Djamila Ribeiro > Vamos mesmo rachar a conta? Voltar
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É triste ver que estamos a 238 dias das Eleições e os polÃticos resolveram trabalhar.Todos os fatos que estão na MÃdia são fatos que vêm acontecendo há muito tempo.Só agora lembraram de verficar e investigar.O Povo?Ah, o Povo.Esse continua sendo colocado em último plano,como bem diz o texto de Djamila.Escutei,como sempre,que o problema é a falta de cultura e de que os brasileiros não são verdadeiros patriotas.Parafrasendo Euclides da Cunha:"O Brasileiro é antes de tudo um forte."
A expectativa do banqueiro está alinhada com a própria essência do Estado capitalista. Regulação distributiva. O incômodo deve estar dirrecionado à evidência de que o Estado só tem eficácia ao distribuir o prejuÃzo de poucos entre muitos e nunca ao repartir o lucro de poucos entre muitos.
E o mais ironico é q o grande itau-unibanco é de familias progressistas e alinhadas com a esquerda
pq nao reclama com os polÃticos que vc votou? e se vc tem uma coluna mostra que sim, vc tem mais chances de ter um contato com um investimento que muito homem branco. nao é sobre cor só...
Pensamento da elite da Faria lIma, os lucros embolsamos, os prejuÃzos dividimos, ou melhor repassamos, no caso Master, para o povo!
Corretissima! Só lembrando que o chefe da fiscalização do BC é um negro!
A autora foi infeliz ao dizer que pretos, indios e migrantes vão pagar a conta. Eu que sou branco e pobre não vou pagar então? A maioria da população branca nesse paÃs é pobre. E bom certeza, nesse joio podre também tem negros, pardos e mulheres. Não acha?
Entendi a mesma coisa José; para a autora somente os pretos , Ãndios e migrantes foram lesados. Não importa se você é pobre, basta ser branco para não se considerado pela autora como uma pessoa lesada também...
Dyjamila, trata-se dessa mentalidade patriarcal, escravocrata, reinante nesse nosso paÃs. São os que foram indenizados pelo Estado, após o prejuÃzo que tiveram com a abolição da escravatura. Os negros, após séculos de trabalhos forçados, sem nada ter, foram jogados na rua, sem nenhuma proteção, abrigo ou amparo.
Gustavo. Tenho uma certa pena dos que acham que pertencem ao andar de cima. Querem viver colados neles. Pensam que riqueza pega. Sonham em construir um puxadinho bem pertinho desses homens de bens.
Petista tem sempre a mesma ladainha.
This is the real Word, onde um grupo muito pequeno de 12 pessoas, em que não há nenhuma mulher negra como a Djanila, acumula uma riqueza maior do que os 4 bilhões mais pobres. O que fazer para mudar isso? Alguém já falou no passado: trabalhadores do mundo, uni-vos!
Pagarão em primeiro lugar os que mais usam serviços bancários. Se o indivÃduo é pobre mas se endivida no cartão vai contribuir, se gasta só o que ganha não. Não haverá um tipo de boleto para os pobres pagarem pela fraude.
Sua inocência comove.
Grande e gorda mentira. Se há uma subida nos custos do financiamento bancário, isso impacta maioritariamente as empresas e, no final, os consumidores.
Qual o mérito de grandes pensadoras? Elucidar o óbvio. Viva o raciocÃnio crÃtico de Djamila Ribeiro.
Faço um paralelo com as caneta emagrecedoras: destinadas para casos muito especÃficos de uso a longo prazo sob monitoramento médico, de repente se tornaram um recurso para alterar dietas e para outros fins terapêuticos. Esquece-se que se trata de um medicamento que pode causar efeitos adversos e dependência emocional. Assim, poucas pessoas enriquecem à s custas do uso indiscriminado de um produto, ao invés de se reforçar polÃticas e práticas menos artificiais para a maioria.
Banqueiro nunca pagou a conta. É o tipo que vai ao banheiro na hora que o garçon trás a conta. Pelo jeito o Banco Central trabalha para os banqueiros e serve só para ditar as regras do jogo financeiro, principalmente a taxa básica de juros Selic. O maior risco fica por conta do investidor.
Melhor texto a respeito desta sujeira do banco master.
Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.
Imagine como é conviver com quem passa pano para criminosos brancos e ricos.
Excelente texto; mas infelizmente a conta fica para a parte que contra ele não pode se insurgir; fica para aqueles que a tem que liquidar com seus parcos recursos e a eles ninguém pergunta se possui e fato condições financeiras para tal; tem que pagar e pronto; tem que pagar por que alguém colocou na lei que eles tem que pagar, imposta, e pior, os que criaram tal lei, além da não serem chamados para pagar a conta, foram os que se "esbaldaram " na festa.
1.3. Caso clássico de autora da FSP, não sabe economia (e isso não é um problema), não leu sobre economia, não consultou sobre quem sabe de economia e não se baseia (cita) em qualquer autor (especialista) que tenha estudado o tema e o caso. Entra no modo looping sobre cor e gênero como se fosse a fronteira do conhecimento sobre o que separa os indivÃduos por nÃvel de renda (a modinha do momento que alimenta as tribos). Hype na sala!
Hoje aprendi com o colega leitor que a Djamila inventou as classes sociais, o racismo e o machismo. Impressionante isso aÃ.
Ela consegue usar a coluna para falar de liquidação de banco e mesmo assim usar a questão de cor e gênero para fazer ativismo, sem nem mesmo ter entendido o que o banqueiro quis dizer com "pagar a conta". Ela acha que é uma injeção de dinheiro direito no sistema, sem perceber que é uma mudança de paradigma. Deveria se meter a falar da conta que pagamos sem sermos convidados para que ministros usem aviões da FAB como Uber, e estatais como os Correios que sangram nossos impostos!
Grande Djamila! Obrigada pelo texto!
2.3. Glaidson Acácio dos Santos, foi faraó do bitcoin, movimentou quase quarenta bilhões de reais e gerou prejuÃzos de quase nove bilhões aos seus clientes. Detalhe importante, é um criminoso que não caberia na narrativa, pois é negro. No caso Master o FGC foi acionado de forma a diminuir os prejuÃzos dos aplicadores. No caso do Faraó isso não foi possÃvel. Onde o povo negro, indÃgena e migrante cozinhou, serviu, limpou o chão sofreu mais?!
3.3. Ailton de Aquino Santos é Diretor de Fiscalização do BACEN. De acordo com o apurado, ele recomendou pelo whatsapp que o BRB comprasse carteiras do banco Master. Obviamente, ele nega, apesar de existirem testemunhas dessas mensagens. A falha do fiscalizador gerou uma grave crise no SFN. Ailton é sueco? Anglo saxão? Muito pelo contrário, mas também não caberia na narrativa vitimista da autora.Portanto, o tema tem muito pouco a ver com cor e gênero e muito quais com qualidade das instituições.
Parabéns, antes tarde do que nunca. Descobriu que não existe almoço grátis. Todas as contas são pagas por dois bolsos, o da direita pelos custos diretos e da esquerda por tributos, mas sempre da mesma pessoa, o incauto cidadão brasileiro e do mundo. Dai o cuidado com qualquer tipo de corrupção, publica ou privada, porque o custo sempre recairá no colo do cidadão. Passar pano em polÃticos e servidores públicos corruptos por causa de identidade politica é um desastre completo.
Bem dito.
Gilberto Gil lançou em 1968 a canção "Ele falava nisso todo dia", tÃtulo perfeito para o discurso sempre igual do ativista. Recentemente, em longo artigo falou-se de maioria de mulheres negras assassinadas sem dizer o por que, onde (região, paÃs) e qual o perfil do assassino. Talvez sejam esposos, amantes ou familiares também negros, mas isso não se encaixa na doutrinação, né?
Alguém precisa avisar a colunista que ela já pagou a corrupção colossal gerada por Lula e sua quadrilha, que se apoderou do Estado brasileiro há quase 24 anos (com breve interrupção do psicopata golpista) e produziu, em vez de progresso, uma sequência de golpes financeiros, roubalheira mesmo, na Petrobras, Eletrobras, Fundos de Pensão, Estatais etc. Ah, o golpe do Bando Master nasceu lá na Bahia, na gestão estadual de Rui Costa e Jaques Wagner.
E o que estava a fazer a direita nesse tempo todo. Em Miami, talvez a se divertir com o pato Donald.
Pelo visto, Lula foi responsável até pela extinção dos dinossauros. Esse cara é mau mesmo.
Admiro o posicionamento da articulista pela inocência.
Heil Gustavo!
Inocência sim, preconceituosa, também. Há inúmeros erros pelo desconhecimento de como são as coisas e sobre o que são as consequências deste tipo de escandalo, que surgiu no grupo polÃtico mais próximo a ela. Impressionante é o latifúndio que ela tem para escrever sobre o que não entende em uma página de jornal. Emtempo: ela tem direito de falar sobre o que quiser, onde permitirem. Só lamento ter tal espaço neste jornal.
Esse é o funcionamento do sistema capitalista, concordando ou não é assim que o dinheiro se movimenta, todos recebem e todos pagam, uns mais e outros menos. Temos que propor equidade!
Estamos diante da trágica comédia da vida humana, onde [desde que o mundo é mundo] a maioria paga as contas dos encastelados. Certamente não viverei para ver qualquer transformação, sequer mÃnima, desta barbárie. O progresso civilizatório é um sonho inalienável? Talvez sim, talvez sim...
Ótimo texto. Na mosca.
Falou e disse.
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