Opinião > Crise fiscal e dívida precisam ocupar centro da campanha Voltar
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Blá, blá, blá
Eu fico curiosa em saber se os especialistas em economia sabem que o ribeirinho da Amazônia, o peão do pantanal, o caiçara do litoral brasileiro, os moradores das favelas das grandes capitais e qualquer cidadão inscrito no CAD Único do governo federal, não têm a menor ideia do que seja crise fiscal e suas consequências para o dia a dia do cidadão. Com inflação sob controle, pleno emprego e aumento do salário mÃnimo acima da inflação, como convencer esses eleitores a demitir Lula?
Mais dinheiro para a Faria Lima e menos distribuição para o povo.
Faz u elli
Selic subiu para I5% eh pq Brasil cresceu mais que os 2% que faria lima considera como limite para PIB potencial. Toda vez que crescimento supera essa marca, faria lima faz pressao para aumentar a Selic, e assim se apropriar de toda produtividade gerada no pais. BC nas maos da faria lima se tornou uma instrituicao extrativa que toma riqueza da populacao e a entrega a seleta minoria de financistas e rentistas. Vivemos o ciclo de extracao de juros, e o BC eh eh o capataz que nos obriga a pagar.
Antes do aparrtheid ter sido institucionalizado na Africa do Sul, a comunidade nativa (negra) tinha acesso a um espectro de oportunidades que os fazia prosperarem a ponto de assustar a minoria colonizadora (Ingleses e Holandeses). Europeus decretaram o aparrtheid para por fim aquela competicao local, e cima disso fornecer mao de obra baratissima para trabalhar nas minas e servir a minoria branca. Folha recomenda que governo reduza investimentos sociais, para que se faca o mesmo no Brasil.
Simples, Haddad já explicou. Pandemia > Selic real muito negativa > dÃvida não sobre. Inflação alta > PIB nomial sobre . Resultado DÃvida/PIB cai. Depois a conta foi apresentada ao Lula.
Os editoriais da FSP estão sempre no imperativo e centrados na visão de mundo das elites. Assim como definem a pauta do jornal por seus interesses mesquinhos, querem fazer com a discussão pública. Puro autoritarismo.
Haddad já explicou o que fez a dÃvida baixar ao final de 2022 e aumentar depois, a Folha noticiou sem contestá-lo. A dÃvida relativa caiu pelos juros reais negativos da pandemia, reduzindo o numerador do Ãndice, e pela inflação altÃssima do perÃodo, que aumentou muito o denominador do Ãndice. O governo Lula teve que aumentar os juros, em boa medida para repor as "perdas" dos investidores que não as cobraram de Guedes mas não perdoaram depois.
Parece que hoje o jornal foi entregue à extrema direita!
Na sua eterna ladainha da dÃvida pública o editorialista comete o absurdo de comparar saldos ao fim de governos tão dÃspares que se afigura uma afronta ao leitor mais bem informado. Bolsonaro foi um zero à esquerda, um mentecapto a serviço do rentismo, com um ministro inescrupuloso que acabou com os empregos, elevou o custo de vida, solapou direitos sociais e judiciais, deixou um paÃs prostrado, mergulhado na incerteza orçamentária deixada a cargo dos parlamentares que se esbaldaram.
Inda por cima, menciona *precatórios* como se houvessem nascido anteontem. Mó caradepaw.
Mas, parece, tudo isso foi esquecido pela Folha. Comparar saldo da dÃvida é uma afronta ao bom senso é estabelecer igualdade entre uma administração séria e desenvolmentista com um arremedo de administração que só trouxe miséria, ódio, mortes.
Por que cortar em cima do povo que ganha salário mÃnimo? Por que não cortar os juros? ,o paÃs não tem como pagar o rentismo, juros reais de 10% e BenefÃcios fiscais para setores lucrativos. Tudo é uma escolha. Quem paga a conta? Óbvio que grande mÃdia quer convencer o povo a pagar a conta ou será muito pior. Para quem?
Interessante a folha defende a desvinculação do.minimo, mas não dá uma palavra só te subsÃdios e desoneração dá folha ( da qual e beneficiada). Tipi o discurso da farinha lima.
Excelente editorial. A situação é matemática. Se a inflação está em 4% e os juros em 15%, os juros reais estão em 11%. O paÃs não gera essa riqueza pra pagar essa conta. Além do governo, milhões de pequenos empreendedores e famÃlias estão em situação difÃcil. Pra terminar: Paulo Guedes merece una chance de fazer uma gestão com o paÃs normal. Sofreu a pandemia e os ruÃdos polÃticos da época, que contrariaram todo o seu projeto.
Pegar ossos
Pela lógica do mercado, está sim! Para quem gosta de ver o povo fazendo fila para pegar isso, para quem acha normal o calote nos precatórios, para quem não se importa de repassar o orçamento para os parlamentares se esbaldarem em emendas, para quem pensa que solução para o Brasil é a grana alta migrar para paraÃsos fiscais.
Parece que a folha não aprendeu nada. Talvez esqueça de que a imprensa será uma vÃtima preferencial, tão logo os golpistas voltem ao poder. Pobre folha. Com minúscula mesmo.
O editorial está correto, mas bem sabemos que não vai rolar. O debate politico no Brasil é raso e superficial. As falsas discussões, como “ideologia de gênero” e “proteção à famÃlia tradicional” e “combate ao comunismo” novamente devem ganhar espaço em detrimento de temas reais e relevantes.
O estado vai nos salvar com grandes investimentos públicos tipo Sete Brasil.
Embora se afigure correta a preocupação com a dÃvida pública e a busca de equilÃbrio fiscal, bem como a melhoria na qualidade dos gastos públicos, a proposta de desvincular as aposentadorias do salário mÃnimo e redução de gastos com saúde e educação é um verdadeiro suicÃdio eleitoral para quem a encampar em seu discurso de campanha....
A dÃvida não está "explosiva". O problema dela são os juros, que são altos. Boa parte da arrecadação federal, por volta de uns 40 % pelo menos, é usada para pagá_los. O problema é a taxa Selic e o fato de os empresários não viverem da produção e sim através de aplicações!
Caso se endividasse para investir, estarÃamos bem. Porém só incentiva a distribuição de benefÃcios não cria riqueza, aumenta juros e inflação
Depois digam que não avisei.
De tanto escrever sempre a mesma ladainha (e da mesma forma errar sempre) talvez essas "coisas terrÃveis" virem verdades. Pergunte ao povo se ele quer sacrificar seu salário mÃnimo, aposentadoria, saúde e educação em prol do equilÃbrio fiscal clamado pela Faria Lima (aquela mesma que lava dinheiro para o crime organizado).
É a pura verdade que há lugares com divida bem maior do que a nossa. Mas., Comparações quem tocaria um tÃtulo americano por nosso considerando confiabilidade e juros? Comparações enganam. Qual é a dÃvida do Japão?
Marcos. Que ótimo. Podemos aumentar a divida pública indefinidamente. Não confundimos investimento sólido com especulação sujeita a calote como já houve.
Ah, Peter, creio que quem gosta de ganhar mais polpudamente, prefere-nos. Principalmente pra especular - se bem que parece que as informações internas, agora na era do Laranjão, têm permitido bastante especulação rentável.
Antônio. Divida pública do Japão está em duzentos e cinquenta, mas são credores da dÃvida externa americana.
Caso do Japão. O governo investe nas pequenas empresas, não se endivida para distribuir impostos. No nosso caso é a gastança e puro desperdÃcio
*tira primeiro Comparações
ApopalÃpice! Ele vai bufar, soprar, soprar mais um pouco, e... Não derrubar nem a casa do porquinho. Tá cheio de lugar com proporções de endividamento mais altas do que esta; nem o próprio FMI - de quem, oh!, não dependemos mais - é tão tacanhamente rigoroso na receita; temos perspectivas de desenvolvimento pras quais a iniciativa privada não dá bola (tttooscos rentistas), terá de haver investimento do Estado. E a phôia berra ApopalÃpice. É o próprio menino dizendo "lá vem o lobo"!
O intuito é enfraquecer Lula para eleger um outro bozo. Um que navegue na mesma cartilha dos mercados. Se são golpistas, pouco importa, a questão não é essa.
a fsp defende que o candidato da farinha lama fale que vai ser muito rigoroso com as contas, mas não precisa dizer que vai matar os pobres de fome, assim vai assustar os pobres palerma que votam na extrema direita, acorda Brasil o rachadinha não está para brincadeira, a imprensa e a elite já abraçou, são golpistas da mesma g4n#g
A crise central a ser debatida é que a Folha e a Faria Lima sugerem o modelo exato do nosso vizinho Milei. Cabe discutir a lambança na Argentina. Os EUA, nesse século, já multiplicou sua base monetária por treze, mas no Brasil querem instituir um arrocho fiscal que ninguém faz. Sabem o porquê? Para que o capitalismo funcione, tem que existir uma miséria bastante expressiva, capaz de causar medo nos trabalhadores, para que eles se submetam a salários vis. Não há crise fiscal, há crise moral.
MM. A miséria que pretendem instalar de vez aqui, é pela via da redução das necessidades básicas de sobrevivência da população. Uma obra grandiosa, que garantirá e dará sustento ao capitalismo. Já a miséria que grassa no andar de cima, é de outra ordem, é moral, ética.
Meu caro, há também uma crise de chatice que vem de um bom tempo: quantos Apocalipses foram preconizados? Por quantos motivos diferentes? CoizorrÃvel!
Errado. Taxa da Selic sim precisa ocupar o centro da campanha. Selic nas alturas eh o maior fator a reduzir o dinamismo e provocar estagnacao na economia do Brasil, de longe superando todos os outros fatores.
a tx eh 15 por causa da gasta n ca dessse desse desgoverno...
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