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  1. PEDRO PETINI

    Há muitas contradições. Proibiram os celulares e agora focam a educação nos meios digitais. Querem ensinar a interpretar redes sociais mas não educam a interpretação de um texto escrito. Aliás, não ensinam mais a ler e escrever. Livros na escola são uma raridade. A escola brasileira continua firme em seu objetivo: "deseducar".

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  2. Marcos Benassi

    Eita, Senhoras, Prezadíssimas, percebi que o colega Jaime, abaixo, já fez um duro contraponto a essas propostas que as senhoras trazem, bastante defensável dentro de uma certa perspectiva. Eu, faço outro, diferente: estamos tentando capacitar as pessoas para lidar com um conjunto de instrumentos da, digamos, "Nova Barbárie", avassaladores se não forem bem compreendidos. Ora, é fundamental algum controle sobre tais instrumentos e seu desenvolvimento. Biguitéquis não são "fruto divino" e natural.

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  3. Jaime Souza

    Quem se importa com a saúde mental da criança, se é forçada a ir pra igreja escutar que é má, suja e inimiga de Deus e vai pro inferno se não aceitar tudo o que os adultos mandam? Grande coisa "educação midiática"! Estupram o cérebro dos menores com religião depois alegam saúde mental. A escola já perdeu essa faz muito tempo. E a preocupação do governo é patrimonializar gospel.

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