Amor Crônico > Larguei meu casamento por ele, que não se separou; fui ingênua? Voltar
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Blergh, alguém leva isso a sério? Texto e "psicologia" profundos como um pires...
Texto brilhante.
Todo castigo é pouco. para uma mulher adúltera !
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Parece que a colunista está malfadando o casamento. Existem recomeços entre ex-casais. Claro que em regra é difÃcil curar as feridas que se formaram, mas tudo vale a pena em prol da famÃlia e se eles ou um deles quer recomeçar novamente, que mal há nisso? Amar também é sofrer.
Você tentou, e isso é o amooooooooooooooor
As vezes o cara não tá dando no couro.
Parece um personagem de Nelson Rodrigues...rsrs
Adriana Gomes, você deveria estudar mais, antes de se aventurar a fazer comentários em um fórum de leitores. A alusão a Epstein foi acessória, apenas para ilustrar, não tem a ver com o mérito do artigo. Releia o comentário.
alguns dizem que parceiro casado é a coisa mais estimulante, supre as carências até aparecer algo melhor, não gruda e nem dá culpa de largar.
Ingenua? Pegou leve. O nome disso é outro.
excesso de Eu, escassez de Nós !
Nunca soube de alguma revolução no galinheiro, só pq o galo foi ciscar em outros territórios...
Bem feito...!
A cada vez que releio o artigo, mais vejo que falta concatenação, clareza, precisão. Agora, me parece que, sim, a autora, fala de uma traição da leitora (permissão de prazer, novo apaixonamento). Mas quando convida a ver "quem abandonou o barco", já não sabemos a quem se dirige. Se a leitora quer uma relação inteira, tem de pagar o preço, já que romantismo não dura pra sempre. A vida é feita de etapas: romance, casamento, procriação, consolidação, netos, viuvez. Quer romper, ok. Aguenta tranco.
É uma visão rasa achar que há um buraco no casamento quando a pessoa se apaixona por outra. Tudo cercado por moralismo, sem se aprofundar nas questões como ser ou não ser monogâmico, ou sem questionar o fato de que um casamento muda ao longo do tempo e que o amor tem muitas facetas.
O caso que ela apresenta não é o mesmo que você destaca. São situações distintas e, no case dela, há sim muitas mulheres (e homens) que vivem isso.
Precisa ouvir a opinião de quem foi corneado. Tudo o mais depende disso.
Mais sobre forma: o tÃtulo mostra as dificuldades de expressão da leitora que pediu a análise, mas a articulista mistura um pouco a história com situações hipotéticas, inclusive de traição. Supõe-se que um homem perdeu o interesse romântico na relação, mas mantém um comportamento de cuidado e carinho com a esposa, além de atenção a filhos e a outros aspectos, de natureza funcional do casamento. Para não viver uma relação pela metade, ela prefere conceder a separação não pedida, mas implicita.
Se o casamento está ruim, a separação é o caminho.Separe e depois procure um novo amor. Trair é desonesto, é falta de caráter!
Seu casamento já não existia! Vc pos foi chifre nele mesmo!
No fim a gente compreende o texto, mas é mais do mesmo, acompanhando o movimento da própria vida. Não há novidades, enfim, no comportamento humano, salvo quando é para o pior, como no caso de Epstein, que conseguiu aprofundar e inundar a grande fossa. Mas o artigo tem trechos meios desconectados, do ponto de vista formal, cujos liames o próprio leitor é obrigado a fazer.
Epstein?!? Que mistureba!! Desconectado está você!!
Não faça aos outros o que não quer para você. Pensou na outra mulher envolvida? Tentação está aà para todos, a diferença é o que você faz conforme a ética e a correção, que estão fora de moda. E agora eu vou levar pedradas.
Procurem pela letra da música Bola Dividida, de Luiz Ayrão.
Na verdade, a separação de um casal é sempre dolorida, seja para quem tomou a decisão ou não. A atitude não deve partir por conta de um novo relacionamento, que pode até ser a ferramenta que descortinou os buracos que haviam no dia a dia do casamento. Importa primeiro se estruturar sozinho (a), perceber a própria individualidade, o caminho sem parceria, para então comungar um novo roteiro de vida. Essa é certamente, a melhor atitude. Não se pode sair de uma relação na dependência de uma outra.
Este é o caminho mais honesto, autêntico e adulto. Porém não estou certa de conhecer muita gente que o percorre. A não ser a mim mesma. E dói, dói prá cachorro.
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