Michael França > A vida fora funciona, mas no Brasil ela pulsa Voltar
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Prezado Marcos, o autor dqa afrase foi mesmo Tom Jobim. Porém, ele se referia a Nova York, e não à Europa, como eu afirmei. A frase seria, portanto, assim: "Morar em Nova York é bom, mas é uma merda; morar no Rio é uma merda, mas é bom". Agradeço por apontar o erro.
Michel, vc é um tropicalista como Caetano! Sua utopia é a utopia tropicalista! Eu organizo o movimento Eu oriento o carnaval Eu inauguro o monumento No planalto central do paÃs Viva a bossa, sa, sa sa, sa Viva a palhoça, ça, ça, ça, ça! Parabéns pela crônica inspirada, meu caro!
Michael, Seu texto muito bem escrito nos faz refletir Lembro do Beto Guedes, “ todo dia é de viver para ser o que for e ser tudo” Ou tbém do B Guedes: “ a lição já sabemos de cor só nos resta aprender “ Bola pra frente
É um texto desses que distingue escritor de IA. Parabéns Michael!!!
Não se pode ter tudo.
Aos que têm ânsia de vômito, eu peço: saiam, vão embora. Nós ficaremos, sem tapar o nariz, lúcidos, resistindo ao horror. Boa viagem
Tenho grande amor pelo Meu PaÃs, por sua literatura, sua cultura popular, sua beleza incomensurável, por tudo o que existe nestes quase nove milhões de quilômetros quadrados. Mas sinceramente, creio que você está falando do brasileiro de um tempo que já se foi...
Ôôô, Max, eu nunca cheguei até Recife, cara - o que pode ser bom, continuo conformado em morar aqui na caipirolândia. Mas chegarei. Não sou nenhum especialista, mas é o sotaque que me parece mais bonito nesse paÃs: só de ficar ouvindo o pessoal falando, capaz de ficar todo encantado que nem você. É da vida, né não? Acho que vale o "risco" do feitiço.
Sei..nesta m .. de paÃs só carnaval . lamentavel o que diz.
Será Michael? Parece exagero o dilema entre pulsação e previsibilidade. Nos EUA foi previsÃvel o jazz, os direitos civis, a Gloria Anzaldúa? No Brasil é pulsação o trabalho análogo à escravidão, as disparidades sociais, a violência cotidiana? E não há jeitinhos na Ãustria, no Marrocos ou no Timor Leste, por exemplo? Não sei, não sei...
Eita, Michael, não é que é mêmo? Eu gostei quando morei na Zorópia, mas gosto mais daqui. Ontem, recebi um pedreiro e sua esposa aqui em casa, trazidos por um casal de amigos que os conheceu trabalhando em uma horta comunitária. Mas que gente saborosa! Um maranhense e uma alagoana, gente sabida, de sorriso largo, um sotaque lindo e boa convivência. Tão contratados, e aposto que farão um serviço excelente. Inda por cima, vou ouvir causos os mais variados. É impagável só com grana.
Sabe por que você gostou deles? Porque o povo do Nordeste é gente. Cada vez que vou a Recife tenho vontade de não voltar para São Paulo.
Pra mim não existe a perfeição "funcionar e pulsar". Somos humanos e só existe civilização com limites. O problema do Brasil é que aqui não há limites. Nem para o som alto na praia e nem para o ministro do supremo. Prefiro mil vezes a previsibilidade e os esquilos que, certamente, não terminam como terminou Orelha e, mesmo se terminassem (que jamais ocorra), certamente seus autores pegariam uma trinta anos de cana. O Brasil atual me dá ânsia de v0mito.
Sei.
ImpossÃvel. Você escolhe. Quer ser analógico ou digital? Talvez exista segmentos a serem caracterizados como um ou outro. Não sabemos, ainda, mas não os dois só mesmo tempo. A escassez é analógica e o capitalismo é digital. Como coexistir?
Os brasileiros no exterior sonham com o retorno e choram de saudade. Já os brasileiros no Brasil riem de nervoso e sonham em vazar daqui pro estrangeiro. Nem a Nasa explica.
Eu posso humildemente tentar explicar: os brasileiros que sonham em morar lá fora sonham com a propaganda de Hollywood. Os que estão lá fora sonham voltar porque conheceram a realidade.
"Nem a Nasa explica" foi ótemo! Muito pelo contrário, caro Daniel, a Nasa tá querendo arrumar a maneira da gente vazar daqui - aliás, vazar de lá. Vai ver que é porque "lá" não é tão bom assim. Hahahahah!
Tenho colega q diz está ruim, mas está bom. Parodiando o Brasil é uma m**da, mas é bom. Não troco essa m*** da por nenhuma outra. Vai lá entender, é o nosso jeito.
“*Alegria é a prova dos nove*”, segundo Oswald de Andrade em 1928, significa que a alegria é o critério final para medir a verdade e a potência da existência de uma cultura emancipadora. Ou seja, algo fundamental para diferenciar e “potencializar” o Brasil frente a outras “civilizações” (termo do Oswald). Alegria mostrada como totalmente diferente de alienação e sim como força criadora, afirmação da vida, recusa das moralidades repressoras herdadas do colonialismo.
Meu comentário não tem nada de problematico. Peço que publiquem. É construtivo.
“*Alegria é a prova dos nove*”, segundo Oswald de Andrade no Manifesto Antropofágico de 1928, significa que a alegria é o critério final para medir a verdade e a potência da existência de uma cultura emancipadora. Ou seja, algo fundamental para diferenciar e “potencializar” o Brasil frente a outras “civilizações” (termo do Oswald). Alegria mostrada como totalmente diferente de alienação e sim como força criadora, afirmação da vida, recusa das moralidades repressoras herdadas do colonialismo.
.. ao Sul do Atlântico seria o continente Antártico, no Pólo Sul!!!... Ninguém USA mais o Sagrado e e Mágico Glossário de Comunicà ção!!!!... O objectivo principal das ratarias-broadcasting é operar ponzi schemes e passar pano para as filhas e filhos inúteus da elite abonada inútil!!!...
Como disse Tom Jobim: 'viver na Europa é bom, mas é uma m/ erda@, enquanto que viver no Brasil é uma m/ erd@, mas é bom'.
João, prezado, eu acabo nunca tendo certeza sobre se foi o Tom ou o Paulo Francis que soltou essa. Mas acho que era sobre os EUA e Nova York em particular.
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