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Itamar Perenha
Precatórios da gestão anterior, engrossaram o % da Dívida Pública. Despesas a reconhecer impactaram o governo Lula desde o primeiro ano. A Folha se mete a besta fazendo de conta que não sabe disso. A Dívida Pública é contabilizada em reais, paga em reais, rolada em reais. Moeda própria. Hoje, a carteira denominada em dólares chega a 390 bilhões de dólares. Se fossem honestos fariam as contas em Dívida Líquida. As reservas não valem?
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vitor da Silva
Nos últimos anos a dívida tem crescido quase 1 tri por ano por conta dos juros abusivos do BC. Os déficits primários, na casa dos 50 bi por ano são quase desprezíveis frente aos juros. Na prática, o BC obriga o governo a pagar para a economia esfriar; então empresas vão à falência e famílias ficam inadimplentes. O gov paga caro e ainda colhe resultados impopulares. Mas por enquanto ainda está resistindo a fazer os "ajustes", isto é, os cortes sociais, cobrados pela Folha.
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Marlon Rocha
Blá, blá, blá
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DIRCE MARIA DE JESUS BARBOSA
Eu fico curiosa em saber se os especialistas em economia sabem que o ribeirinho da Amazônia, o peão do pantanal, o caiçara do litoral brasileiro, os moradores das favelas das grandes capitais e qualquer cidadão inscrito no CAD Único do governo federal, não têm a menor ideia do que seja crise fiscal e suas consequências para o dia a dia do cidadão. Com inflação sob controle, pleno emprego e aumento do salário mínimo acima da inflação, como convencer esses eleitores a demitir Lula?
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vitor da Silva
A Selic alta piora o emprego e encarece o crédito e as compras a prazo, elevando o endividamento e a inadimplência de famílias e pessoas. O desemprego tá no mínimo histórico mas não há o que comemorar. A Selic alta esfria a economia, reduzindo o número de bons empregos. Mas aumentam os subempregos, informais, precários, de baixa remuneração, decorrentes das reformas trabalhistas de Temer e Bozo. Os endividados e os subempregados não culpam os juros, nem o BC, culpam Lula. A oposição agradece
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Mauro Tadeu Almeida Moraes
Mais dinheiro para a Faria Lima e menos distribuição para o povo.
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Florentino Fernandes Junior
Faz u elli
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Dionisio DeBarros
Selic subiu para I5% eh pq Brasil cresceu mais que os 2% que faria lima considera como limite para PIB potencial. Toda vez que crescimento supera essa marca, faria lima faz pressao para aumentar a Selic, e assim se apropriar de toda produtividade gerada no pais. BC nas maos da faria lima se tornou uma instrituicao extrativa que toma riqueza da populacao e a entrega a seleta minoria de financistas e rentistas. Vivemos o ciclo de extracao de juros, e o BC eh eh o capataz que nos obriga a pagar.
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Dionisio DeBarros
Antes do aparrtheid ter sido institucionalizado na Africa do Sul, a comunidade nativa (negra) tinha acesso a um espectro de oportunidades que os fazia prosperarem a ponto de assustar a minoria colonizadora (Ingleses e Holandeses). Europeus decretaram o aparrtheid para por fim aquela competicao local, e cima disso fornecer mao de obra baratissima para trabalhar nas minas e servir a minoria branca. Folha recomenda que governo reduza investimentos sociais, para que se faca o mesmo no Brasil.
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Wilson R B Ramos
Simples, Haddad já explicou. Pandemia > Selic real muito negativa > dívida não sobre. Inflação alta > PIB nomial sobre . Resultado Dívida/PIB cai. Depois a conta foi apresentada ao Lula.
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João Jaime de Carvalho Almeida Filho
Os editoriais da FSP estão sempre no imperativo e centrados na visão de mundo das elites. Assim como definem a pauta do jornal por seus interesses mesquinhos, querem fazer com a discussão pública. Puro autoritarismo.
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Wilson R B Ramos
Haddad já explicou o que fez a dívida baixar ao final de 2022 e aumentar depois, a Folha noticiou sem contestá-lo. A dívida relativa caiu pelos juros reais negativos da pandemia, reduzindo o numerador do índice, e pela inflação altíssima do período, que aumentou muito o denominador do índice. O governo Lula teve que aumentar os juros, em boa medida para repor as "perdas" dos investidores que não as cobraram de Guedes mas não perdoaram depois.
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Valter Luiz Peluque
Parece que hoje o jornal foi entregue à extrema direita!
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Valter Luiz Peluque
Na sua eterna ladainha da dívida pública o editorialista comete o absurdo de comparar saldos ao fim de governos tão díspares que se afigura uma afronta ao leitor mais bem informado. Bolsonaro foi um zero à esquerda, um mentecapto a serviço do rentismo, com um ministro inescrupuloso que acabou com os empregos, elevou o custo de vida, solapou direitos sociais e judiciais, deixou um país prostrado, mergulhado na incerteza orçamentária deixada a cargo dos parlamentares que se esbaldaram.
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Marcos Benassi
Inda por cima, menciona *precatórios* como se houvessem nascido anteontem. Mó caradepaw.
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Valter Luiz Peluque
Mas, parece, tudo isso foi esquecido pela Folha. Comparar saldo da dívida é uma afronta ao bom senso é estabelecer igualdade entre uma administração séria e desenvolmentista com um arremedo de administração que só trouxe miséria, ódio, mortes.
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Fatima Marinho
Por que cortar em cima do povo que ganha salário mínimo? Por que não cortar os juros? ,o país não tem como pagar o rentismo, juros reais de 10% e Benefícios fiscais para setores lucrativos. Tudo é uma escolha. Quem paga a conta? Óbvio que grande mídia quer convencer o povo a pagar a conta ou será muito pior. Para quem?
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Celso Cotichini
Interessante a folha defende a desvinculação do.minimo, mas não dá uma palavra só te subsídios e desoneração dá folha ( da qual e beneficiada). Tipi o discurso da farinha lima.
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Evandro Loes
Excelente editorial. A situação é matemática. Se a inflação está em 4% e os juros em 15%, os juros reais estão em 11%. O país não gera essa riqueza pra pagar essa conta. Além do governo, milhões de pequenos empreendedores e famílias estão em situação difícil. Pra terminar: Paulo Guedes merece una chance de fazer uma gestão com o país normal. Sofreu a pandemia e os ruídos políticos da época, que contrariaram todo o seu projeto.
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Valter Luiz Peluque
Pegar ossos
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Valter Luiz Peluque
Pela lógica do mercado, está sim! Para quem gosta de ver o povo fazendo fila para pegar isso, para quem acha normal o calote nos precatórios, para quem não se importa de repassar o orçamento para os parlamentares se esbaldarem em emendas, para quem pensa que solução para o Brasil é a grana alta migrar para paraísos fiscais.
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Nilton Silva
Parece que a folha não aprendeu nada. Talvez esqueça de que a imprensa será uma vítima preferencial, tão logo os golpistas voltem ao poder. Pobre folha. Com minúscula mesmo.
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MARCELO DAWALIBI
O editorial está correto, mas bem sabemos que não vai rolar. O debate politico no Brasil é raso e superficial. As falsas discussões, como ideologia de gênero e proteção à família tradicional e combate ao comunismo novamente devem ganhar espaço em detrimento de temas reais e relevantes.
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Peter Janos Wechsler
O estado vai nos salvar com grandes investimentos públicos tipo Sete Brasil.
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ORLANDO FERREIRA BARBOSA
Embora se afigure correta a preocupação com a dívida pública e a busca de equilíbrio fiscal, bem como a melhoria na qualidade dos gastos públicos, a proposta de desvincular as aposentadorias do salário mínimo e redução de gastos com saúde e educação é um verdadeiro suicídio eleitoral para quem a encampar em seu discurso de campanha....
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josé cláudio do nascimento
A dívida não está "explosiva". O problema dela são os juros, que são altos. Boa parte da arrecadação federal, por volta de uns 40 % pelo menos, é usada para pagá_los. O problema é a taxa Selic e o fato de os empresários não viverem da produção e sim através de aplicações!
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antonio brito
Caso se endividasse para investir, estaríamos bem. Porém só incentiva a distribuição de benefícios não cria riqueza, aumenta juros e inflação
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antonio brito
Depois digam que não avisei.
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Jorge André dos Santos Fischer
De tanto escrever sempre a mesma ladainha (e da mesma forma errar sempre) talvez essas "coisas terríveis" virem verdades. Pergunte ao povo se ele quer sacrificar seu salário mínimo, aposentadoria, saúde e educação em prol do equilíbrio fiscal clamado pela Faria Lima (aquela mesma que lava dinheiro para o crime organizado).
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Peter Janos Wechsler
É a pura verdade que há lugares com divida bem maior do que a nossa. Mas., Comparações quem tocaria um título americano por nosso considerando confiabilidade e juros? Comparações enganam. Qual é a dívida do Japão?
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vitor da Silva
O problema não é o tamanho da dívida. O problema são os juros brasileiros
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Peter Janos Wechsler
Marcos. Que ótimo. Podemos aumentar a divida pública indefinidamente. Não confundimos investimento sólido com especulação sujeita a calote como já houve.
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Marcos Benassi
Ah, Peter, creio que quem gosta de ganhar mais polpudamente, prefere-nos. Principalmente pra especular - se bem que parece que as informações internas, agora na era do Laranjão, têm permitido bastante especulação rentável.
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Peter Janos Wechsler
Antônio. Divida pública do Japão está em duzentos e cinquenta, mas são credores da dívida externa americana.
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antonio brito
Caso do Japão. O governo investe nas pequenas empresas, não se endivida para distribuir impostos. No nosso caso é a gastança e puro desperdício
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Peter Janos Wechsler
*tira primeiro Comparações
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Marcos Benassi
Apopalípice! Ele vai bufar, soprar, soprar mais um pouco, e... Não derrubar nem a casa do porquinho. Tá cheio de lugar com proporções de endividamento mais altas do que esta; nem o próprio FMI - de quem, oh!, não dependemos mais - é tão tacanhamente rigoroso na receita; temos perspectivas de desenvolvimento pras quais a iniciativa privada não dá bola (tttooscos rentistas), terá de haver investimento do Estado. E a phôia berra Apopalípice. É o próprio menino dizendo "lá vem o lobo"!
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Anete Araujo Guedes
O intuito é enfraquecer Lula para eleger um outro bozo. Um que navegue na mesma cartilha dos mercados. Se são golpistas, pouco importa, a questão não é essa.
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Raymundo Itareru
a fsp defende que o candidato da farinha lama fale que vai ser muito rigoroso com as contas, mas não precisa dizer que vai matar os pobres de fome, assim vai assustar os pobres palerma que votam na extrema direita, acorda Brasil o rachadinha não está para brincadeira, a imprensa e a elite já abraçou, são golpistas da mesma g4n#g
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Marcelo Magalhães
A crise central a ser debatida é que a Folha e a Faria Lima sugerem o modelo exato do nosso vizinho Milei. Cabe discutir a lambança na Argentina. Os EUA, nesse século, já multiplicou sua base monetária por treze, mas no Brasil querem instituir um arrocho fiscal que ninguém faz. Sabem o porquê? Para que o capitalismo funcione, tem que existir uma miséria bastante expressiva, capaz de causar medo nos trabalhadores, para que eles se submetam a salários vis. Não há crise fiscal, há crise moral.
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Anete Araujo Guedes
MM. A miséria que pretendem instalar de vez aqui, é pela via da redução das necessidades básicas de sobrevivência da população. Uma obra grandiosa, que garantirá e dará sustento ao capitalismo. Já a miséria que grassa no andar de cima, é de outra ordem, é moral, ética.
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Marcos Benassi
Meu caro, há também uma crise de chatice que vem de um bom tempo: quantos Apocalipses foram preconizados? Por quantos motivos diferentes? Coizorrível!
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Dionisio DeBarros
Errado. Taxa da Selic sim precisa ocupar o centro da campanha. Selic nas alturas eh o maior fator a reduzir o dinamismo e provocar estagnacao na economia do Brasil, de longe superando todos os outros fatores.
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jose silva
a tx eh 15 por causa da gasta n ca dessse desse desgoverno...
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