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  1. Carlos Eduardo Pereira Jorge Cordeiro

    Confesso que já li caminhando! No parque, com toda segurança. Na nossa Curitiba.

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  2. filipe moura lima

    Nos tempos antigos, quando esta folha me chegava em forma de "pergaminhos", eu a lia caminhando com meu cãozinho. Certa vez, sem o cão, caí em um buraco na calçada e quase quebrei a perna. Hoje leio jornal e revista no computador, e livros na varanda de casa.

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  3. ORLANDO FERREIRA BARBOSA

    Ler caminhando é ótimo, mas em espaço fechado, só para pedestre. Caminhando na rua? Já bastam as consultas aos celulares...

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  4. Marco Antônio M de Oliveira

    Invejo quem tem tal habilidade. Melhorei muito minha saúde quando aprendi a ler na bicicleta ergométrica; parece-me mais seguro e deixa o exercício menos monótono. Fica a dica, especialmente aos curitibanos que, em casa, limitariam ao máximo o risco de algum contato social. Rssss

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  5. Vito Algirdas Sukys

    Sempre leio sentado, mas minha imaginação caminha incessantemente. Diante dos meus olhos a realidade se redesenha num caleidoscópio feiticeiro. Uma sensação de vertigem. O livro diante de mim me permite ver mais longe; sentir o fluir da vida, alucinações em harmonia com o mundo. Minha imaginação caminha adiante, sem parar. Essa é a sua natureza, incontrolável. Ler é um caminhar da imaginação.

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  6. João Carlos de Góes

    Pois eu vejo gente lendo enquanto caminha, enquanto dirige, enquanto vê TV, enquanto faz academia - todos com a cara na tela do celular!

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  7. Joaquim Rosa

    Ler eu leio. Mad não enquanto caminho. Enquanto caminho, eu e o chico, meu cãozinho, preferimos observar a passagem e as minas que passam, aliás, umas belezuras. Pena que nem olham para a gente. Quando olhaam é com ar de desprezo, como se desprezíveis fôssemos. Mais eu do que o Chico.

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    1. Flavia Sá

      Pois essas minas deveriam ler mais! Quem sabe descobririam que todas as rosas têm sua beleza.

  8. eloaci wichert

    Tão curitibano esse hábito de ler. Tão curitibano quanto "Madalosso" Adorei o artigo!

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  9. Acacio J K Caldeira

    Adorei o artigo.

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  10. CARLOS ALBERTO CERETTA

    Bom vc comentar sobre isso Giovana. Ontem assisti ao filme brasileiro A Vida Invisível, baseado no livro A Vida Invisível de de Eurídice Gusmão. Adorei o filme e é maravilhoso ver quantos filmes brasileiros tem se destacado pela qualidade nos últimos tempos. Sempre que estou lendo ou assistindo a um bom filme me sinto tão bem. Por outro lado, me entristece ver a incrível predominância de pessoas ao celular, enquanto dou minhas caminhadas na praia. Não olham nem para a pessoa sentada ao lado.

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    1. Wagner Passos Garcia

      Mas celular pode ser coisas boas para ler, como esse lindo texto da autora. Leio artigos, reportagens e crônicas da folha no celular, enquanto faço a caminhada . Já me assustaram, simulando roubo, já me alertaram dos perigos, não ligo. Vale a pena. Ainda não tentei um e-book com o Mar Morto, por exemplo, mas penso em fazer o teste depois da boa deixa da Giovana.

  11. José Fernando Marques

    Discordo, Quintans. Falar em livros é sempre bom.

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  12. Filipe Quintans

    O colunismo brasileiro agora vive em dois canais: arrebatamento (costumava se chamar fascínio) e trauma. O mundo, e o país, a bem da verdade, num pega-pra-capar, o Brasil novamente flertando com o criptofascismo chinfrim da família Bolsonaro, o governo Lula de freio de mão puxado, e a Giovana está apaixonado por quem lê andando. Não fosse pra chorar, certamente seria pra lamentar.

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    1. Hélio Barbosa de MT

      Pois leio crônicas por sua diversidade de assuntos. Se todas tratassem de um assunto só, seria maçante demais da conta. Bom demais tendo a Becky falando de IA, o Conrado das mazelas judiciárias, a Tati de sua va gi na...o Ruy com histórias incríveis e outros de... política...

    2. Luiz Almeida

      Comentário chinfrim flertando com o mau humor.

  13. Fabiana Menezes

    Vc viveu um tipo de arrebatamento que é compreensível quando nos deparamos com alguém tocado pelo mundo entre sinais, símbolos, sentidos. Acho que não resistiria à sua contemplação, tentaria puxar papo com essas pessoas ainda que corressse o risco de passar por alguma desconfiança. Lindo m demais

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  14. Rosângela Maria Do Amaral

    José Cardoso, bem lembrado! Quantos andam, dirigem carros e motos, lendo!

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  15. José Fernando Marques

    Vivo em Brasília há décadas e já fiz isso de andar e ler ao mesmo tempo. Assim como outros que comentaram aqui, leio diariamente e todos os gêneros. Descobri há pouco um ficcionista genial, o uruguaio Juan Carlos Onetti. Acabo de ler Ruffato (na sua face de crítico literário), há algum tempo os "Contos reunidos" de Dostoiévski...

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    1. José Fernando Marques

      Ô Joaquim, quando dois i di o tas apostam corrida, ganha o que chega em segundo!

    2. Joaquim Rosa

      Mais que o Zé Fernando, com certeza. O que não seria muito.

    3. Jurema Nordeste

      Descobri o uruguaio Onetti na pandemia, li um livro maravilhoso de mais de 500 folhas de contos, (47 contos de Juan Carlos Onetti - editora Folha de S.Paulo). Fiquei fã tb... Moro em Brasília também, e não me atrevo a leituras em caminhadas, não só pelos perigos de tropeçar, mas muito mais pelo pavor de atolar os tênis em cocô de cachorro, que não são poucos, infelizmente...

    4. José Fernando Marques

      Às vezes tenho a impressão de que os livros são mais interessantes que as pessoas...

  16. Marcelo Garcia de Souza

    O bom é que com livros podemos caminhar tranquilos! Ninguém pensa em "roubar cultura", apenas telefones celulares!

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  17. Luiz Paulo Barreto

    Seja caminhando; sentado; deitado ou em qualquer cenário possível de ler algo que agrega valor, leitores de livros em torno de 93 milhões; de redes sociais acima de 110 milhões, para o bem da humanidade reverter a tendência agregando mais valor do que fofoca.

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  18. CARLOS FERNANDO FARIA

    Sou curitibano e há pouco tempo atrás, caminhando no trajeto para meu trabalho costumava encontrar uma jovem andando e lendo. Certo dia estava garoando e mesmo assim ela vinha faceira lendo e equilibrando uma sombrinha.

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  19. Fabiano Jorge stainzack

    Na minha mochila levo até três livros, sempre. Aonde paro pego um para ler. Leio no ônibus e no uber, mas caminhando não consigo.

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    1. Fabiana Menezes

      Não me lembro, na minha existência, sair ou viajar sem livros.

    2. Evando Ferreira Lopes

      Interessante amigo, taí outra coisa que não sou capaz de fazer, além de ler enquanto caminho. Já milhares de livros, milhares mesmo! mas sempre um de cada vez.

  20. Maria Lopes

    Enquanto lia fui tomada de espanto, não por ler caminhando, mas por terem sobrevivido. Aqui em São Paulo não duravam uma quadra sem se espatifar no chão. Vencidos pelas calçadas, se tivessem escapado de um ladrao de alianças ou de celular. Aí em Curitiba pessoal ainda sai à rua de aliança no dedo?

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  21. Clara Machado

    Lembrei de um namorado, que cursava Medicina, e que lia enquanto caminhava, por volta de 1964. Ele vivia em Santa Maria, RS. Nunca pensei que poderia, talvez, ser um costume do Sul.

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    1. Francisco Lima

      Parabéns

  22. Luiz Almeida

    O politicamente correto quer matar a poesia da crônica.

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    1. Wagner Passos Garcia

      Isso! Procurava palavras que pudessem expressar o que fui sentindo com a leveza do texto de hoje. Poesia diz bem.

  23. José Cardoso

    Parece bem estranho, até lembrar que há muitas pessoas que olham para o celular enquanto caminham (ou dirigem).

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  24. Evando Ferreira Lopes

    Leio bastante e leio todos os dias. Contudo prefiro ler deitado. Vi apenas 1 vez um jovem indo em direção ao setor bancário norte em Brasília, que foleava um livro, fiquei admirado porque eu não consigo, e nem mesmo As Aventuras do Sr. Pickwick que leio no momento e estou adorando.

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  25. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira

    Ler enquanto se caminha é assumir riscos que são perfeitamente desnecessários.

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  26. Ana Hitomi

    Conheço uma pessoa que faz isso na pista de caminhada esburacada da minha cidade e fico impressionada como vc. Acho que vou adquirir esse hábito no supermercado. Moro em cidade pequena e odeio encontrar conhecidos e ter que manter um "small talk".

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    1. Flavia Sá

      Meu, também não gosto; dou um tchauzinho, sorrio e continuo andando.