Mercado > Países ricos devem temer 'brasileirização' da economia, diz The Economist Voltar
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1. Nossa dÃvida pública (externa e interna) está na casa de R$ 8.63 trilhões, +/-US$ 1.65 trilhões (cerca de 78% do PIB). 2. Nossos tÃtulos de curta/médio tempo de rolagem (4 anos). 3. As despesas governamentais cada vez aumentam mais, por causa de altos salários e aposentadorias. 4. A função do BC é controlar a inflação e a taxa SELIC está alta por isso. 4. A tempestade perfeita é não conseguir rolar a divida, ter despesa e inflação alta. Este é o tema da matéria do Economist. Sem polÃtica.
Rosmari, isso é uma decisão que você pode tomar e não perturbar mais. E o Lulinha, vai depor?
Rosmari, vocês da extrema esquerda não gostam de fatos, mas vão continuar existindo.
Tua conversa chega a dar sono ,não vou perder meu tempo com vc , Evando.
Fernando Dolci, é incrÃvel como a extrema esquerda é pobre em argumentos e cérebro. Quando quiser dizer algo, venha, compareça, agora chamar mamãe não é aqui não.
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Dionisio DeBarros, a dificuldade que vocês têm para lidar com fatos é impressionante. E o Lulinha, vai depor?
Muuuuu...
Esse artigo da The Economist tem todo o jeito ter sido encomendado. Há duas razões que a revista faz questão de passar cima: primeiro, onze paÃses têm dÃvida acima de 100 por cento há muitos anos, dentre eles Japão Itália Estados Unidos, França Canadá, Reino Unido, Espanha Bélgica; de outro lado, não fez referência ao queridinho do mercado, Campos Neto, o maior responsável pela altissima taxa Selic, quando ela nunca poderia ter ultrapassado 8% Campos Neto estava a serviço de alguém. Quem?
Tudo indica que Campos Neto estava a serviço dos "donos do dinheiro" e da necroeconomia
Porque acho que é coisa encomendada, pela conclusão polÃtica e não técnica, afirma a revista que a trajetória da dÃvida é insustentável. Errado. O fator que pressiona a dÃvida em quase 80% são os juros da dÃvida. Se a trajetória atual é a queda da taxa de juros, está em franca contradição com a conclusão da revista.
ionisio DeBarros, deixou o pais com superávit. Estatais no azul, incluindo os correios. Sem escândalos financeiros. Sem roubalheira no INSS, que tentou evitar e não deixaram. E o Lulinha, vai depor?
Acorda cara! Esse mundo que vc descreve nunca existiu. Volte para o zap. La a turma adora lorotas como essas que contas.
The Economist está atrasada em pelo menos 5 anos. São 5 anos que falo a mesma coisa: o neófito em polÃticas pública, Campos Neto, assumiu o Banco Central e elevou a Selic a patamares impensáveis e ainda criou ambiante para aà continuar. A Selic no seu máximo, nunca poderia ter passado 7 a 8%, como fizera os demais bancos centrais, pois redução, a descida de juros é muito dificultosa. Campos Neto precisa ser responsabilizado criminalmente.
A gestão de Campos Neto foi deletéria em todos os sentidos, primeiro em baixar a Selic a 2% lá por volta de agosto de 22 Isso induziu um número de tomadores e de volume de crédito muito grande, depois fez uma sequência contÃnua de aumentos da Selic, sem esperar maturação. Seja por incompetência, seja para favorecer o sistema financeiro, campos Neto precisar responder criminalmente. Gestores públicos que cusam desastres têm de responder pelas consequências de seus atos.
A imprensa vive pedindo corte nos gastos. O juro no patamar máximo eleva demais o gasto. Então, acaba com esse negócio de BC independente. É independente do governo, mas é controlado pelo mercado financeiro, que suga o paÃs com o juro nas alturas. É só tirar essa independência do BC, baixar o juro, que a austeridade será alcançada. Pelo fim do BC independente.
Apoiado! BC eh independente do governo do Brasil apenas. Esta totalmente na mao de rentistas e especuladores que farao de tudo para nao deixar a Selic baixar.
O problema eh a Selic nas alturas. PaÃs não sairá da faixa de crescimento medÃocre, enquanto Selic estiver nesse patamar. CaÃsse para um dÃgito, paÃs estaria crescendo como um tigre asiático. E haveria como financiar despesas, haja vista que crescimento maior atrai capital privado nacional e internacional. Infelizmente somos escravos do mercado que transformou Brasil em colônia de extração de juros.
Luiz Carlos, e o INSS do Lula, ladrão de aposentados. Começou no governo Dilma, Bolsonaro tentou evitar barrando os sindicatos e a esquerda não deixou. Lulinha envolvido, irmão que de frei não tem nada, também envolvido. Complicado defender, não?
A sócia do escritório de advocacia de Flávio Rachadinha é irmã do sócio do careca do INSS em uma empresa sediada nas Ilhas Virgens, paraÃso fiscal. Esse tal escritório nunca defendeu uma causa sequer pois nada consta com o nome dele em processos na justiça; ela não é advogada e somente os dois trabalham lá, de onde vem a dinheirama do senador que declarou ter quitado a mansão de BrasÃlia com parte dos recursos vindos de seu trabalho como advogado? Flávio está envolvido na fraude do INSS?
Haja vantagens para os filhos de, mulher de, irmão de. E quem paga pelo paÃs desordenado são os pobres a que mais dão desassistidos en service de qualidade. Parece que primeiro o alto escalão está indo pra resorts, tendo sociedades anônimas (anômalas) e faturando milhões ou bilhões. No final o prejuÃzo recai sobre o assalariado fora do feudo dos ricos e funcionários do governo.
Luiz Carlos, Bolsonaro nunca deu calotes. E o Master? e o INSS? Lulinha vai depor?
Evando saia dessas lorotas de wattsap de bolsominions, onde inventam todo tipo de fake news e espalham para bolsominions que só se informam por isso ,wattsap cheios de todo tipo de mentiras. Acorde , leia tantas outras coisas que vc pode se informar melhor , pense, raciocinar faz bem e vc pode ser mais realista com as coisas.
Calote dos precatórios. Empurrou dÃvida da união com a barriga para o próximo governo. Eh assim que diziam estar diminuindo déficit público. Tinha também a venda de estatais a preço de banana para amigos endinheirados. Não adiantou nada. Terminaram com déficit recorde mesmo assim. Incompetentes e mal intencionados.
# Não em vc,
Não entendi vc, mas em mim e em dezenas de milhares Sim, se atualize e descubra que a resposta a algum comentário é logo abaixo, ou seu celular tá com problemas, igual sua cabeça
Irineu, como disse o Dráuzio da Globo e a própria. É só uma gripezinha. Bolsonaro ainda tentou proibir o carnaval, mas não deixaram e a epidemia se alastrou. Gastou milhões com respiradores que o próprio Dino e Ruy ministro de Lula, roubaram o dinheiro.
A taxa de juros é consequência do endividamento elevado e do descontrole das contas públicas. A taxa é elevada para não aumentar o problem de ter - ao mesmo tempo, endividamento acima do PIB e inflação - o que desmancha qualquer economia. Seja USA ou Bangladesh. O Brasil tem tudo - de sobra - para ser uma das maiores economias do mundo (é hoje a 11a. poderia ser a 5a) desde que coloque no governo pessoas tecnicamente habilitadas e tenha um projeto nacional, o que não temos há mais de 30 anos
A taxa básica de juros, a Selic, é alta porque o BC quer se mostrar excessivamente "cauteloso" e "conservador" quanto à inflação. A inflação tá na meta mas o mercado diz que há "riscos futuros", o BC treme e mantém os juros altos, explodindo a dÃvida. Então o problema não é mesmo a dÃvida, SÃO OS JUROS
Lógico que tem muitos que trabalham contra o Brasil , para sabotar o governo mesmo. Muitas vezes isso fica no mesmo , porque eles querem assim, Mercado financeiro só se preocupam com eles , mesmo sabendo que o povo mais pobre vai sofrer mais , mas para muitos isso não interessa para eles , tipo, não tô nem aÃ. Infelizmente isso acontece.
as contas públicas não estão mais descontroladas, embora o dinheiro deva ser melhor gasto. o foco é gastar em polÃticas públicas, como deve ser num paÃs desigual em desenvolvimento. a selic é p contar a inflação não pra contrapor dÃvida pública. todas as economias desenvolvidas tem a dÃvida beeem acima do pib, obvio q nao querem q o brasil faça o mesmo. siga nos vendendo commodities a preços baixos e m,ão de obra e terra farta. a fazenda tem pessoas altamente qualificadas, como o haddad.
O juro alto é consequência da dÃvida elevada? Ou é causa? O governo gasta quase um tri por ano com juros e tem um déficit primário de uns cinquenta bi. Então a dÃvida sobe quase que só por causa dos gastos com juros - estes é que provocam a maior parte do descontrole, do rombo. Todos paÃses tem dÃvida mas só um ou dois tem juros maiores que o Brasil. A inflação tá quase estável há anos e a Selic não cai por que, BC? É por "cautela"? "medo do futuro"? Ou é pra agradar o mercado e sacanear lula3
Verdade, o atual ministro e o presidente dizem que está tudo bem, que o paÃs é exemplo a ser seguido. Sempre bom quando uma opinião relevante vem para dizer algumas verdades inconvenientes!!!
Transposição do Rio São Francisco que já estava parada e ruindo. Fora outras, pesquise no Google.
Na verdade, não é muito complicado. É só cortar despesas. Diminuir os salários e regalias dos funcionários públicos (federais, estaduais e municipais - militares e civis); aumentar a idade mÃnima de aposentadoria para 70 anos, igual para para homens e mulheres; diminuir o número de ministérios; parar de jogar dinheiro fora com ONGs (se são não governamentais mão podem ter dinheiro do governo), e por aà vai. Molinho. Mas o povo tem de querer e votar para isso. Veja o ocorrido na Argentina. Rápido
Aposentadoria aos 70 é muito baixo. Tem que colocar logo aos 80 anos, com teto no salário mÃnimo (com reajuste pelo PIB) e com 50 anos de carteira assinada em jornada 6X1, para esse pessoal deixar de ser frou.xo.(contém ironia) Curiosamente você esqueceu de pedir uma auditoria da dÃvida pública e uma caça sem trégua a sonegadores e devedores da Receita e do INSS.
Francisco Jose, sim. Bolsonaro, TarcÃsio - obras espetaculares. Bolsonaro Paulo Guedes. EquilÃbrio, juros mais baixos e economia pujante.
Quais obras? Responda no seu comentário, Evando, esta é a forma correta de usar este espaço.
Joseph, melhor pesquisar. Bolsonaro deixou estatais no azul, superávit e poucos ministérios. Lula veio e arruinou tudo.
E muitos mortos.
E vários calotes
Os juros altos são consequências da polÃtica de Campos Neto que elevou a Selic à s alturas, quando nunca poderia ter ultrapassado de 8% Cada 1 ponto percentual da Selic, implica o pagamento de cerca de 50 bilhões de juros ano, assim cerca de 400 bilhões reais ano são excessos indevidos, que devem ser cobrados de Campos Neto.
Exatamente, em ano eleitoral, revista do mercado em campanha forte contra reeleição do Lula.
O Brasil do desgoverno do descondenado, anão diplomático só serve para nos envergonhar
Descondenado e reconhecido, agora a 2 7 anos de xilindró. Quem deixou uma dÃvida pública bruta de 8 4 % foi ele, o coisa ruim, o anão diplomático que ficou na calçada de NY comendo pizza pq ninguém o queria por perto.
Satanaro que deixou o Brasil terra arrasado com quase ditadura, isso foi o desgoverno sim.
Bom mesmo era o do condenado a 27 anos, não ê?
Simples de resolver. Demite os aposentados , menos meus pais. E o restante que se vire. A melhor forma de combater o rombo na previdência, é gerar empregos formais, universalizar aposentadoria, ou seja, acabar com as super aposentadorias do judiciário, militares e taxar os bilionários, milionários., taxar patrimônio, aumentar alÃquota do ITCMD de acordo com os paÃses desenvolvidos
Situação difÃcil a nossa, uma parte dessa "armadilha" vem do "Tripé" da estabilização econômica, outra do exagero e rigidez na tentativa de controlar a inflação, Todos sabiamos que essa meta de três% era inalcançável, Não sei se agora compensa altera la
E o remédio prescrito pelo BC para a doença da inflação, só faz bem pra um ou zero um por cento. Os outros ficam à beira da morte
No Brasil a ambição impera, o pensamento coletivo simplesmente não existe.
Artigo raso, ilação e falta de vontade de se apresentar bons argumentos
Verdade. Comparações sem fundamento.. Banco Central americano com o Turmp perdeu a independência e nada tem a ver com BC do Brasil que continua com independência.
A revista poderia ter resumido toda a reportagem numa frase: cuidado com a esquerda no poder. (Ainda mais se for corrupta).
Cuidado com a Direita, com Centrão e com Extrema Direita, os quais são apoiadores do Golpe e Ditadura com Satanaro no Poder que deixou o Brasil terra arrasada . Também cuidado com esse espectro polÃtico formado por ricos empresariados, por ricos PolÃticos com seus vários auxÃlios e privilégios no Congresso, pela classe dos privilegiados dos altos salários do Poder Judiciários e Militares e seus Penduricalhos a custa dos impostos. Também ainda lutam pra destruir polÃticas sociais .
Cuidado, ela pode te estipar o complexo caramelo, feldal.
Rapaz mas que fixação.. vai tomar sua medicação.
É verdade. Essa esquerda q protege pensões de velhinhos é um perigo! Certa está a direita, q vai elevar o piso etário da previdência oficial pra 75 anos...
Em resumo, segundo os comentários, não discutam os problemas estruturais do BR, pois é uma afronta. Digam que está tudo bem, que o BR é um exemplo para o mundo e que a economia, a justiça tributária e tudo mais estão em perfeita ordem. Viva o ufanismo, viva a lulismo, viva a justiça brasileira. Viva tudo. Somos um exemplo.
A ginástica midiática (e obscena) de sempre da publicação conservadora inglesa e seus co irmãos aqui contra os mais pobres e aposentados... Como se não tivessem assunto suficiente com o fracasso politico ececonômico do Brexit.
Pronto. Os 2 grandes problemas financeiros do Brasil foram apontados : os idosos e a suas aposentadorias. Os setores das isenções, a sonegação fiscal pelos mais ricos q se escondem atrás de "camadas" financeiras, o parlamento perdulário e suas emendas secretas, a justiça carÃssima , nada disso é problema. Vamos eliminar os velhos q tudo se resolve.
A solução é a eliminação dos idosos em prol do restante da população. Passou dos 70, eutanásia nos velhinhos.
Em outra publicação sobre o Brasil, a The Economist afirma: 'A economia do Brasil está sendo estrangulada por interesses enraizados'. Governar o Brasil Complexo sempre foi um desafio; garantir a coesão polÃtica parece quase inimaginável, pois a ganância sufoca qualquer polÃtica de estabilidade. O paÃs é imenso, mas a sede pela 'cereja do bolo' é muito maior, restando ao povo pagar a conta para financiar a desordem institucional e as elites.
A solução de todos os problemas envolve deixar o rico mais rico e escantear os pobres. Isso desde mil novecentos e sempre.
Há também uma frase que confirma a incompetência de polÃticos e economistas tupiniquins : Enxugar a máquina.
A igreja neoliberal segue firme mesmo com o fracasso do seu paÃs papa afundando. Apesar do mundo contra e da tentativa de golpe de estado o Brasil atravessou a crise e bem. O juro é consequência da igreja neoliberal. Inflação? 1/3 dos juros, não justifica os juros, divida publica abaixo da média. Cortar dos idosos? Vai lá e fala isso ao grande numero de idosos bolsonaristas e veja o que acham. A população idosa será maior. Mexer nisso é morte polÃtica.
É curiosa a escolha da foto pelo The Economist, é a praia de Copacabana com a polêmica escultura em fio dental a espera do turista e um aposentado que, em pose relaxada, aproveita o sol. A imagem sugere uma visão tÃpica do brasileiro mundo a fora, enquanto o paÃs enfrenta uma conjuntura social e econômica complexa, a atitude do brasileiro médio é a indiferença despojada.
A Folha e seu samba econômico de uma nota só. Deixe eu adivinhar: amanhã sai a tricentésima entrevista com ArmÃnio Fraga pregando corte de gastos. Nunca vi esse jornal pedindo uma auditoria da dÃvida pública, por exemplo. Sabemos o motivo.
Os comentários dos brasileiros parecem incapazes de entender o básico de economia. Uma dÃvida alta significa apenas que a geração do presente promete que as gerações do futuro terão de pagar mais... ou seja, reformas em gastos sociais para geração do presente, se não são realizadas, implicam situação pior para os idosos do futuro.
Juros estão não é porque o governo quer, e isso é prova da independência do Banco Central. Claro que temos problemas, isso não tem como ser negado, basta ver o tofoli, o centrão e a direita toda envolvida com o banco master, isso sim é uma ameaça, mas, a revista preferiu chafurdar no que está funcionando razoavelmente.
Em artigo da Economist sobre o Brasil, acho que anterior a este, as recomendações sobre como ajustar a nossa economia me pareceram coerentes, por exemplo, apontando que redução de gastos sociais não seria um caminho; indicavam sim, avaliação de retornos dos subsÃdios concedidos; revisão da previdência do setor público, discussão sobre benefÃcios exclusivos de certos grupos. Tinha tb revisão do sistema de aposentadorias em geral, da qual nenhum paÃs vai escapar. Tudo bem correto.
É a mesma revista que informava ser bom investir em imóveis e derivativos antes da crise em 2008
Trinta e nove trilhoes de divida, o dolar derrete, paÃses procuram ouro e criptomoeda. Acordos multilaterais são ameacados. Tudo isto nos EUA e está boss ta de revista está preocupada com o Brasil? Sim porque se o Brasil acha alternativas ao dolar ajuda o pedo fi lo laranja ficar complicado e a oligarguia pos Epstein também.
The Economist, tem qualquer coisa contra o Brasil, já não é a primeira vez. Não digo que a analise jornalÃstica esteja equivocada, por acaso, a primeira vista até concordo. No entanto, pelos vistos não usam as mesmas regras de analise macroeconômica, politica monetária ou politicas publicas para os paÃses da UE.
Nunca a cobrança de impostos do andar de cima é solução. Deixa o povo se matar com austeridade, enquanto o andar de cima brinca com o dinheiro por aà nos cassinos do mundo.
A Economis está a serviço de quem?
São uns can alhas neo liberais, em palavras diretas
De novo querendo nos colocar como vira latas ,mas não vai colar.
Só faltou a The Economist propor eliminar os idosos que "gastam" o dinheiro público, afinal velho é um estorvo, né, senhora Economist?
O Brasil de Lula como exemplo daquilo que deve ser evitado. De fato, tomar dinheiro emprestado para pagar oito por cento do PIB em juros, todo ano, não é um bom negócio. Mas isso pode piorar porque a venda de tÃtulos do Tesouro para pagar juros aumenta a dÃvida e, consequentemente, também os juros que deverão ser pagos no futuro. Logo serão nove por cento, depois dez por cento do PIB jogado fora todo ano na forma de pagamento de juros da dÃvida.
Todos paÃses tomam dinheiro emprestado, o problema, o que está errado, são os juros altos, dos maiores do mundo, baseados na Selic fixada pelo BC.
Quem define os juros é o BC! A inflação está controlada, praticamente estável, já há três anos e a Selic não cai ... Pra reduzir a atividade econômica? Diminuir a arrecadação?
Inflação ok, e a Selic não baixa. Pra penalizar os endividados, saciar credores? Falir empresas? Enfraquecer o governo? Reduzir a popularidade?
Não é o Brasil de Lula, é o nosso paÃs, essa "armadilha" dos juros é antiga desde o plano Real é parte do famoso "Tripé"
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