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  1. Jose Ricardo Almeida

    Vale lembrar que a visão crítica naquele momento era mais simples e a sociedade parecia menos complexa. Porém, todas as observações do texto são válidas, salvo certa confusão sobre o movimento negro e o identitarismo. Como tudo, fomos atropelados pela hegemonia neoliberal. Resta de certa forma preservar na folia o que está destacado no texto da Coluna Papo de Responsa.

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  2. Noel Carvalho

    Não esquecer outros companheiros ligados a Escola de Samba Quilombo: Zózimo Bulbul, Raquel Trindade e muitos membros do movimento negro unificado do RJ e SP. E de lambujem: homenagear Luiz Inácio Lula da Silva é o mais puro sentimento dos quilombolas. É o presidente do povo.

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  3. Delzimar Irineu Silva

    As pessoas tem que entender que essa história de apropriação do carnaval pelos brancos não existe, quem trouxe isso para o Brasil foram os portugueses, que eram brancos, e que por sua vez pegaram esse festival de algo que os romanos chamavam de Saturnália, ou seja, não existe isso de apropriação de um ou de outro lado, mas é uma frase que se repete a exaustão em todo carnaval, mas vai-se pensar em antropologia se a p.....ária está rolando solta? Vai nada!!!!!

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  4. Arnaldo Teodoro

    Que texto legal e esclarecedor! parabéns e vou procurar esse livro do Candeia e os do autor da coluna.

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    1. CARLOS ALEXANDRE PERGER

      Excelente contribuição para cultura brasileira e antropologia da música, Arnaldo.