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Hermogenes Moussallem
Eu amava carnaval em são Paulo, ate 2013, 14, época dos mini blocos, 300 pessoas.... Até começar a aparecer a multidao. Hoje não consigo nem chegar perto. São Paulo não tem carnaval, tem festa na Rua. É diferente. Tudo em são Paulo rapidamente perde a escala humana e a alma.
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Gabriela Torres
Ainda há os bloquinhos de bairro que reunem uma quantitativo bem menor de pessoas o que permite uma "brincadeira" mais tranquila. Por sinal, a GCM entrou com gás lacrimogeneo em um deles nesta terça no Butantã e desceu a lenha em foliões - gratuitamente. Deve ser essa lógica do mercado - tem que acabar com o carnaval de rua para a adesão total do carnaval das marcas.
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GEAN Ferreira
Cacique de Ramos x Bafo da Onça na Av. Venezuela. O bambu comia solto
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Luiz Carlos Alves Alves
O Carnaval no Brasil, assim como os festejos juninos e o futebol, têm origem aristocrática, com o povo sendo excluído desses festejos carnavalescos e juninos, bem como dos clubes de futebol de entao. Aos poucos, o povo foi se apropriando dessas manifestações da cultura brasileira, tornando - as mais democráticas, alegres, criativas e belas, tendo o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro se tornado o maior espetáculo da Terra e o futebol brasileiro se sagrado pentacampeão do mundo.
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Vladimir Tzonev
Beleza, Simas! Articulado. Com tanta bagagem intelectual você poderia formular uma proposta para a regulamentação do Carnaval pelo estado.
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Bárbara Carpeggiani
Credo
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Ivaldo Brasil Junior
Há alguns carnavais, o carnaval paulistano voltou à baila pelos blocos de bairros, pelas festas de rua espomtâneas. De repente, a prefeitura resolveu organizar o desorganizável e chegamos aos megablocos financiados por bebidas alcoólicas que promovem shows com djs estrangeiros, e assim a prefeitura lucra muito e os candidatos nas eleições desse ano aparecem como carnavalescos em muitas fotos com famosos... uma pena que chegamos a isso...
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Gabriela Torres
E a prefeitura ainda está fazendo de tudo para acabar com os bloquinhos de bairro - jogando água no povo para acabar com a festa, quando não a GCM joga gás lacrimogenêo e desce a porrada - na pura brutalidade.
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Mário Sérgio Mesquita Monsores
Saia do circuito Elizabeth Arden. Vá aos subúrbios. Antes se chamava Bloco de Sujos. Lá está a vddeira alegria. Um pega um tamborim. Outro uma caixa qq e faz de surdo de marcação. Aí acontece.
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Bruno vasconcelos
Como pode alguém que se diz estudioso do tema não falar do Carnaval popular, tradicional e original de Olinda? Em que pese o riquíssimo Carvalheira na Ladeira que vem elitizar a festa, o Carnaval de rua segue sendo o principal atrativo. Galo da madrugada idem.
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RAFAEL VICENTE FERREIRA
Lembrei daquela música do "BaianaSystem": Lucro / Máquina de louco / Você pra mim é lucro / Máquina de louco [...] Me diga você, me diga / O que é que sara a tua ferida / Me diga você, me diga". Desde pequeno sempre detestei o Carnaval (não tem a ver com preconceito, era muito criança). A lembrança q tenho do Carnaval é q as emissoras de rádio transformavam todas as músicas q eu amava em samba de má qualidade, uma pasteurização q me fez sentir raiva do Carnaval. (Sigo eu e mais ninguém...)
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RAFAEL VICENTE FERREIRA
O cartoon do Galvão Bertazzi do dia 10 de fevereiro (aqui na Folha/"Vida Besta") sintetiza bem o que é a essência deste "Carnaval" dentro lógica neoliberal. Portanto, se antes eu não curtia (detestava), hoje muito menos. Na verdade eu ala laô lalaô ôôôôdeio carnaval. Odeio ondas que não sejam as do mar.
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Jaime Souza
Carnaval de verdade no Brasil só existe em Olinda. O resto é resto.
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