Alexandra Moraes - Ombudsman > Androides sonham com leitores de carne e osso? Voltar

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  1. ALCEU SANTUCCI BRAVO

    1. Não pago o jornal para ler texto escrito por IA. Não leio essa moça, mas me preocupa que a moda pegue. 2. Não entendo para que te-la na equipe de articulistas se ela não tem tempo para o público do jornal. Gosto de ler quem quer se comunicar com os leitores. 3. O jornal deveria exigir que os articulistas deixem expresso quando seu texto foi total ou parcialmente escrito por IA. 4. Prefiro não ter IA para artigos de opinião. Quero ler gente que escreve com suas próprias palavras.

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  2. ALEXANDRE LOURENCO

    Ela basicamente disse que não vale a pena perder tempo com vocês aí desse jornaleco kkkk Vai ficar por isso mesmo???

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  3. Felipe Andrey

    Muito decepcionante e triste que uma colunista que assume com tanto cinismo e defensividade (contra os leitores, ainda por cima) o uso de IA dessa forma integre o quadro de autores do jornal.

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  4. André Matsushita

    Considerando que as IAs são treinadas usando textos de outros autores e que não sabemos se esses textos foram obtidos de forma legal, vide caso da Meta treinando sua IA com livvros pirateados, creio que uma empresa cujo seu produto final são textos no mínimo deveria informar aos seu assinantes pagantes se os textos publicados foram gerados por IA

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    1. Felipe Andrey

      Na maior parte das vezes, não são alimentados com conteúdo obtido de forma legal. Inclusive, a própria Folha processou a OpenAi por uso de conteúdos seus com Paywall sem pagar por eles. Triste demais.

  5. Júlio Cezar B Silva

    Cara ombudsman, isso é simplesmente uma postura relapsa. Um texto para passar pano a patrão. Não que outros tantos "autorais" deste egrégio jornal não pequem pela BI (burrice artificial), que já são grandes agregados de senso comum. O duro é essa escalada de colunistas meia-boca. Esse é só mais um exemplo. Há ignorantes para tudo; inclusive para nós, que mandamos um $ para este jornal. Agora, é de se esperar que a direção tenha um pouco mais de critério que apenas o número de acessos.

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    1. Júlio Cezar B Silva

      BA*

  6. FLAVIO CALICHMAN

    É razoável que a pessoa se valha da AI como ferramenta acessória e para suprir trechos pontuais na redação de um texto profissional a publicar em um jornal dotado de paywall, portanto com acesso oneroso para os leitores. Não é admissível é um texto escrito majoritária ou exclusivamente por AI; admitir que a participaçao do, ahem, "autor", se limita à elaboração da premissa , do tal do "prompt", é confissão de incompetência, de inépcia e, francamente, da intenção de fazer o leitor de idiota.

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  7. VINICIUS DE OLIVEIRA SOUZA

    O que me choca não é a colunista usar Inteligência Artificial para elaboração de textos, é ela estar entre os colunistas da Folha. Nós assinantes pagamos para ler ideias articuladas por pessoas, mesmo que discordantes. Urge a Folha rever essa sua postura permissiva e descredibilizante do jornal como um todo.

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  8. Hudson Neves

    Acredito que a Folha tenha se deparado com uma questão que é mais importante do que parece, à primeira vista. Segundo disse a ombundsman, outros grandes jornais não permitem este tipo de prática. Eu, particularmente, acredito que o jornal não deveria contratar para colunista alguém que tem preguiça ou é incapaz de articular as ideias que defende. Deve haver outros cargos disponíveis numa empresa deste porte, para quem não se notabilizou pela sua escrita, penso.

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  9. Hudson Neves

    Acredito que o exercício da leitura é uma forma de conhecer e internalizar diferentes padrões de escrita. Cada autor tem seu estilo. Não se trata apenas das ideias, como alguém defendeu aqui nos comentários. Se for pra conhecer um conjunto de ideias sobre um determinado tema, apenas, eu vou no youtube e assisto algum vídeo sobre. Me interessa a autoria dos textos. Essa "colunista" acabou de implodir com esta ideia, dando este golpe.

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  10. Hudson Neves

    Essa notícia "desceu" muito mal. Nunca me interessei pela coluna da Natália Beauty. Os temas que aborta e meu total desconhecimento a respeito de sua existência antes de aparecer no jornal contribuíram pra isso. No entanto, havia leitores para esta coluna. Eu, no lugar deles, me sentiria enganado, se passasse um tempo num jornal - que ajudo a financiar - acreditando estar em contato com formulações textuais de uma pessoa e de repente descubro que era um robô.

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    1. Hudson Neves

      *aborda

  11. Ana Clara Santos

    kkkkkkkkkk fork found in the kitchen

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  12. Sergio Makrakis

    Os chamados detectores de Inteligência Artificial não funcionam de forma confiável. Diferentemente dos detectores de plágio, que identificam textos semelhantes, esses sistemas não conseguem determinar com precisão se um conteúdo foi produzido por uma pessoa ou por uma máquina. Recusar o uso da IA na redação é o mesmo que defender a máquina de escrever em vez do computador. As ideias continuam sendo humanas; a tecnologia apenas auxilia na organização e no aprimoramento dos textos.

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    1. Joao Cellos

      Papo furado. Isso é pagar para ler algo que a pessoa não escreveu. É plágio na cara dura.

    2. Sergio Makrakis

      Fernanda, como o humano é o responsável moral, ético e jurídico do texto que elaborou com o uso da IA, é imprescindível a conferência das fontes que a IA te forneceu. Peça para a IA te listar as fontes que ela consultou.

    3. Sergio Makrakis

      Fernanda, claro que as IAs tem suas complexidades, limitações, é necessário que saibamos disso. Mas, são duas questões distintas. Uma é o IA fazer todo texto para você usando apenas um comando. A outra seria você elaborar um prompt delineando as suas idéias, seus destaques e restrições. Possivelmente a primeira abordagem será entendiante. A segunda a IA estará aprendendo. Desta forma, não tem limites, a IA continuará aprendendo. Quem não usar ou ensinar sua IA, já está ficando para trás.

    4. Fernanda La Cruz

      Sergio, não é tão simples. Sem inteligência artificial, o computador não cria texto, é apenas uma máquina de escrever digital, que permite editar e apagar, escolher fontes, cores etc. A IA "organiza" as ideias, mas faz isso com um padrão: todos os textos tem mais ou menos a mesma estrutura, entendiante. Além disso, reduz nossa capacidade cognitiva (até a calculadora faz isso). Tem ainda o problema de segurança de dados, alucinação quando inclui informações e muito mais.

  13. Bruno Henrique de Moura

    Eu faço questão de pagar minha assinatura para remunerar jornalistas que ficaram 5 anos na faculdade estudando para produzir conteúdo noticioso de qualidade, não para financiar IA. decepcionante, Folha.

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  14. Rodrigo Flexa

    A coluna é publicada com a autoria atribuída à tal Beauty, mas sempre foi uma farsa, uma mentira, pois é um robô quem escreve, que vexame.

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  15. Valter Luiz Peluque

    A robotização humana em andamento!

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  16. Marcelo Fernandes

    Um total de 0 pessoas surpreendidas. Afinal, não daria pra esperar muito de uma colunista que assina "Beauty".

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  17. Felipe de Oliveira Mateus

    Devo dizer que, baseado no conteúdo dos textos da colunista, tudo faz mais sentido agora.

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  18. IRINEU LIBRENZA

    Acho que tem um crime embutido aí. Um engano criminoso aos leitores. Vergonha para a colunista e para o jornal. Parabéns à ombudsman pela denúncia, tem muita coragem aí.

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  19. Daniela R A

    Estou em busca de um emprego remoto. Sei escrever. Se bem ou mal, não sei. Também tenho ideias próprias. Não necessito de IA.

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  20. Rodrigo Flexa

    A folha demitiu Jânio de Freitas, Reinaldo Azevedo e Juca Kfouri, mas dá espaço para uma colunista fake, mentirosa e fascista - fechem logo essa porcaria de jornal decadente e golpista.

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  21. Jaqueline Orda

    Acho ok usar IA...mas muito, muito ruim não sermos avisados.

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  22. André Luís Alves Silva

    Na próxima coluna dela, vamos perguntar em que parte o robô escreve e em que parte ela dá, por voz, o pitaco.

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    1. André Luís Alves Silva

      Sugiro um tema: física quântica.

  23. Natalia Deganello

    Se for para assinar o jornal para ler colunas feitas pela IA, para mim é melhor cancelar a assinatura e tratar direto com o programa. Claramente a única razão de se manter tal pseudo colunista é pelo seu número de seguidores nas redes.

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  24. Lorena Almeida Pardelhas

    O nome com que a pessoa assina as colunas já faz rir. Beauty. Mas e a Folha , que coloca uma sra especialista em vender cosméticos , e finge que escreve coluna em que expõe suas opiniões políticas. É tão absurdo isso. E quem tem a culpa? O jornal, claro. E pior, para dar voz para reacionários demitiram grandes nomes do jornalismo. É de chorar. Ou procurar o Procon.

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  25. Hudson Neves

    Comi uma pessoa que tem preguiça ou dificuldades de articular ideias consegue um emprego em um jornal do porte da FSP como colunista?! Nesse primeiro momento estamos boquiabertos com tal situação. Mas pode chegar um momento em que o leitor passe a se perguntar se quer mesmo pagar pra ler textos criados por robôs.

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    1. Hudson Neves

      *como

  26. LUIS PASSEGGI

    comentario muito acertado de Helder Nozima numa rede social, agora: Olha, melhor a @folha demitir a colunista e pedir para a IA escrever como se fosse a Natalia Beauty para publicar. Economiza uma grana. E é sinal de que ela também não tem muito a acrescentar.

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  27. Wagner Passos Garcia

    Assim como os alimentos transgênicos vêm com o símbolo identificador, seria útil e viável identificar a parcela de composição da IA nos textos ou outras artes do jornal?

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  28. Marcelo Almeida

    Estou estarrecido com as três partes: a "colunista", a ombudsman e a Folha. Todas negligentes e preguiçosas.

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    1. Felipe de Oliveira Mateus

      A ombudsman não tem nada a ver com isso. Pelo contrário, presta um serviço aos leitores e aos colegas profissionais do jornal ao expor que uma colunista usa IA para redigir textos

    2. IRINEU LIBRENZA

      Marcelo permita- me respeitosamente discordar quanto à ombudsman. Acho que ela fez o seu serviço: os leitores reclamaram, ela foi atrás, desmascarou o jornal e a colunista e publicou a mentira com todos os nomes e letras. Acho até que deveríamos parabeniza- la. No mais estou contigo e até te acho muito condescendente e gentil.

  29. Nivaldo da Costa Pereira

    Lamentável o comportamento/posicionamento da FSP. A colunista poderia informar que seus artigos estão nutridos de IA. Seria respeitoso com os leitores.

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  30. jose camargo

    Não vejo problema, desde que seja informado. Esse é o preço que pagaremos, cada vez mais, pelo avanço tecnológico. Afinal, pra que serve a tecnologia? Pra inglês ver ou para facilitar-nos a vida? E parabéns pela sinceridade da colunista. É possível sim dialogar com a IA e através de comandos simples arrancar dela tudo o que vc quer.

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    1. André Luís Alves Silva

      A sinceridade da colunista veio depois de desmascarada. Se você gosta de ler bula de remédio, entendo sua posição. Já a leitura opinativa num jornal como a FSP merecia um mínimo de qualidade literária de um jornalista de carne e osso.

  31. Emerson Marcos Leal

    Ou seja o texto não é dela e ela n deveria ter uma coluna em um dos maiores jornais do Brasil.

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    1. LUIS PASSEGGI

      Entenda como isso e bom para você : “ apenas pediu pra IA que elaborasse um texto” rsrsrs [inserir aqui emoji de palhaço]

    2. jose camargo

      Discordo. Ela apenas pediu pra IA que elaborasse um texto seguindo determinados comandos que certamente trouxeram de volta aquilo que ela pensava sobre o assunto. Não vejo problema.

  32. José Marques Mendes

    Isso significa que ela não tem competência para expor através da escrita os seus pensamentos. A FSP deveria bani-la porque, no fim das contas, o texto não é dela.

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  33. Raphael Preto Pereira

    Sempre achei as colunas da moça meio artificiais. Não me atrevo a dizer, levando em conta a qualidade dos textos (principalmente os opinativos) quais os outros colunistas que eu acho que fazem uso dessa prática. Só digo que pelo perfil, se pegos no pulo fossem, bradariam serem vítimas de "cancelamento " ou "patrulha do politicamente correto".

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  34. Carlos Eduardo Cunha

    É só uma questão de tempo a aceitação universal da IA na formação de textos a partir de diretrizes. Vejam na medicina , o médico instrui e a robótica vai lá ,escolhe o ponto certo, faz o corte e encerra a cirurgia. Não foi a mão do cirurgião que fez o corte com bisturi Ainda bem. Menos riscos

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    1. Luiz Candido Borges

      Carlos Eduardo, sua analogia não procede. Há muito, a medicina faz uso de uma quantidade enorme de aparelhos, o tal bisturi automatizado é apenas mais um., mas médico, o cirurgião é o responsável pelas tomadas de decisão a um nível incomparavelmente mais alto e mais crítico do que os textos da beleza em questão.

  35. JOAO PAULO VIANA MAGALHAES

    Se a IA conseguir barrar solecismos como a maioria foram, um dos que apoiou, e expressões inúteis como inclusive, justamente, infelizmente, já fico a favor da máquina. Especialmente se no futuro começar a dublar jornalistas e expurgar as modinhas irritantes como jogar o termo “ali” de forma aleatória no meio das frases, ou o abrir e fechar aspas. Ariel palácios é um que não consigo mais ouvir devido a este último vício.

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  36. Luiz Candido Borges

    O caso me parece muito mais simples do que está sendo avaliado por muitos leitores: a tal colunista simplesmente não é jornalista, mas alguém que ganhou uma coluna na Folha para defender determinados interesses. Gente assim deve ter um espaço específico, não pode ser listada junto com gente do calibre do Ruy Castro! Um jornal que tenha forte participação de pilotos de IA não merece ser chamado de imprensa, talvez panfleto ou pasquim.

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    1. Hudson Neves

      Perfeito, Luiz

    2. LUIS PASSEGGI

      Sim, tem razão. Mas talvez fique melhor “copiloto de IA”. Tenho quase certeza que antes pediu à IA instruções sobre como elaborar o texto. E depois , pediu à IA para elaborá-lo. E a ombudsman não diz nada…

  37. ROBERTO CEZAR BIANCHINI

    Agora entendo porque sempre ficava com a impressão que estes textos da Natalie Beauty eram tão pueris e sonsos.

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    1. Jaqueline Mendes de Oliveira

      Eu também estranhava que a coluna ganhasse espaço na FSP, achava o conteúdo banal e a forma insossa. Nunca fiz críticas por empatia à colunista. Afinal, gosto não se discute. Mas, tendo a colunista admitido que seu ghost writer é um robô, expresso sem remorso a minha opinião: o textos são péssimos.

    2. Gustavo VB Farias

      Eu desconfiava também, mas queria acreditar que ninguém teria coragem de fazer isso.

  38. Henrique Franco Scur

    Esse tipo de uso de IA me parece de uma preguiça vergonhosa...

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    1. Profº Emerson Cruz

      Caro Henrique falaste algo que grita na garganta de muitos: A preguiça. Em tempos de IA tudo virou desculpa, o tempo virou vilão e a expressão "apenas", virou esfarrapo de discurso para enganar-se nergonhosamente. "Apenas organiza minhas ideias, sem contudo mudar nada do que penso"... assim soam muitas "justificativas" por aí e por aqui tambem (risos). Se a pessoa escreve, se sai de de suas entranhas tudo aquilo, então não sabe organizá-las? Seu comentário curto, mas provocativo. Grande abraço.

  39. Daniel Choma

    A IA é a nova muleta daqueles que, mesmo com pernas boas, sentem preguiça para caminhar sozinho. Como existe muita gente preguiçosa, essa porcaria antiecológica está se espalhando feito vírus.

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  40. Murilo Belezia

    Sei que é outro assunto, mas peço à Ombudsman o favor de pesquisar e contar aos leitores a razão do aumento da Moderação (Censura mal disfarçada) em textos simples dos Comentários dos leitores. Resguardadas a honra e integridade de pessoas, a responsabilidade é de quem escreve, como afirma o jornal.

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    1. IRINEU LIBRENZA

      Assino embaixo Murilo. Aí tem algo.

  41. Ney Fernando

    Desonestidade do jornal não informar seus leitores de que suas colunas (e provavelmente suas notícias) são frutos de IA. Por outro lado, o jornal pode dispensar seus colunistas cem por cento IA e usar sua própria IA para escrever no lugar deles. Pelo menos vai cortar custos.

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    1. Gustavo VB Farias

      São "furto" de IA.

  42. José Cardoso

    Uma coisa é usar IA para pesquisar informações. Outra é usar texto gerado pelos programas sem mencionar isso explicitamente. O leitor fica na posição de alguém que compra uma pintura achando que é um original quando é uma reprodução.

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  43. Cássia Caballero

    Pra mim, ler o texto de um colunista sempre esteve atrelado a entrar em contato com diferentes visões sobre um tema para formar minha opinião, conhecer e aprender sobre fatos e comportamentos e, fundamental, a personalidade da escrita, ou seja, o texto criativo, com ritmo, que caracteriza quem o escreve. Ler os textos da colunista citada é ter a impressão de que já se leu aquilo em algum lugar, seja na forma da escrita ou no repertório utilizado. Que a IA nos auxilie, mas não substitua

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  44. MERICE ROSA LACERDA

    E tem mais colunista. Parece que nem revisa o que foi escrito por IA. Fica um artigo sem pé nem cabeça. Depois que vc lê, vc fica se perguntando se o colunista estava bem. Era só a IA.

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  45. Jaime Souza

    Voltei aos comentários após visitar a FSP em Janeiro. Antes disso, já havia decidido não mais ler determinadas colunas, por recomendação médica. Vivo em estado de simbiose com esse jornal. Como alguém cuja psicometria aos 10 anos atestou cognição de 92, a Folha sempre foi um fator de regulação pra mim: porque me desafia, me estimula. É por isso que deformar esse jornal me irrita: é como navalha em minha carne. Vejo natalia, pondé, spyer, gomes como muletas. Jamais serão a carne viva da Folha.

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  46. Marcelo Silva

    Seria interessante que o Jornal Folha de São Paulo exigisse dos seus editorialistas a indicação que seus textos foram escritos com ajuda de IA.

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  47. Fernanda La Cruz

    Bela iniciativa de trazer essa reflexão na coluna. Estou simplesmente cansada de ver tantos textos com a forma do ChatGpt. De amigos e colunistas a instituições sérias (todos que eu costumava admirar), usando IA. Sou contra delegar algo que é essencialmente humano, com seus erros e contradições, a uma ferramenta. Deixamos de pensar, de refletir, nosso processo cognitivo se empobrece, já existem evidências nesse sentido. Espero que a Folha limite ou ao menos indique o uso. É uma questão ética.

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  48. Nelson de Paula

    Penso que um texto assinado representa autoria. Que usando IA a pessoa está se fazendo de robô. Que a contradição é parte do jeito humano de pensar. Que gepetaico nunca passaria pela cabeça de nenhuma IA. Que o texto de Natalia Beauty é artificial.

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  49. Sirlanney Freire Nogueira

    Eu penso que a regra básica do uso de IA deveria ser: usar como ponto de partida e não como resultado final... Mas meu Deus gente, ela ainda "escreve" mandando áudio? É MUITA preguiça! Hahaha Pior foi q li um texto dela ano passado e NA HORA eu percebi que era 100% IA... Fica muito na cara, né? Mas por um lado, a Ombudsman tem razão: assessores fariam esse papel TB, quando o que vale no artigo de opinião é a assinatura.

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    1. André Luís Alves Silva

      Pablo Marçal "escreveu" dezenas de livros. Caso Eric Hobsbawm estivesse vivo, garanto que já estaria saindo do forno a Era da Mediocridade.

  50. paulo eduardo leal de gregorio

    ..."O Globo é o que tem restrição mais SEVERA" seria a forma mais adequada de comparação entre os dois jornais no trato com IA. O fato de as regras serem mais liberais na Folha não quer dizer que não sejam CLARAS. Minha humilde opinião.

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