Ilustrada > Bad Bunny reforça hegemonia cultural dos EUA, não sua decadência Voltar
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Análise brilhante. Cantor norte-americano, defendendo a dignidade de latino-americanos que querem ser respeitados como cidadãos norte-americanos e não como grupo de segunda classe (direito legÃtimo). Pauta norte-america num show que queria mostrar o valor da cultura latino-americana aos norte-americanos. No Grammy foi cristalino: somos americanos. Não há nada de errado nisso. Mas vê-lo como herói moderno da "latinidad" não tem lógica. Você enxergou o óbvio, coisa rara hoje em dia. Texto ótimo!
Bem exagerado dizer que "nos importa muito que o Tio Sam queira conhecer a nossa batucada.". O Brasil tem muito mais que "batucada", pareceu pejorativo, será que foi isso? Reduzir a batucada um paÃs que produz, exporta, que cresce e que não abaixou a cabeça para o laranjão é bem exagerado na discriminação. Para quê, menos, não faz sentido. O pr de lá detestou tudo, então foi muito bom, o cantor se destacou, mereceu prêmio, fez libelo contra o candidato a imperador. A América é maior que os EUA.
Os números estão aà para quem quiser ver, música,filme até lugar para viajar sendo americano perdeu relevância para o de outra origem. O super Bowl foi um veÃculo para mostrar esta decadência.Isto já acontecia e o padrão Maga terminou de acelerar
Exatamente. Em setembro, estava em uma empresa de tecnologia da Letônia (que abriu filial em Pinheiros, na Fradique Coutinho) e, em dado momento, olhei pra um treinador peruano e disse: "você está rindo da homofobia que os brasileiros dirigem a você, mas não vê que eles só fazem isso por te desprezarem por ser latino. Quando os europeus entram na sala, os brasileiros agem como pessoas, e não como bichos, e tem máximo decoro". A empresa é a Playtech, por trás da Betano, da bet365 e da Superbet.
E é isso. O brasileiro ignorante sempre tratou os vizinhos hispanohablantes como lixo. O viralatismo em torno de Oscar, Grammy e Superbowl só mostra a mente colonizada e a pobreza intelectual. Nenhum sabe quem é Pixinguinha, vê nada de cinema brasileiro senão o chorume discriminatório da GloboFilmes ou conhece um autor brasileiro. Foi legalzinho o show do BadBunny, só acho chatérrimo pagar de pobre em cabaninha em meio de matagal sendo milionário. É uma vibe meio Lula, nordestino de fachada.
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