Ilustríssima > Réplica: Extrema direita brasileira abraça mestiçagem para negar racismo Voltar
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É só ler Nina Rodrigues para conhecer a mentalidade brasileira e mundial.
Mais um identitarista radicalizado e obcecado por um extremismo primário. Essas pessoas ainda levarão um Bolsonaro novamente ao planalto. Parabéns pela cegueira da realidade! Mais trabalhismo , menos identitarismo!
É complicado o estudo do racismo e da mestiçagem em uma sociedade hipócrita, principalmente no meio universitário da extrema esquerda.
Resposta perfeita a um texto raso. Obrigada, Márcio!
Acabo de ouvir um ajudante de pedreiro na cabine de um Airbus A350-100....
Estado que discrimina brasileiro por cor em processos seletivos viola o direito internacional e pode configurar crime contra a humanidade. O identitarismo corrói a universalidade dos direitos humanos. Ninguém pode alterar a própria cor ou origem. Por que o Estado não enfrenta privilégios em feudos de luxo no serviço público? E por que não revisa benefÃcios fiscais injustificáveis? Não é relativizando direitos universais que se promove justiça.
Crime contra a humanidade é o que o estado fez quando a escravidão era legal.
Muito para leste já é oeste; e de repente, você olha e vê um "negro" que defende a teoria da uma gota de sangue e recusa relações internacionais por ser uma forma de degeneração; e o que esse "negro" está fazendo? Está surrando uma menina parda, dando na cabeça dela com um livro de Adbias do Nascimento.
Relações interraciais
Conservadores são realistas e se movem aceitando a obviedade da sociedade. A esquerda é quem usa a divisão entre brasileiros para construir suas narrativas. Com isso estimulam o racismo, feminismo, cismas entre gêneros e demais atrocidades. É tão óbvio que dispensa comentários.
Argumentação brilhante. Entendi e concordo plenamente . A miscigenação só é louvada quando interessa ao racista negar que o racismo existe. Pena que o autor não tocou num ponto delicado (e chato aff) para o pardo: ficarem (os outros!) sempre dizendo o que somos, como se fôssemos incapazes de o saber. Houve um tempo em que brancos me diziam “você é branco”; mais recentemente, os pretos vieram me dizer “você é negro”. Somos pardos, não, bobos.
LucÃlio, a coisa não é bem assim: primeiro que pardos são pretos de pele clara, negros, portanto. Depois, quem vai dizer se você negro ou branco é a banca de heteroidentificação racial presidida pelo Márcio.
Bons os tempos em que se podia ser de esquerda por lutar pela emancipação da classe trabalhadora e do protoletariado. Hoje, para ser considerado de esquerda tem-se que ser aprovado por uma banca de heteroidentificação racial; vai que o comunista é um branco de olhos azuis, ou pior, um pardo como Mariguella, que além de ter sobrenome de italiano, nunca se disse negro.
Perfeito!
Zorra, Prezado Márcio, artigo magistral, uma aula. Agradeço muitÃssimo, Professor, creio voltarei mais descansado para um comentário mais alentado. Afinal, a ilustrÃssima é publicada no domingo, e eu me oriento deveras pelo tempo. Sou muito conservador neste aspecto. Hahahahah!
O autor diz que "confundir crÃtica à democracia racial com rejeição à miscigenação é diagnosticar erroneamente." Tenho a impressão de que ele é quem diagnostica erroneamente pois a crÃtica dos identitários a miscigenação no Brasil é aberta e radical, no mau sentido. E esse é o problema diagnosticado pelo texto criticado, para além da lamentável extrema direita fascista que temos hoje.
Branca usando trancinhas é apropriação cultural? E uma menina parda que diz não ser negra é uma "traidora do movimento". Essa menina filha de um homem branco e de uma mulher preta, deve considerar seu pai como um estuprador da sua mãe? Os brancos brasileiros são europeus e os pretos são africanos? Somos brasileiros, sulamericanos, filhos da tragédia que dá origem à América, portanto, nossa única identidade é sermos mestiços; ainda que isso desagrade "alemães" de Brusque e os "africanos" da USP.
Concordo com você, Carlos, mas não deixe o Márcio saber disso, senão, ele vai acusar você de estar minando a força coletiva dos descendentes africanos. Sim, porque você é um africano, você não é um brasileiro e um sulamericanos.
Se sou filho de um homem branco com uma mulher preta, portanto pardo (eu prefiro dizer ue sou moreno). Posso me identificar com pretos, com brancos e com ambos. Sou absolutamente livre para me posicionar. Não tenho que defender ou fazer parte numérica de qualquer deles, e posso defender a qualquer deles.
A resposta seria simples. Celebrar a miscigenação, sem negar o racismo. Agora quem se autodeclarar pardo vai ser tachado por militantes radicalizados de "extrema direita". Interditar o debate com adjetivações acusatórias, insinuando más-intenções do interlocutor. Eis a tática em ação.
Felipe, tem muita grana e muito poder por trás dessa defesa da "negritude" praticada nos tribunais de pureza racial chamados de banca de heteroidentificação. Tem muita palestra e muito livro cheios de lugares comuns vendidos como o suprassumo do "letramento racial" - vendidos para plateias brancas. Tem muito intelectual do movimento negro que conhece melhor as ruas de Berlim do que as vielas do Capão Redondo.
Nos EUA, os negros compõem cerca de treze por cento da população, aproximadamente. Isso não impediu o paÃs de criar cotas raciais. Além do mais, a lógica aà é seletiva, se o pardo tiver um dos pais negro e o outro branco, então ele é negro. Ou seja, a ascendência negra falaria mais forte do que a ascendência branca. No movimento negro opera a ideia de quanto mais escura a cor da pele, melhor (o inverso do racismo). Isso se manifesta nas bancas de heteroidentificação, com a exclusão de pardos.
tava na cara que aquele mané que escreveu aquele besteirol é de extrema direita, parece que vive em Marte
EquÃvoco seu, ele é de esquerda
"Quem se beneficia quando a população negra encolhe numericamente nos indicadores?", argumentação pifia, mestiços que não são de ascendência negra e sim de branco e indio, mameluco, deve negar suas raÃzes e serem encarados como "negros" por uma ideologia!!
Essas ongs querem é ganhar dinheiro nas costas dos negros finfingo defendê-los. Vejam os processos que movem pedindo milhões em danos coletivos? Agora perguntem pra onde vai o dinheiro. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKk
Quem nega o racismo no Brasil ou é cúmplice, ou é calhorda, ou é incrivelmente ignorante. A extrema-direita consegue juntar os três defeitos, e com sobra.
Ah, só pra constar: estou com o professor Rodrigo Perez. Das poucas mentes lúcidas da esquerda, a verdadeira esquerda, diga-se. Não essa que usurpou e se diz esquerda e que tem destruÃdo o mundo ocidental e a ideia do que verdadeiramente é a esquerda.
À parte de qq conversa, preto ou pardo/branco qd convém. Na hora de fazer a contagem dos mortos na operação do Rio ano passado contaram todos como pretos, mas se esses mesmos fossem para a universidade não teriam direito às vagas das cotas, pois nesse caso seriam considerados brancos. "Só qd convém".
Exato. No Brasil criou-se o "cidadão Camaleão", que muda de cor de acordo com a conveniência.
Faltaram argumentos sólidos. Não convencerá ninguém. Não é um balde que impedirá sua canoa furada de soçobrar. O artigo que ele critica pode ser considerado definitivo.
Texto ridÃculo. Os pretos atacam e discriminam os pardos, anulando quaisquer discursos de reparação histórica. Isso não é um fenômeno exclusivo do Brasil. Todo lugar onde há mestiçagem, e posso falar tanto quanto mestiço quanto como pesquisador, apresenta o mesmo dado. Latinos, afegãos, asiáticos. Pessoas mestiças são violentadas duplamente. Não, não somos pretos e nem negros. Nos usam como números por motivos polÃticos e os mesmos que se dizem vÃtimas nos violentam na esteira, negando direitos.
Você é o mesmo Jaime Souza que nega a brasildade e a legitimidade do esquiador que ganhou a medalha de ouro para o Brasil nas olimpÃadas de inverno? Acho que tem um homônimo seu dizendo coisas que contrariam completamente as suas ideias de mestiçagem.
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