Giovana Madalosso > Meus cinquenta carnavais Voltar
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Todo ano, meu carnaval termina no pré. Compromissos familiares me arrastam para o interior sem e só me resta a semana que o antecede. Mas neste ano eu não fui nem odalisca, nem Fiona... porque pra mim não teve nem pré-carnaval: o prefeito de São Paulo o vendeu pra Ambev por R$30 milhões. Bela grana, só não sei pra quê se o meu bloco de carnaval não pôde sair na rua como eu esperava. Nunca vi carnaval sem carnaval. Um fiasco: o carnaval, não teu texto. Adorei, Giovana! Divirta-se. Mas não em SP.
Madalosso na folia e eu lendo seu livro: Batida só. Maravilhoso!
Nas ondas do Carnaval, cada um dando o seu pitaco. Os fãs do balacobaco, surfando com suas fantasias. Minha netinha vestida de Rumi. A guerreira Giovana Madalosso, indecisa sobre qual fantasia vai escolher. Ficamos esperando qual surpresa a vida vai nos oferecer a seguir. Somos relações que vão se modificando enquanto surfamos as ondas da vida. Essencias cambiantes como as fantasias do Carnaval. Bom Carnaval Giovana!
Adoro
Conta uma do papagaio aÃ.
Primeiro Carnaval que fui, menos de 7 anos de idade,matinê, Clube Venceslau Brás,Brazópolis, tinha lança-perfume, o frasco era gelado.O lança-perfume não era proibido. Nos meus 19 anos, trabalhava, no Comércio fui duas noites consecutivas, num clube, aquele do parque São Jorge. Depois, passei incólume, até que há uns tempos, fins dos anos 1990, inÃcio dos 2000, fugia do escritório e ia para os blocos carnavalescos.Um ano qualquer estava em Veneza.Acho que não gosto de Carnaval.Amei os seus!
"Escrevo essa coluna ainda sem saber quem serei amanhã; marinheira, bagaceira ou odalisca..." Pouco importa, Madá. Fica assim.
Não te conheço pessoalmente mas temos muitos amigos em comum. Conseguiu escrever uma coluna que nenhum mau humorado de domingo reclamou.
DelÃcia de texto!
Lindo!
Curitiba - a curitibanada está toda encalhada na BR cento e um , a caminho de BC
Verdade verdadeira, quando a polacada desce para SC, eu fico em casa, quando sobe, eu desço para Quatro Ilhas.
Tenho afantasia (é comum em muitas pessoas com autismo, inclusive entre muitos cineastas e artistas visuais - por mais incrÃvel que pareça), então o carnaval é um momento mágico pra mim, quando vejo as pessoas emergirem como nós autistas somos todos os dias: reais, sem máscara por trás da máscara. Nós não sabemos usar máscara! O carnaval, portanto, é um momento de paz imbatÃvel: todos recusam a hipocrisia velada e agem livres, decodificados. A coluna de hoje foi saúde pura! Obrigado, Giovana! =)
Que depoimento lindo. Alegrou meu carnaval. Obrigada, Jaime!
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