Tati Bernardi > A gargalhada de Agnes Shakespeare Voltar

Comente este texto

Leia Mais

  1. João Vergílio Gallerani Cuter

    O que o filme mostra não é de modo algum um Shakespeare que, se não fosse Shakespeare, seria um esquerdomacho. Mostra o processamento da dor por meio da criação de um texto que, encenado, permitiu que uma expectadora processasse a própria dor. Se Shakespeare não fosse Shakespeare, ele seria um homem comum, matando um leão por dia para sustentar sua família e tão devastado pela dor quanto sua esposa. Se Shakespeare não fosse Shakespeare, Hamnet não seria Hamlet. Só isso já não basta?

    Responda
  2. Ivani Cardoso

    Senti o mesmo, saí em estado de graça por ter o cinema em minha vida. Parabéns pelo texto. Abraços

    Responda
  3. luiz augusto guimaraes vilela

    História cutuca situações humanas difíceis que todos já passaram. Dai a comoção, que continua depois do filme (platéia fica quieta quando acendem as luzes da sala). Dai a gostar: ok, cinema não é só pra divertir, mas ir pra telona pra excruciar dores profundas e/ou insolúveis, uma atrás da outra, pra mim não dá. Belíssimo filme, direção, roteiro, personagens e atuações, sobretudo da incrível Jessie Buckley. Mas... Seguidores de Shakespeare, vão procurar sua turma.

    Responda
  4. Claudio Gomes

    Tava indo bem. Até me deu vontade de assistir filme. Ai vem a última frase…

    Responda
    1. Claudio Gomes

      Isso quem pode responder eh minha companheira, não vc. Pq vc não pergunta a ela?

    2. Ruth Brustolin

      Sentiu, né? hahaha

  5. KARIN CORREA FOGGIATO

    O filme é belíssimo: denso, envolvente, ao mesmo tempo delicado e com interpretações espetaculares! Além dos adultos, o que é aquela interpretação do menino Hamnet, senão linda? Estou torcendo por muitos Oscares para várias categorias. Simplesmente amei!

    Responda
  6. GEAN Ferreira

    O filme é excelente mas a versão de Hamlet com o gênio Keneth Branagh é insuperável! Melhor adaptação de todos os tempos, no mesmo nível de Lawrence da Arábia ou de Por quem os sinos dobram

    Responda
  7. João Paulo Candia Veiga Veiga

    Também achei um filme arrebatador, instintos primários afloram naturalmente em lágrimas e soluços involuntários.

    Responda
  8. Eder Marcos

    Cada um leva as impressoes e percepçoes de sua história frente a tudo, vida, cinema... Dai eventual e saudável divergência. Achei Hamnet interessante, n muito mais que isso. Final do filme ouvi choros, lamentaçoes mas pra mim é nota 7 e olhe lá! :)

    Responda
  9. fabiana seppe laforga

    Não gosto de chorar na ficção. Vi desgraça que chega em PS infantil de SUS por anos. Cinema é pra rir. Ou ver a Marvel.

    Responda
    1. joão moreira

      Concordo plenamente! Ver filme pra chorar é a coisa mais deprimente que existe.

  10. Pedro Rafael Oliveira

    É, com certeza, sem melindres, um tipo de objeto artístico difícil de ser definido em palavras. Reúne literatura, teatro, cinema, fotografia e tantas outras expressões culturais em um único movimento. É o tipo de filme que se deve assistir no cinema para, ao sair, poder agradecer por estar vivo e tê-lo experimentado. Um primor!

    Responda
  11. JEANNE D ARC DE FARIA

    Um hino ao amor. Impossível não se emocionar.

    Responda
  12. SERGIO saraceni

    Obra prima do cinema. Genial em todos os aspectos.

    Responda
  13. ADONAY ANTHONY EVANS

    Mulheres fortes sempre renderão grandes obras, por que tem a essência, e quando necessário tem a chama. E essa bravura silenciosa e indomável ocorre todo dia, da madrugada à noite avançada, na carreira de uma mãe solo. Em as Troianas, obra prima da tragédia grega, Eurípedes descortina essa raça estranha para quem não há limites.

    Responda
  14. Antonio Costa

    Já dizia Paulo Francis: Não vi e não gostei

    Responda
    1. KARIN CORREA FOGGIATO

      E o sol continua nascendo e se pondo todos os dias.

    2. Amaral Neto

      kkkk essa foi boa. Problema seu.

    3. ADONAY ANTHONY EVANS

      Ainda bem. Obrigado, vou ver. Se tivesse visto e gostado, eu passaria longe

  15. Jesus Silvestre

    Valor Sentimental é tão bom quanto este . "Descontrole " também é ótimo como Pecadores e Marty Supreme.

    Responda
  16. Daisy Santos

    De fato um filme belíssimo, comovente. Assim como Valor Sentimental . Apesar de algumas lacunas, Sirt também vale a pena.

    Responda
    1. Daisy Santos

      Sirat

    2. Daisy Santos

      Sirt também vale a ida ao cinema.

  17. Ana Claudia Santos

    Eu também achei, que delicadeza....

    Responda
  18. Daniel Choma

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

    1. CELSO RIBAS

      V

  19. CARLOS ALBERTO CERETTA

    Tati, também gostei muito do filme e por adorar demais o cinema, ando feliz com recentes filmes brasileiros muito bons, além dos premiados Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto. Me refiro a A Vida Invisível (2019), dirigido por Karim Aïnouz e O Último Azul (2025), dirigido por Gabriel Mascaro. Ainda tenho que assistir O Filho de Mil Homens. Por ter minha mãe, já falecida, como uma das pessoas mais incríveis, todos os filmes comentados aqui tem em mulheres papéis muito fortes, marcantes, lindos.

    Responda
  20. ANTONIO F CARVALHO

    Belo artigo! a ficção às vezes nos põe diante de uma realidade que já vivemos. Esse é o papel do grande artista e cirador de peças maravilhosas em forma de, arte. Por sua vez a Arte de Furtar retratada naquele sermão do grande Padre Vieira está tão atual no Brasil como esteve no auge ao tempo do ilustre conterrâneo lusobrasileiro eis que nasceu na Bahia. Hoje temos até cenários espetaculares em nossos Três Poderes, independentes e hamônicos, pelo menos em suas investidas contra a moral e a Lei.

    Responda
  21. Welington Liberato dos Santos

    Esse filme deve bater mais forte nas mulheres porque, embora tenho gostado bastante do filme, não foi fácil passar por cenas tão excruciantes, difíceis de assistir e, por isso mesmo, a não ser nas cenas finais, não me envolvi tanto como gostaria com com a dor da personagem.

    Responda
    1. DANIELA FRANCO

      Sou mulher e achei bem chatinho.

  22. Dimas Floriani

    Millor Fernandes disse ao ditador Figueiredo, em uma de suas colunas, sobre dizer o que lhe vinha à cabeça: "Livre pensar é só pensar, mas não exagera Figueiredo"!

    Responda
    1. Maria Helena Pinto Oliveira Santos

      Comentario perfeito e sobretudo sensato. A gente vai lendo as coisas e de repente... Há crônicas e há auto exorcismos - que parece que viraram a sensação destes nossos tempos...

  23. Joaquim Rosa

    Hamelet é o melhor filme que eu não vi na vinha miserável vida. E daí?

    Responda
  24. Luiz Gustavo Amorim

    Clhoé Zhao deveria ter posto nos créditos as cenas da celebração do elenco e figurantes ainda no palco do Globe, logo após o término daquele que de longe se inscreve nos grandes finais da história do cinema. Quem não viu basta procurar no Instagram da diretora. Filme fabuloso e Jessie Buckley, que já tinha dado pistas do seu tamanho em A Filha Perdida, é a melhor definição da expressão força da natureza: que atriz, que força dramática!

    Responda
  25. José Cardoso

    Vou tentar ver de novo. Da última vez o cinema estava lotado.

    Responda
    1. CARLOS TAVARES

      Vou assistir novamente e não tenho dúvidas de que vou chorar litros novamente! Que obra-prima!

  26. Jose Marcelo Pan y Agua

    Para mim o filme fala de como cada um consegue se comunicar e como cada um coloca as coisas nos lugares que acha correto. Mulheres, homens, idosos, crianças. Um filme lindo, lindo mesmo. E sua crônica vai tão bem quando se atém ao filme (e seus sentimentos sobre ele) e não a sua tentativa desesperada de criar um link entre o filme e a sua pauta... que tal dar uma oportunidade à beleza e deixar de lado esse suco gástrico que volte e meia exibe? Olha que seria bem bacana!

    Responda
    1. Aline Coelho Bonifácio

      A direção do filme é de uma mulher e a intenção dela foi justamente destacar o sofrimento de mulheres que criam seus filhos sozinhas, mesmo quando são casadas. A mãe é a protagonista. Por isso, o nome de Shakespeare só é revelado no final do filme. Uma pessoa com sensibilidade entende que ele escreveu a peça para homenagear o filho, mas também como forma de expiar a culpa por não ter sido um pai mais presente e por não ter estado ao lado da esposa quando ela mais precisava.

  27. Mauricio Ferreira Lima

    A crítica é muito bem vinda aos que se dizem progressistas, mas têm atitudes de dinossauro. A luta pela exigência de que respeitemos o gênero feminino não é coisa nova e, provavelmente, será (tem que ser) permanente.

    Responda
  28. Regina Fonseca

    É muito lindo mesmo.

    Responda
  29. Maria Lopes

    Estava na lista mas agora foi o primeiro lugar. Entendo teu sentimento Tati. Tá difícil e precisamos de alento e de beleza humana diante da tanta feiúra e horror de todos os dias.

    Responda
  30. Ramiro Batista

    Parece que não viu Valor Sentimental. Teria feito uma resenha tão apaixonada quanto essa.

    Responda
    1. KARIN CORREA FOGGIATO

      Discordo, respeitosamente. Embora muito bom, não bate Hamnet.

  31. joão moreira

    Esquerdeomacho! Até onde vai esse feminismo infantilóide dessas mulheres que se acham tão modernas?

    Responda
    1. Maria Helena Pinto Oliveira Santos

      Até esbarraram no patético - e depois de terem atropelado a estética e desprezado a estética e a poética. Ai, estando na patética começa a gritaria. Com exceção aos casos de conduta patológica- qye são casos de policia mesmo - ta havendo certo exagero mesmo, concordo com você.

    2. Jose Marcelo Pan y Agua

      É o que penso. Têm que ter muita tinta na caneta para sempre criar esse link desesperado...

    3. Eduardo Vasconcellos Oliveira

      Fr4strado.

De que você precisa?

Copyright Agora. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Agora.