Equilíbrio e Saúde > Cotas ampliam acesso à medicina, mas não garantem vaga na residência, diz estudo Voltar
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Sem desmerecer a profissão médica e a residência médica, há uma demanda muito maior por profissionais da educação em nossa paÃs, especialmente professores da educação básica. A profissão docente enfrenta a desvalorização e a iminência de escassez. São as escolas e esses profissionais que podem ajudar a prevenir muitas das doenças em nosso paÃs, seja pela alimentação escolar, atividade fÃsica ou pelo esclarecimento. Agradeço por sua atenção.
Parabéns a Scheffer & Mosquera pela pesquisa. Cada vez mais me certifico de que, para os estudantes que ingressaram no ensino superior por cotas de renda ou étnico-raciais, o apoio financeiro é importante para a permanência no curso. A bolsa permanência (assistência estudantil) conjugada com uma bolsa acadêmica (participação em projetos) é uma forma de aproveitar esses estudantes, que poderão retornar em serviços para as localidades ou comunidades das quais vieram.
Há uma distorção da função das cotas. Ela faz sentido para ingressar no ensino superior de modo a garantir igualdade de oportunidades, mas depois que todo mundo está formado e em condições igualitárias, não faz sentido manter cotas em residências, concursos públicos e pós-graduação. Não tem cabimento algum! Se todos já estão em iguais condições curriculares, cotas não são necessárias e a disputa precisa ser feita de igual para igual.
Fujam de profissionais de cota. Não tiveram capacidade de entrar numa faculdade, pq teriam de fazer bom curso? São incompetentes técnico em medicina.
Eh esperado que aquele que tirou nota mais baixa no vestibular(mas passou graças as cotas) também tire nota mais baixa na seleção para a residência. Estranho seria se fosse diferente.
São muitos os mitos implodidos mas continuo achando que as cotas deveriam ser concedidas tendo por critério a renda e a condição social !
A pergunta básica não é : Quantos entram na faculdade ? . A pergunta deve ser ; Quantos concluem o curso em perÃodo normal ?
Porque depois de formado, a polÃtica social cumpriu sua função. Daqui para frente o estudante não pode usar dela como muleta para tudo na vida, como a residência médica. Só passa se estudar igual a todo mundo. Não é possÃvel depois de formado alegar que está em desvantagem. Até entrar nas faculdades estaduais e federais tudo bem. Mas carregar essa desvantagem até a velhice sem nenhum compromisso de fazer a diferença com o que recebeu é osso. Puro osso. se mostrem exemplares para os jovens.
Vânia Garcia, se eles realmente querem, eles vão dar o melhor de si na faculdade, e passar na residência. É simples. O que não pode é pedir polÃtica pública em tudo, sem uma contraprestação. Não sou contra as polÃticas públicas, mas contra o mau uso que fazem delas. O coitado não pode ser coitadinho para sempre. (Essa minha última frase é desnecessária, mas postei assim mesmo).
Concordo totalmente. Após o ensino superior, todos estão em iguais condições de passar em residência, pós-graduação e concursos públicos, um completo absurdo cotas continuarem existindo após o nivelamento de formação dos profissionais.
Pq nã? Qtos formados nas universidades públicas querem se especializar em medicina da famÃlia e comunidade? O Br precisa muito desses profissionais para atender os menos favorecidos da sociedade.
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