Equilíbrio e Saúde > Cotas ampliam acesso à medicina, mas não garantem vaga na residência, diz estudo Voltar

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  1. Paloma Fonseca

    Sem desmerecer a profissão médica e a residência médica, há uma demanda muito maior por profissionais da educação em nossa país, especialmente professores da educação básica. A profissão docente enfrenta a desvalorização e a iminência de escassez. São as escolas e esses profissionais que podem ajudar a prevenir muitas das doenças em nosso país, seja pela alimentação escolar, atividade física ou pelo esclarecimento. Agradeço por sua atenção.

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  2. Paloma Fonseca

    Parabéns a Scheffer & Mosquera pela pesquisa. Cada vez mais me certifico de que, para os estudantes que ingressaram no ensino superior por cotas de renda ou étnico-raciais, o apoio financeiro é importante para a permanência no curso. A bolsa permanência (assistência estudantil) conjugada com uma bolsa acadêmica (participação em projetos) é uma forma de aproveitar esses estudantes, que poderão retornar em serviços para as localidades ou comunidades das quais vieram.

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  3. Felipe Souza

    Há uma distorção da função das cotas. Ela faz sentido para ingressar no ensino superior de modo a garantir igualdade de oportunidades, mas depois que todo mundo está formado e em condições igualitárias, não faz sentido manter cotas em residências, concursos públicos e pós-graduação. Não tem cabimento algum! Se todos já estão em iguais condições curriculares, cotas não são necessárias e a disputa precisa ser feita de igual para igual.

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  4. Luciano Napoleão de Souza

    Fujam de profissionais de cota. Não tiveram capacidade de entrar numa faculdade, pq teriam de fazer bom curso? São incompetentes técnico em medicina.

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  5. Paulo César de Oliveira

    Eh esperado que aquele que tirou nota mais baixa no vestibular(mas passou graças as cotas) também tire nota mais baixa na seleção para a residência. Estranho seria se fosse diferente.

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  6. jose prado

    São muitos os mitos implodidos mas continuo achando que as cotas deveriam ser concedidas tendo por critério a renda e a condição social !

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  7. marcos fernando dauner

    A pergunta básica não é : Quantos entram na faculdade ? . A pergunta deve ser ; Quantos concluem o curso em período normal ?

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  8. Tácito Janson

    Porque depois de formado, a política social cumpriu sua função. Daqui para frente o estudante não pode usar dela como muleta para tudo na vida, como a residência médica. Só passa se estudar igual a todo mundo. Não é possível depois de formado alegar que está em desvantagem. Até entrar nas faculdades estaduais e federais tudo bem. Mas carregar essa desvantagem até a velhice sem nenhum compromisso de fazer a diferença com o que recebeu é osso. Puro osso. se mostrem exemplares para os jovens.

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    1. Tácito Janson

      Vânia Garcia, se eles realmente querem, eles vão dar o melhor de si na faculdade, e passar na residência. É simples. O que não pode é pedir política pública em tudo, sem uma contraprestação. Não sou contra as políticas públicas, mas contra o mau uso que fazem delas. O coitado não pode ser coitadinho para sempre. (Essa minha última frase é desnecessária, mas postei assim mesmo).

    2. Felipe Souza

      Concordo totalmente. Após o ensino superior, todos estão em iguais condições de passar em residência, pós-graduação e concursos públicos, um completo absurdo cotas continuarem existindo após o nivelamento de formação dos profissionais.

    3. Vania Garcia Rodrigues

      Pq nã? Qtos formados nas universidades públicas querem se especializar em medicina da família e comunidade? O Br precisa muito desses profissionais para atender os menos favorecidos da sociedade.

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