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  1. Luciano Gomes de Moura

    Trocando em miúdos, para o articulista quem tem que escalar o time do Banco Central é o mercado e não o presidente da República.

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  2. vitor da Silva

    O colunista quer indicar um nome. O mercado quer rejeitar outro. Mas quem manda é lula - que costuma ouvir Haddad

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  3. Wilson R B Ramos

    A indicação de Guilherme Mello está longe de ser uma trapalhada. Ele tem estudos sobre ampliar o mandato do BC para além de meta de inflação, mas também ter meta de emprego e de estabilidade financeira. Também recomenda que a meta de inflação mire os núcleos reduzindo volatilidade. Seria fazer nosso BC se comportar exatamente como seus pares no mundo desenvolvido, como o FED nos EUA. Ou será que no nosso mundinho subdesenvolvido só juro alto é modernidade.

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  4. José Cardoso

    Há a narrativa de que a direita está associada a juros altos e a esquerda a juros baixos. No entanto, a média da Selic nos 2 primeiros mandatos do Lula foi de ... 15%, mesmo número atual. E a média do período Temer/Bolsonaro foi de 8%. Juros altos são a marca registrada das administrações petistas (assim como a reclamação contra eles).

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    1. vitor da Silva

      Sei não, Lula 1 recebeu (de Armínio) inflação alta, Selic alta e muita desconfiança do mercado. Já Temer/ bozo vieram depois de uma grande recessão e ainda teve pandemia. Mas no momento, a questão importante é: se a inflação está controlada, já faz tempo, por que o juro real continua entre os maiores do mundo?

  5. Gilmar Maghenzani

    Professor Bernardo vc erra qdo diz que foi o Galipolo que elevou os juros a 15%, foi o Bob field que deixou programado para março de 25

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  6. Marcelo Magalhães

    Excelente texto para se estudar o raciocínio de um economista de mercado. Ele entende a forma dejetéria como os especuladores conduzem a política, mas normaliza essa aberração e exige que todos se adaptem. Assim, qualquer postura que confronte a promoção das desigualdades, gerando miséria e fome, deve ser vista como desestabilizadora da economia. É a mesma conduta que sustentou a escravidão por trezentos e oitenta anos no Brasil, pois a sugestão de ruptura era rechaçada como grave ameaça.

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    1. Marcos Benassi

      Escravidão agora piorada em sua essência: é espírito-mental, servidão de natureza horripilante, porque envolve a decisão voluntária de permanecer nessa condição. É treco de fazer mal ao fígaro.

    2. Marcelo Magalhães

      Exato. A fragmentação é ferramenta de guerra. Não há porque dividir política fiscal e monetária. Deveriam atuar juntos pelo bem comum, pelo interesse do país. O que aconteceu foi que o mercado tomou a politica monetária através da tal autonomia do banco central. E com isso consegue confiscar metade do orçamento através dos juros altos. Os bilionários vivem do dinheiro público no Brasil. E os pobres servem para pagar impostos. Mas não aceitam esse debate. É a perenidade da escravidão.

    3. Marcos Benassi

      Marcelo, meu caro, eu implicou com a percepção, estabelecida em data razoavelmente recente, de que a política monetária deve ser, necessariamente, desvinculada de outras políticas econômicas do governo. Disso decorre, essencialmente, o mandato fixo do BC e descoordenado da eleição do governo. A mim, isso se parece com plantar um espantalho no meio de uma plantação e impedir que se usem outros métodos para afastar a passarinhada. E virou um anátema: discordou, "é comunista".

  7. Peter Janos Wechsler

    O samba do crioulo doido. Ruim de qualquer modo.

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  8. Marcos Benassi

    Bernardo, caríssimo, não é que vossa Grão-Explicação tenha sido ruim, muito pelo contrário: é sempre bom ver uma perspectiva qualificada sobre a nossa estupidez mercadofrênica. Todavia, é possível e minimamente razoável tocar uma política monetária de um país com base naquilo que seria "o medinho dos rentistas"? Evidentemente, não conheço de economia e não sei da qualidade do nome que você menciona, apenas observo: não será isso tão ruim quanto fazê-lo com base no boletim Focus? Sei não, meu car

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  9. Romeu Temporal

    Há inúmeros contraexemplos históricos em que a sinalização de juros baixos reduziu, e não elevou, as taxas, pois juros dependem de inflação esperada, risco e ciclo econômico, não apenas da identidade de dirigentes. O argumento confunde causalidade com correlação, mistura variáveis distintas e trata como inevitável um efeito que só ocorreria se houvesse perda real de credibilidade inflacionária. Assim, não existe paradoxo.

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    1. José Cardoso

      Um desses notáveis exemplos foi quando da volta do Delfim em 79. Prefixou a correção monetária em 45% para o ano seguinte. A inflação dobrou e foi a 100%. O início do colapso do regime revolucionário. Depois foi piorando mais, até o plano Real.

  10. Romeu Temporal

    O chamado “paradoxo da queda dos juros” descrito no texto não é um paradoxo lógico — é apenas uma hipótese comportamental específica apresentada como lei geral. Vamos desmontá-lo logicamente. 1. Estrutura lógica do argumento do “paradoxo”. O raciocínio do texto é: Se o mercado espera juros mais baixos, então espera inflação mais alta (por desconfiança do BC), isso eleva dólar e juros futuros, logo o BC precisa subir juros para recuperar credibilidade. Ridículo!

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    1. Gilmar Maghenzani

      Pois é, o que digo sempre o bc age conforme o humor dos faria limers

  11. João Vergílio Gallerani Cuter

    O mercado só tem confiança no Banco Central quando o presidente da República é Michel Temer ou Jair Bolsonaro. Qual é a desconfiança do mercado, hoje? Acham que o governo não será capaz de pagar uma dívida em reais? Que risco é esse de que os investidores fogem? Não há conspiração, mas existe a percepção coletiva de que, se todos tiverem a paranoia certa ao mesmo tempo, todos lucram 15% ao ano, ou mais. Então, todos ficam paranoicos. Porque é vantajoso. Não tem base racional ou econômica.

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