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Rodrigo Aquino Fiqueiredo Figueiredo
É só ler Nina Rodrigues para conhecer a mentalidade brasileira e mundial.
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Carlos Eduardo Pereira Jorge Cordeiro
Mais um identitarista radicalizado e obcecado por um extremismo primário. Essas pessoas ainda levarão um Bolsonaro novamente ao planalto. Parabéns pela cegueira da realidade! Mais trabalhismo , menos identitarismo!
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NACIB HETTI
É complicado o estudo do racismo e da mestiçagem em uma sociedade hipócrita, principalmente no meio universitário da extrema esquerda.
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RAQUEL CRISTINA DE C E S
Resposta perfeita a um texto raso. Obrigada, Márcio!
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marcos machado
Acabo de ouvir um ajudante de pedreiro na cabine de um Airbus A350-100....
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Antonio Emanuel Melo dos Santos
Estado que discrimina brasileiro por cor em processos seletivos viola o direito internacional e pode configurar crime contra a humanidade. O identitarismo corrói a universalidade dos direitos humanos. Ninguém pode alterar a própria cor ou origem. Por que o Estado não enfrenta privilégios em feudos de luxo no serviço público? E por que não revisa benefícios fiscais injustificáveis? Não é relativizando direitos universais que se promove justiça.
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Ronaldo Nogueira de Sousa
Crime contra a humanidade é o que o estado fez quando a escravidão era legal.
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Sergio Saraiva
Muito para leste já é oeste; e de repente, você olha e vê um "negro" que defende a teoria da uma gota de sangue e recusa relações internacionais por ser uma forma de degeneração; e o que esse "negro" está fazendo? Está surrando uma menina parda, dando na cabeça dela com um livro de Adbias do Nascimento.
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Sergio Saraiva
Relações interraciais
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Luciano Napoleão de Souza
Conservadores são realistas e se movem aceitando a obviedade da sociedade. A esquerda é quem usa a divisão entre brasileiros para construir suas narrativas. Com isso estimulam o racismo, feminismo, cismas entre gêneros e demais atrocidades. É tão óbvio que dispensa comentários.
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LUCILIO BERNARDES JUNIOR
Argumentação brilhante. Entendi e concordo plenamente . A miscigenação só é louvada quando interessa ao racista negar que o racismo existe. Pena que o autor não tocou num ponto delicado (e chato aff) para o pardo: ficarem (os outros!) sempre dizendo o que somos, como se fôssemos incapazes de o saber. Houve um tempo em que brancos me diziam você é branco; mais recentemente, os pretos vieram me dizer você é negro. Somos pardos, não, bobos.
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Sergio Saraiva
Lucílio, a coisa não é bem assim: primeiro que pardos são pretos de pele clara, negros, portanto. Depois, quem vai dizer se você negro ou branco é a banca de heteroidentificação racial presidida pelo Márcio.
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Sergio Saraiva
Bons os tempos em que se podia ser de esquerda por lutar pela emancipação da classe trabalhadora e do protoletariado. Hoje, para ser considerado de esquerda tem-se que ser aprovado por uma banca de heteroidentificação racial; vai que o comunista é um branco de olhos azuis, ou pior, um pardo como Mariguella, que além de ter sobrenome de italiano, nunca se disse negro.
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Carlos Eduardo Pereira Jorge Cordeiro
Perfeito!
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Marcos Benassi
Zorra, Prezado Márcio, artigo magistral, uma aula. Agradeço muitíssimo, Professor, creio voltarei mais descansado para um comentário mais alentado. Afinal, a ilustríssima é publicada no domingo, e eu me oriento deveras pelo tempo. Sou muito conservador neste aspecto. Hahahahah!
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Gabo Franca
O autor diz que "confundir crítica à democracia racial com rejeição à miscigenação é diagnosticar erroneamente." Tenho a impressão de que ele é quem diagnostica erroneamente pois a crítica dos identitários a miscigenação no Brasil é aberta e radical, no mau sentido. E esse é o problema diagnosticado pelo texto criticado, para além da lamentável extrema direita fascista que temos hoje.
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Sergio Saraiva
Branca usando trancinhas é apropriação cultural? E uma menina parda que diz não ser negra é uma "traidora do movimento". Essa menina filha de um homem branco e de uma mulher preta, deve considerar seu pai como um estuprador da sua mãe? Os brancos brasileiros são europeus e os pretos são africanos? Somos brasileiros, sulamericanos, filhos da tragédia que dá origem à América, portanto, nossa única identidade é sermos mestiços; ainda que isso desagrade "alemães" de Brusque e os "africanos" da USP.
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Sergio Saraiva
Concordo com você, Carlos, mas não deixe o Márcio saber disso, senão, ele vai acusar você de estar minando a força coletiva dos descendentes africanos. Sim, porque você é um africano, você não é um brasileiro e um sulamericanos.
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Carlos Santos
Se sou filho de um homem branco com uma mulher preta, portanto pardo (eu prefiro dizer ue sou moreno). Posso me identificar com pretos, com brancos e com ambos. Sou absolutamente livre para me posicionar. Não tenho que defender ou fazer parte numérica de qualquer deles, e posso defender a qualquer deles.
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Felipe Vasconcelos
A resposta seria simples. Celebrar a miscigenação, sem negar o racismo. Agora quem se autodeclarar pardo vai ser tachado por militantes radicalizados de "extrema direita". Interditar o debate com adjetivações acusatórias, insinuando más-intenções do interlocutor. Eis a tática em ação.
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Sergio Saraiva
Felipe, tem muita grana e muito poder por trás dessa defesa da "negritude" praticada nos tribunais de pureza racial chamados de banca de heteroidentificação. Tem muita palestra e muito livro cheios de lugares comuns vendidos como o suprassumo do "letramento racial" - vendidos para plateias brancas. Tem muito intelectual do movimento negro que conhece melhor as ruas de Berlim do que as vielas do Capão Redondo.
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Felipe Vasconcelos
Nos EUA, os negros compõem cerca de treze por cento da população, aproximadamente. Isso não impediu o país de criar cotas raciais. Além do mais, a lógica aí é seletiva, se o pardo tiver um dos pais negro e o outro branco, então ele é negro. Ou seja, a ascendência negra falaria mais forte do que a ascendência branca. No movimento negro opera a ideia de quanto mais escura a cor da pele, melhor (o inverso do racismo). Isso se manifesta nas bancas de heteroidentificação, com a exclusão de pardos.
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Raymundo Itareru
tava na cara que aquele mané que escreveu aquele besteirol é de extrema direita, parece que vive em Marte
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Angela Rabello
Equívoco seu, ele é de esquerda
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LUIZ FERREIRA
"Quem se beneficia quando a população negra encolhe numericamente nos indicadores?", argumentação pifia, mestiços que não são de ascendência negra e sim de branco e indio, mameluco, deve negar suas raízes e serem encarados como "negros" por uma ideologia!!
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Gustavo Lacerda
Essas ongs querem é ganhar dinheiro nas costas dos negros finfingo defendê-los. Vejam os processos que movem pedindo milhões em danos coletivos? Agora perguntem pra onde vai o dinheiro. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKk
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Alex Sgobin
Quem nega o racismo no Brasil ou é cúmplice, ou é calhorda, ou é incrivelmente ignorante. A extrema-direita consegue juntar os três defeitos, e com sobra.
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Ina Carvalho
Ah, só pra constar: estou com o professor Rodrigo Perez. Das poucas mentes lúcidas da esquerda, a verdadeira esquerda, diga-se. Não essa que usurpou e se diz esquerda e que tem destruído o mundo ocidental e a ideia do que verdadeiramente é a esquerda.
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Ina Carvalho
À parte de qq conversa, preto ou pardo/branco qd convém. Na hora de fazer a contagem dos mortos na operação do Rio ano passado contaram todos como pretos, mas se esses mesmos fossem para a universidade não teriam direito às vagas das cotas, pois nesse caso seriam considerados brancos. "Só qd convém".
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Raul Deodato Moura
Exato. No Brasil criou-se o "cidadão Camaleão", que muda de cor de acordo com a conveniência.
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Lorenzo Frigerio
Faltaram argumentos sólidos. Não convencerá ninguém. Não é um balde que impedirá sua canoa furada de soçobrar. O artigo que ele critica pode ser considerado definitivo.
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Jaime Souza
Texto ridículo. Os pretos atacam e discriminam os pardos, anulando quaisquer discursos de reparação histórica. Isso não é um fenômeno exclusivo do Brasil. Todo lugar onde há mestiçagem, e posso falar tanto quanto mestiço quanto como pesquisador, apresenta o mesmo dado. Latinos, afegãos, asiáticos. Pessoas mestiças são violentadas duplamente. Não, não somos pretos e nem negros. Nos usam como números por motivos políticos e os mesmos que se dizem vítimas nos violentam na esteira, negando direitos.
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Raimundo Carvalho
Você é o mesmo Jaime Souza que nega a brasildade e a legitimidade do esquiador que ganhou a medalha de ouro para o Brasil nas olimpíadas de inverno? Acho que tem um homônimo seu dizendo coisas que contrariam completamente as suas ideias de mestiçagem.
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