil é um paÃs mestiço. Terceiro, a miscigenação brasileira não elimina o racismo. Quarto, os pretos têm o direito de cultivar sua ancestralidade africana. Quinto, os pardos têm direito de celebrar o seu multipertencimento e a sua miscigenação. Sexto, o Brasil tem uma contribuição original a dar ao mundo: o elogio da miscigenação.
Assim como o fim da escravidão, carteira de trabalho, "Venezuelelização" ... Vocês não cansam de passar vergonha? Vocês acreditam no que publicam? A concessão dessas mÃdias tradicionais precisam urgentemente de regulamentação! Dines deve tá se contorcendo no caixão!
A direita sendo extrema direita como sempre! Além de racistas por natureza são contra a mistura de raças também! Acusar a esquerda brasileira daquilo que nunca foi é uma mentira deslavada! Aliás os argumentos dessa gente é sempre a mentira!
Repare que seu texto, nao convence nem vc... Alem de que, 80% dos comentários colocam vc e sues poucos amigos em uma minoria mais acuada que o Bozo na Papuda.
Marcos Machado E a direita até hj assassina muito mais que isso Vide o que Israel faz no oriente médio, e os americanos tem liberdade para assassinar que e que esteja no seu caminho Mas eles tem esse aval de vcs .
Amigo, o maior inimigo do socialismo não é a extrema esquerda, mas sim o AltÃssimo Deus e a Realidade! como vocês conseguem dormir professando uma ideologia que assassinou mais de 100.000.000 de pessoas entre 1917 e 1989? vocês vivem uma esquizofrenia coletiva.....debater com esquerdopatas é exercÃcio de psiquiatria! o mais triste é que terminarão a Vida sem compreender que o Lula é o pai e o carcereiro de vocês....
Kkkkkkk, só faltava essa. Articulista contratado.
Ótimo artigo. Vale lembrar que o Datafolha descobriu que 60% dos classificados como Pardos não se consideram negros - mas o IBGE os classifica assim.
No fundo é o colunista quem crê em raças puras e tem um viés racista. Não há raças humanas e somos todos mestiços de populações q migraram e se misturaram por milhares de anos. É desonesta a insinuação, ao fim do artigo, de q a esquerda é contraria ao casamento entre pessoas de raças diferentes. A critica é de q o conceito de parditude é vazio e divisivo, pois o racismo reage ao fenótipo, não à carga genética. A maioria dos brancos e pretos no Brasil tbém tem ancestralidade multicontinental.
Excelente artigo, argumentação sólida, fundamentada, sem a histeria que costuma acompanhar o tema. Obrigado
Se essa é a argumentação que tem a oferecer nem precisa botar a roupa de palhaço, já está nela
Esta é a melhor piada que ja ouvi nos últimos dias magnifica... Argumentacao solida!!!! vou rir o carnaval inteiro vestido de palhaco com roupa e nariz verde amarelo
Parabéns pelo ótimo artigo. Acrescento.Os tataranetos do Século dezenove, devem receber o empurrão,aqui e agora, para saÃrem da pobreza.Foram jogados ao deus-dará e para competir com os bem-nascidos do século XXI:Cota Social. Seria a mais Justa Ação Afirmativa.Sou pela Cota Social e pela cota do PcD. Pardos: se inclui o Pardo, deve-se confiar na Palavra de quem se declarou!O Ministro Dino se diz Pardo: e ele é mais branco que eu! Solidarizo-me com a Intelectual.
Péssimos artigo para defender o racismo da extrema direita brasileira.
Qdo você coloca cotas para negros já estão os colocando como seres inferiores intelectualmente. O que não é verdade. Cor ou raça não mede QI Alguém conhece algum paÃs que os coloca em cotas?
A cota social é uma forma de reparação pela falta de isonomia entre ricos , classe média e pobres ! Nada mais justo do que destinar parte das vagas em universidades públicas para quem não teve a oportunidade de estudar em boas escolas já que as escolas públicas sucumbiram há muito tempo ! No entanto , cotas para concursos públicos não são ações afirmativas e sim ações com viés polÃtico !!
Não é questão de inferioridade intelectual, repiso-me! Quem estuda numa ótima escola compete desigualmente com quem estuda numa escola mais humilde. Um pobre competir, num concurso, com a classe média ou alta? Há uma clara infração ao princÃpio da isonomia. O pobre de hoje é o descendente do escravo de ontem e que nem é mais pardo.A cota social é o caminho mais Justo para quebrar a desigualdade.
Cota deve ser a Social. Aà será uma Ação Afirmativa mais Justa. O descendente de escravos, que não são nem mais pardos, devem receber Afirmação,por intermédio da Cota, no século xxi ,para sair da pobreza. Cota? Social e de PcD! Um pobre para competir com o bem nascido, só por meio da Cota Social. Não é questão de inferioridade intelectual: quem estuda numa ótima escola compete desigualmente com quem estuda numa escola humilde.A Inteligência é a mesma, a oportunidade é diferente.
Que bobagem. A cota não coloca ninguém como intelectualmente inferior mas como socialmente inferiorizado. Não tem vergonha de expor a sua ignorância de forma tão aberta?
Você bateu a meta no festival de argumentos batidos, ultrapassados e equivocados.
Lá vem a escravocrata. Não sabe que o Brasil foi o último paÃs que aboliu a escravidão (forçado pela Inglaterra). E ao invés de indenizar os explorados escravos, indenizaram o Senhor do Engenho. Não estudar dá nisso.
Pardos… A questão é que estão (sim, os outros!) sempre querendo nos dizer a quantos graus de distância ou proximidade estamos em relação ao preto ou ao branco. É chato. O importante é combater o racismo, de maneira sábia e eficaz. É uma luta muito árdua, vamos reconhecer.
É evidente que esse artigo visa desacreditar o programa de cotas, que tem como fundamento a inclusão e a mobilidade social, ao mesmo tempo que tenta manter o status quo da exclusividade ao ensino universitário para pessoas de classe média e alta. Entendo o dilema de quem é filho de pai branco e mãe negra, como a Beatriz, mas isso não pode desmerecer a iniciativa social do programa de cotas, que mesmo com seus defeitos, gera oportunidades para quem nunca teve.
Não e evidente que o artigo combata as cotas, essa alegaçãome parece uma forma facil de fugir ao debate legÃtimo. Na minha opinião, o artigo complexifica o debate, elevando o seu nÃvel, o que é a melhor maneira de manter as cotas, para além dos dogmas raciais de movimentos "identitários", que se assemelham ao racismo em sua valorizaçãoda pureza racial contra a realidade da miscigenação.
Pode até ser que esse posicionamento aconteça no meio acadêmico, ao qual o autor pertence. Faltou citar no artigo polÃticos de esquerda e centro, como feito com polÃticos da extrema direita, notadamente a famÃlia Bolsonaro.
Picuinhas acadêmicas sobre nomear ou rotular tipos biológicos podem servir (ou desservir) as polÃticas de cota e nada mais que isso. Estranho é o autor, a partir de algumas opiniões também acadêmicas supor que toda a esquerda adote discurso racista contrária à aceitação da mestiçagem como espécie a ser catalogada. No mais, estatÃsticas e modos de ser não deveria se preocupar em separar brasileiros pela cor da pele, exceto no reconhecimento de que negros ou "mulatos" (adoro essa palavra) tenham
Direitos por distorções históricas adversas que lhes retiraram cidadania.
No Brasil, a mestiçagem é uma realidade altamente positiva. Eu estou colaborando com ela.
Há uma confusão aqui. O discurso identitário do movimento negro busca resgatar o orgulho da ancestralidade africana, algo intencionalmente apagado pelo escravizador. Isto abrange negros, pardos, ou quaisquer outros grupos que se percebam culturalmente conectados à Ãfrica. Outra coisa é a polÃtica de cotas, que, a despeito de todas as contradições inerentes à sua implementação, ainda é necessária, em virtude da ensurdecedora ausência de pretos em posições social e economicamente prestigiadas.
Acabo de enviar comentário com considerações sobra e colonização da Ãfrica por paÃses europeus, de modo a criticar as polÃticas imigratórias na Europa. Necessariamente, utilizei algarismos para referir datas e extensões geográfica de paÃses. Nada há a moderar no meu comentário.
A Europa partilhou a Ãfrica (Tratado de Berlim de 1885). Chamavam-na "quintal da Europa". Esquisito: a pequenina Bélgica, com área de 30.000 km2, era "dona" do Congo Belga, com 2,6 milhões de km2! Alemanha, França, Reino Unido, Bélgica, Portugal, Espanha e Itália levaram da Ãfrica minérios nobres, borracha, mão de obra de graça, vida digna etc. Então, os migrantes africanos apenas cobram parte da dÃvida da Europa com a Ãfrica. A mestiçagem no Brasil é real - ainda bem. Só não a vê quem não quer.
Ao contrário de sexo, que possui clarros determinantes biológicos como anatomia e genótipo (embora existam raros casos de desencontro entre fenótipo e genótipo), “raça” não possui bases biológicas — ou mesmo critérios claros de diferenciação entre raças. A miscigenação tende a embaralhar até mesmo os marcadores genéticos de origem ou etnia. A questão, então, é: que sentido tem a categoria raça, e qual sua utilidade?
A noção de “raça”, tal como mobilizada no debate contemporâneo, não remete a uma diferenciação de ordem biológica ou genética. As ciências sociais demonstram de forma consistente que não existem raças humanas do ponto de vista cientÃfico. O que existe, entretanto, é um "processo histórico e social de racialização" dos indivÃduos e dos grupos, cujos efeitos concretos e mesuráveis no acesso à educação, formação profissional, empregos qualificados, renda, serviços públicos e reconhecimento social.
Partindo do seu pressuposto , já que raça não importa , não há necessidade de cotas raciais.
O tÃtulo é enganosa, mas o tema é interessante. E lança dúvida sobre justiça das cotas numa população maciçamente mestiça. O melhor continua distante: educação pública de excelência até o ensino médio. E superior com coparticipação. Aà é mexer no nicho da esquerda!
Como podemos ver nesse artigo, a direita universitária se especializou em entortar os fatos, tentando reescrever a história aos seus olhos e em seu benefÃcio. Fascistas sem vergonha!
Xingar e desqualificar o outro é um facil e tolo prazerzinho, que une o pior da esquerda e da direita. Debater e respeitar o outro é mais dificil, embora seja a essencia da vida democrática
Tem cada uma q não é duas, o sujeito tenta lançar uma tese "terraplanista" se utilizando de um exemplo isolado pra tentar provar o improvável, óbvio q sempre vai ter alguém q creia q a terra é plana e é tudo uma grande enganação da esquerda estadunidense kkkk
Quando eu era professor universitário e estava com preguiça de trabalhar, montava um debate sobre este tema ou sobre pensão alimentÃcia. Era tiro e queda: os alunos quase se pegavam em discussões estéreis e o tempo logo passava kkkkkk. Penso muito sobre isto, porém já não temos liberdade de expressão para defender pontos de vista contrários à corrente dominante, pois qualquer manifestação que desagrade é crime inafiançável.
Podemos ver aqui toda as mediocridade de uma pessoa que não tem vergonha de se mostrar incompetente.
Esse carioca Rodrigo é muito português, seja pelos sobrenomes Perez e Oliveira que o acompanham, seja por desvirtuar a esquerda em defesa da civilidade racial.
E detalhou estranhamente muito a direita de Obran ou Bolsonaro, assim como já criticou no passado greve de caminhoneiros e se opôs aos Trans em defesa mais das mulheres.
Um texto interessantÃssimo. Nunca havia pensado dessa maneira: há negros de esquerda que reivindicam uma pureza racial excludente, à semelhança do que fazem brancos da extrema direita.
As ciências sociais se beneficiariam da utilização de uma abordagem mais biológica , a tempos que avanços na genética demonstram que a espécie homo sapiens é por demais recente e pouco diversa para que o conceito de suspécies (raças), tenha nela relevância, todo o resto é fenótipo e cultura , pensando por esse prisma talvez possamos superar esse fantasma de superioridade de grupos sobre outros qe nos assola a séculos e sempre insiste em retornar após causar repetidos infortúnios
Desculpa, mas essa retórica é desonesta, e já virou um lugar comum (comparar os "identitaristas" com a extrema-direita). Todos os grupos de direita citados preconizam evitar que grupos diferentes possam se relacionar (brancos e não brancos, por exemplo). O que o movimento negro brasileiro lutou foi para que descendentes de africanos se identifiquem em uma categoria comum, isso nunca significou recusar relações entre grupos diferentes. Abdias do Nascimento era casado com uma mulher branca!
Já somos uma nação de pardos e isto é maravilhoso. O artigo deturpa a realidade.
Posso dizer aos familiares, pois estamos sempre vigiados por uma ditadura de idéias, na maioria das vezes por indivÃduos intelectualmente fracos (estes que em dois minutos de debate não se sustentam devido a carência de argumentos) - "manobrar nosso carro" está ficando impossÃvel. Há tantas balizas que fica quase impossÃvel nos posicionarmos sem sermos taxados de sociopatas. Estudei 6 anos em universidade federal durante década de 90 e sempre debatemos livremente. O sarrafo está muito baixo!
Pois é, eu li Freyre e não é difamação dizer q ele minimizava os horrores da escravidão e era negacionista da existência de racismo no paÃs. Argumentos ainda usados pela direita para se opor a qquer polÃtica compensatória a negros e indÃgenas. Pra mim o difamador é o colunista, qdo afirma absurdamente q a esquerda rejeita a mestiçagem, gde mentira. O q a maioria da esquerda faz é reconhecer q qquer um q desvie do fenótipo europeu é vÃtima de racismo, e propõe ações de inclusão social.
César, vc deveria ler Freyre (é com Y), veria q ele é um negacionista do racismo, q vc reconhece existir. E a questão q eu coloco é a desonestidade do autor, ao dizer que a esquerda rejeita a mestiçagem, mentira da grossa. Ao mesmo tempo, sugere q o bolsonarismo não é racista, mas eles só usam a miscigenação como argumento para negar o racismo e ações compensatórias. Qto à expulsão da aluna, q se investigue. Se foi ideológica, q se reverta e se puna a direção da escola.
Ricardo, você leu Freire e parece que só tem criticas à obra. Existe racismo no Brasil como sempre existiu no mundo, é uma das nossas chagas. Mas a discussão aqui é mais sobre o totalitarismo de uma parte da esquerda em relação à qualquer ideia contrária. Se não é permitido discussão na academia e uma garota parda, pobre e sozinha é absolutamente massacrada por identitários e expulsa do seu curso, nós realmente temos um problema.
Edson, percebo q vc é um dos q não leu Gilberto Freyre, acho q nem sabe de quem estou falando. Tente a Wikipédia, verás q é com y, como aliás grafou corretamente o autor do artigo.
Freire é com "I".
Pra quem é fã de Freyre, recomendo ler a passagem em Casagrande e Senzala, na qual descreve com doçura e nostalgia como os filhos dos senhores de engenho perdiam a virgindade estuprando suas escravas. O colunista talvez veja o trecho como sendo romântico.
Quem está nas universidades sabe muito bem sobre o que o texto está falando. O fanatismo identitário nega evidências : casais internaciais são uma realidade Brasil afora. E ai? A descendência desse casais dirá que só tem uma ancestralidade? Vamos selecionar quais ancestralidades serão invisibilizadas? PS: tenho lugar de fala pois venho de famÃlia interracial. Lamentável a censura e o descaso pelo dissenso em programa de pós graduação. Falar pra paróquia não é bom para a ciência.
Foi bem, exceto invocar "lugar de fala". Fora isso, de acordo. Racialização e pureza entnica sao teses repugnantes
Putz!. Mas que dia abos de artigo é esse?.
Resumindo o meu comentario abaixo, Alguns direitistas egressos de manicômio, afirmam partir de " Um unico caso em Uma Unica Universidade"... Que o racismo contra negros e pardos no Brasil e culpa dos negros e pardos de esquerda. O Pior de tudo é que a F S P teve o a coragem de publicar
Nunca li nada tao distorcido criminosamente. . Como Pesquisador social, ativista e pardo. Sabemos que o preconceito de classe ( de brancos principalmente de direita) empurrou os negros e pardos; maioria da populacao para a exclusao e baixa renda. Somente alguem muito mal intencionado pega um caso (o da expulsão da universidade - minorias ) e aplica para toda sociedade. Ou seja o jornal publicou a maior Mentira em toda historia brasileira sobre causas e origens do Racismo.
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