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  1. cristiana couto

    Creio justamente que não é a fidelidade à época que dá vitalidade, emoção e pertinência ao filme. Quase impossível um filme reproduzir a literatura, que age no imagético particular, ainda mais quando tão complexa. Sou apenas alguém que ama cinema, e a expressão “anacrônica” do filme é simplesmente de altíssimo bom gosto - guardadas as devidas proporções, Sofia Copolla fez isso em Maria Antonieta. O filme é lindo, e faz o espectador ter vontade de ler o livro. Acho que isso já é incrível

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  2. Ana Barbosa

    Assisti e gostei muito. É uma visão da diretora e não precisa ser igual ao livro. Muita beleza visual e erotismo. A presença de Jacob Elordi já vale o ingresso. Lindo e gostoso demais

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  3. Olavo Egydio de Souza Aranha

    Parafraseando: a crítica tem partes boas e partes originais. As boas não são originais… O pior fica no trecho “o livro “O morro dos ventos uivantes” descreve…” Que confusão de aspas. Querida, o título do filme tem aspas, o título do livro, não.

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