Alexandra Moraes - Ombudsman > Quem paga pelo jornal quer saber se está lendo coluna ou resultado de prompt Voltar
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Parabéns, Alexandra. Corajosa luta por transparência da Folha.
Nesse tópico especÃfico louvo a coragem e honestidade da Sra. Alexandra, ombudsman da FSP. Não deve estar sendo fácil para ela denunciar a grande enganação ao que parece endossada pela editoria do jornal de esconder o uso da IA em colunas opinativas.
Não minha cara pelo visto e lido aqui a maioria que paga o jornal deseja que o mesmo seja porta voz do governo do pt. Noventa por cento das assinaturas devem vir de patrocÃnio de sindicatos do PT.
O prezado não entende nada de relação de forças polÃticas e jornalismo. Tb nao sabe nada da historia do jornal. Este diario tem rancor histórico pela esquerda pq tem como princÃpio economico o neoliberalismo. Sempre apoiou as polÃticas dos tucanos. Tem eancor profundo por polÃticas econômicas q procurem diminuir as desigualdades sociais. Criticava muito o Bozo por ser muito tosco, mas amava o Guedes.
Se a Folha fosse um jornal sério, Natália Beauty já teria sido demitida.
Mas e ainda não foi? É muita cara de pau desse jornal. Não tem como dizer que isso é uma grande falta de vergonha.
O leitor deve saber que, quando ele compra um jornal, não está comprando a verdade, mas sim uma historia, um conto, uma narrativa. A suposta "verdade" do jornal, é moldada de acordo com interesses polÃticos, editoriais, históricos, financeiros, etc. No caso dos jornais brasileiros, no momento esta verdade" está sendo moldada por interesses polÃticos e financeiros. PolÃticos devido a polarização excessiva e financeiros pela enorme quantidade de propaganda do governos, citações, fotos, etc.
Só espero que tanto o jornal, quanto a dita “comentarista” tenham bom senso e cancelem essa parceria. Sua permanência entre o time de colunistas seria uma ofensa a quem paga por uma assinatura para ler artigos escritos por pessoas e não máquinas
Ou pelo menos avise claramente que tem IA na jogada. Se for coluna de opinião eu nem leio.
Pago a folha para ler colunas de colunistas, seres humanos, para ver à inteligência é saga idade na escrita de uma pessoa é nao de máquina. Isso me faz pensar se mantenho ou não minha assinatura.
Fala, fala e não diz nada. Isso é questão de editorial. Cadê?
É preciso entender que a ombudswoman lida com a demanda dos leitores, defendendo seus interesses, porém não tem poder decisório.
Agora, o que diz a IA. Contextualizei o problema para o Chat GPT, destaco alguns trechos da resposta: Não se trata de "medo do novo”, mas sobre "transparência e confiança". Embora ferramenta, IA são "ferramentas que interferem no processo intelectual, não são neutras como um teclado: elas podem sugerir estruturas, enquadramentos e ênfases", p.e.. "A questão central não é usar ou não usar, mas informar e respeitar o leitor", algo que pode ser explicitado na polÃtica editorial.
Otávio Frias faz muita falta.
Não tenho opinião formada quanto ao uso de IA em artigos de opinião, mas quero ser informado disso. Porém, colunista responder a crÃticas fundadas justificando que seriam medo do novo, preconceito, hipocrisia etc. é subestimar a inteligência dos leitores. Usei máquina de datilografar, fui um dos primeiros entre meus pares a ter computador pessoal etc. e uso IA. Eu me adapto ao novo. Porém, não se refuta argumentos acusando os crÃticos e as crÃticas. Debater produção intelectual exige respeito.
Saà da leitura sem entender bem os argumentos da Ombudsman. Mas os de Natalia Beauty são inequÃvocos: sua prioridade são produtividade, resultado e tempo. Mais do que a polêmica acerca do uso de IA em textos de opinião, o que a mim me chocou aqui foi a desonestidade intelectual e a sem-cerimônia com que a colunista defendeu seus interesses pessoais como se fossem os dos leitores. E eu, cá pra mim, estou em achar que esse é um mero sintoma de se deixar que a IA organize sua vida mental para si.
Os alimentos processados são obrigados por Lei a detalhar o conteúdo do produto. As embalagens de cigarros devem constar o perigo de morte, e assim por diante. Talvez seja preciso utilizar a Lei do Consumidor para a dona Folha entender que é obrigatório sabermos se os textos foram feitos com IA.
Muito digna a explanação. A Folha, porém, não é noviça
O uso da IA é um duplo engodo: do autor e do jornal. Um desrespeito ao leitor. A Folha não é grande coisa, mas falta opções.
O debate é interessante, e o levantamento pela Ombudsman dessa questão é bem pertinente. Se a situação hoje, na aurora da IA, já está assim, imagine no entardecer!
Bem-vinda seja a IA; para o jornalismo, inclusive. Duvido se a IA insistiria no erro crasso, por exemplo, de afirmar que a BR 230 (Transamazônica) passa por Manaus, como já aconteceu de ser publicado por essa Folha.
Na realidade, o uso de IA já é um motivo grave para desqualificar o autor. Penso que a sra Natália não tem talento para estar como colunista neste jornal e ponto!
Prezada Alexandra: A IA veio pra ficar e seguem sugestões para o seu uso: revisão de textos em português, revisão de traduções, melhoria nos tÃtulos das notÃcias. Tarefa para uma editoria , curadoria ou congênere. Transparência em relação a os prompts usados.
Cara Fabiana, agradeço-lhe pela leitura e pelo comentário. Eu não poderia concordar mais em relaçã ao fato de a IA ter vindo para ficar e ser muito útil em várias tarefas (essa da revisão, então, deveria ser muito mais usada pelo jornal, e torço para que isso seja automatizado inclusive). Mas entendo que o uso mais intrusivo ou a participação ativa da IA deveria ser informada leitor. Mal não vai fazer…
Bom refletir sobre o que Nicolelis chama de "Zumbis Digitais". Se a FSP e seus colunistas estiverem nesse rumo pouco os leitores podemos fazer. Mas o risco da "zumbização" se propagar é sério e devemos saber. Pessoalmente, tento avaliar, quem é o protagonista, a última palavra é do jornal ou da IA?
Quem ler as colunas de demetrius igor joelzinho lygia e editoriais tem certeza de que nao eh IA, nao tem a minima inteligencia naquilos.
Outro algoritmo eh usado o BT bur ri ce total.
Pedi para minha I.A. comentar (considero importante ouvir o outro lado): Quem paga por um jornal não compra apenas texto, mas responsabilidade autoral. Se a IA é ferramenta legÃtima, não há razão para ocultar seu uso. Transparência não é concessão; é cláusula básica de confiança. O problema não está na tecnologia, mas na assimetria entre quem produz e quem lê. Descobrir o uso de IA por provocação fragiliza o pacto editorial. Em tempos de desinformação, clareza é ativo, não detalhe.
IA é ferramenta. A ferramenta só faz o que é pedido . Você pode pedir um levantamento sobre matérias publicadas sobre um assunto, pedir para corrigir um texto, e até mudar para um estilo mais formal uma parte dele. Pode até fazer uma música ou um livro. O cérebro é seu e a IA trabalha para você. Assim a tecnologia vai ajudando a humanidade. Vamos reduzir a exploração do trabalho humano só para atender a vontade de um idealizador. Automatize o que puder .
A questão do uso de IA passa pela qualidade dos que escrevem na Folha. Nunca o jornal contou com tanta gente de qualidade textual duvidosa e péssima mesmo. E há também a posição ideológica rasa. Há pouco um colunista disse que a bancada Master no Congresso é de direita. Isso fere a inteligência do leitor qualificado. Um colunista e um jornal podem ser de esquerda, não devem, isso sim, desvirtuar os fatos para beneficiar o lado que abraçam. A isso se resume a ética no jornalismo.
Acorda!!! todos aqui que nao tomam cloro quina pela mnha, sabem que o mas ter nasceu e cresceu com o centrao,
É desonesto e detestável jornalista militante, normalmente de esquerda. A GloboNews é um horror! Poucos se salvam; dentre eles o corajoso e qualificadÃssimo intelectualmente Demétrio Magnoli.
Todo centrão, polÃticos e governadores direita estavam envolvido com o Mas ter bem antes do governo do bozo, e receberam doacoes nas campanhas em 2018 e 2022, 90% das prefeitura e estados que compraram titulos frios sao de direita... Acorda!!! pois aqui a maioria sabe que a terra é redonda
Se a valorização da criatividade humana, esprcificamente humana, do ou da profissional, consegue ser preservada, inclusive por não ocorrer empobrecimento cultural jornalÃstico com o uso de IA e nem rebaixamento remuneratório, não vejo problema na incorporação. Mas é essencial que se informe e que seja esclarecido onde começa e termina a atividade via IA.
Sem a intenção de estigmatizar a colunista, lembro os argumentos usados por Natalia quando admitiu o uso de IA. Ela atribuiu o uso da máquina à falta de tempo para elaborar o texto: faz perguntas, a IA responde e ela aproveita as respostas. É como se escrever não demandasse tempo e dedicação, como se fosse um desperdÃcio gastar algumas horas na tarefa. Esse não é um argumento válido. Se não tem tempo, não publique. Ou a Folha distingue os textos sem autor dos demais, ou proÃbe o uso de IA.
Concordo. Tempo para produzir todos e todas devem ter e exigir ter.
Concordo. Tempo todos nós temos que ter e exigir ter.
Quem nunca precisou criar um prompt para responder algum email chato-e-importante deveria fazer o exercÃcio de tentar. Criar um artigo como 3000 mil caracteres que reflete as ideias que estão na sua cabeça, com começo, meio e fim, não significa chegar para a IA e dizer "escreva um artigo por mim". Extrair da IA algum texto com o seu conteúdo é um exercÃcio criativo, bem como a responsabilidade da revisão e a assinatura compõem, com a sinalização do uso da ferramenta, um "kit ético".
Discordo. Quem escreve nos jornais são profissionais das palavras. Esses não precisam de IA. Para revisão e tradução, de acordo. Para redação, não. Pelo que entendi, as pessoas perceberam e se incomodaram com o uso da IA. Pior ainda é o uso sem aviso!
Transparência? Isso é desviar o foco. É preocupante pagarmos por um jornal que publica a opinião de uma pessoa que não tem opinião, já que a opinião dela é a que é “organizada” por IA. Quantas pessoas estudam, analisam um tema e produzem textos virtuosos a partir da própria capacidade crÃtica, mas, infelizmente, não possuem oportunidade de publicar o texto? Se as opiniões de IA forem a prática, então é melhor reformar os PrincÃpios Editoriais da FSP., se é que isso tem sido critério p/os textos.
Hahahha A Alexandra é muito maravilhosa! Como é bom ler texto de gente! Adorei que o Claude e o Gemini tiveram direito ao lugar de fala na coluna ¤ ...Mas apenas imaginem!
Estou tendo conhecimento disso agora! É o fim da picada! Quero meu dinheiro de volta!
Perdeu, preibói. Uma parte do seu din-din já está no PagBank, a outra já virou procedimento estético da Beauty IA.
A FSP enquadrou direitinho a ombudswoman, não a deixando revelar que as notÃcias do Caso Master saem publicadas em forma de capÃtulos, para não perder a já pouca audiência de assinantes.
Prompt é o novo nome para pauta. A IA é um super corretor e um assistente de produtividade. O rótulo não protege o leitor, cria um preconceito cognitivo. O importante é o que é dito e quem assina e assume a responsabilidade do que foi escrito. Agora,como fica a colunista Natália Beauty que a essa hora já foi estigmatizada? Alguém pensou nela? E o que ela fez de errado? Nada,a não ser uma pessoa que não parou no tempo.
Se a colunista não merece qq repreensão pelo uso de IA, qual o problema de ser identificada por essa prática? Se está tudo bem usar a ferramenta para terceirizar parte da coluna que produz, não há motivo para que ela se constranja nem que leitores saiam em sua defesa.
Se assim é não preciso de jornal! Vou direto a fonte!
A "Belezura" cobrava (já deve ter inflacionado) 12 mil e 500 para pinçar sobrancelhas. Vocês estão esperando demais de um jornal que a contratou por ser uma meritocrata "self made woman". Um jornal que morria de amores pelo coach Pablo Marçal. Um jornal que tem Lygia Sio Nista Maria, Joelzinho Neoliberalzinho e Demétrio ABL Magnoli em seu quadro. Falando em ABL, quando é a votação para eleger a Natália?
O brasileiro médio não tem capacidade intelectual para discernir sobre o tema. De um modo geral vale a credibilidade do autor.
Não subestime o cérebro humano. Leia os comentários da coluna passada e verá que muitos leitores já tinham a "sensação" de que os textos dela tinham algo errado. Assim como a cada dia vamos nos treinando para diferenciar fotos e vÃdeos feitos por IA. A dúvida sempre persistirá, mas caberá a nós darmos valor a nosso instinto e intuição para recusamos as coloridas mamadeiras depi roca. A não ser que esteja viciado nelas, dai vai com tudo e seja (in)feliz, até o raio que nos parta...
Deixar de informar o leitor sobre o uso de IA configura uma forma de sigilo — prática que tem se tornado comum em órgãos governamentais e é alvo de crÃticas da Folha.” Nota: Este texto contou com o uso de IA para revisão de redação.
O problema, dentre muitos outros, é que a Folha nunca vai conseguir defender “um alto nÃvel de discernimento” vindo de Natália Beauty kk o que ela fez foi um acinte a todos, inclusive à Folha.
Tudo bem usar IA, desde que se avise o uso. O problema maior da Folha não e esse, mas são os artiguinhos de baixo nivel intelectual pra, supostamente, vender mais, cheios de ismos e feminismos rasos (existem os profundos), polêmicas tolas e apelações mil que estariam melhor no FB ou em rede social qualquer. A IA deve ser entendida como parte desse complexo da Internet que vem fazendo cair o nÃvel dos artigos para, supostamente, tornar o jornal mais competitivo com relação à desinformação online.
Concordo plenamente.
Então o problema é a falta de transparência. A credibilidade foi lá no chão. Então é mais uma contribuição para a cacofonia. Por isso Milei e Trump criaram o Ministério da Verdade.
A questão está parcialmente deslocada: quem paga quer jornalismo, investigação, apuração dos fatos. IA não faz nada disso: essencialmente mixa textos com coesao, mas sem consciência, ética e nem mesmo verdade, tudo o que faz o verdadeiro jornalismo necessário.
A IA deveria ser usada como se usa um corretor ortográfico. Ela evita erros factuais perfeitamente evitáveis. Basta perguntar quem foi o autor de uma música ou o diretor de um filme por exemplo. Há uma diferença grande entre fazer uma prova com consulta e colar na prova.
Se a IA está 'envenenando' os artigos de opinião da Fsp é uma questão. Que há falta de artigos e crônicas escritos com a substância e a estatura de uma Marilene felinto, um Vladimir safatle, uma Bárbara gancia, por exemplo, é um fato.
Outro fato atordoador é o Silêncio Obsequioso do Jornal aos graves indÃcios de Gravação e Vazamento da Reunião Secreta no STF, revelados por site de notÃcias. Perguntas: E a primeira vez que grava, ou já gravou outras? É apenas um que grava ou todo mundo grava, ou a partir de agora gravará? Se confirmado, o fato rasga o Regimento Interno da Suprema Corte, e se trata de motivo ainda mais grave que o objeto da reunião gravada. O jornal não considera notÃcia relevante?
A única garantia de não haver gravação é proibir os ministros de, nas sessões presenciais, levarem celular. Isso não vai acontecer. E nas on line é impossÃvel também.
Caro Adonay, obrigada pelos comentários. Concordo que deva haver cobrança e continuidade, mas o furo sobre a suspeita dos ministros de que tenha havido gravação foi justamente da Mônica Bergamo, na Folha!
Elogioso o esforço pertinente da Ombudsman. Atordoador, porém, o silêncio do Jornal
A utilização indiscriminada da IA na imprensa é controversa. Há poucos dias pesquisei nesta Folha obras destacadas de sociologia no século XXI. A IA me mostrou alguns autores e obras limitadas. Na mesma página, encontrei materiais bem mais completos e explicativos, escritos por "humanos". Tecnologia é importante, mas é preciso saber usá-la, principalmente na área de informação e formação de opinião, como o jornalismo.
está escrito - "o fim do mundo está próximo !" Apocalipse. cap. vinte e cinco, verso quinze - Basta conferir ( mas ninguém confere ) .
Me causa perplexidade, alguém que a toda hora apregoa ser luterano, lembrando que o pai foi um pastor e volta e meia publica essa bobagem. Ou teria o livro do Apocalipse na tua bÃblia mais de 22 capÃtulos?!
Dá um tempo, pfv
O primeiro passo é criar logo o selo "produzido com ajuda I.A.", e colocá-lo como uma informação a mais para o leitor, quando for o caso. O mais difÃcil, porém, é decidir onde, quando e como usar a ferramenta.
Até a cara da Natália é feito com IA
Excelente posição da Ombudsman. Apesar d'eu ser refratário à utilização de IA para as atividades jornalÃsticas (ora, se eu quisesse opinião de IA assinaria o "plus" de qualquer (des) inteligência generativa) deve haver, no mÃnimo, indicação explÃcita de uso de IA. Questão de ética e respeito com o leitor.
Pelo menos Natalia Beauty não evangeliza o leitor com as culturas do estupro, da escravatura e da pedofilia, como as colunas que epileticamente vomitam cristianismo e islamismo. Acho que o ChatGPT não pode fazer essas coisas, então ele é até mais ético do que quem tem cérebro e não usa. Porque dizer que uma cobra falante é a inimiga do filho de um pombo realmente não é inteligente. Ou que comprar crianças de seis anos de idade como cônjuges é motivo de aplauso. Antes o mal desta Folha fosse IA.
Assino há anos, mas estou para sair. Estou gostando da discussão pois acho que irá me ajudar na decisão.
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