Hélio Schwartsman > Os genes egoístas de Trump Voltar
Comente este texto
Leia Mais
Arriscaria dizer que as decisões estranhas que ele toma nem tem tanto a ver com beneficiar a própria famÃlia. É um processo caótico onde o cara alimenta seu ego na pretensão de ter as soluções para tudo. Um mané narcisista que o povo elegeu.
alguém entendeu o paralelo que o Hélio tentou fazer entre o trecho abaixo e o tema da coluna? as mesmas sequências genéticas que levam uma pessoa gay a não ter filhos podem conferir vantagem reprodutiva a seus irmãos do sexo oposto. Com isso, esses genes se fixam no pool da humanidade mesmo que prejudiquem a reprodução de indivÃduos especÃficos.
Parece que o texto contem ironia. Mas é trágico que tanto Trump quanto o Bolsona tenham tantos votos quando é tão evidente que fazem mal a seus paÃses.
Henrique VIII é mesmo um bom precedente. Seu medo de outras famÃlias com pretensões ao trono o levou a uma obsessão com um herdeiro. Na falta dele brigou com o papa e tirou o paÃs do catolicismo. Foi o primeiro Brexit...
Ginástica intelectual para dar uma roupagem de lógica ao comportamento de debilidade mental de governante de poderosa nação terráquea.
A polÃtica de Trump em outras palavras é me respeite pelo mal que um posso fazer. Exemplo: México e Brasil poderia fácilmente mandar petróleo para Cuba mais tem medo de serem taxados e perder a embarcação .
Aliás, Hélio, duvido que ninguém tenha lembrado do Bozo e BozomÃglia, dada a absoluta semelhança egoÃstica - diferem na Burrrice, mas não nos Ãmpetos pouquÃssimo republicanos. É tudo em prol da famÃglia, lembra-se da história do "papai dando filé pro filhote"? De modo imensamente tosqueira, aqui temos o Bozo-TrAmpismo, a cópia mal feita da malfeitoria.
Óia! Foi bom cê ter botado o "neoroyalist" pra desambiguar o termo, meu caro. Faz todo sentido, Hélio, embora não fosse necessário buscar em pensadores por lá, é suficientemente evidente pra que um mané como este seu leitor, e você mesmo, independentemente, pensássemos de modo semelhante. Veja-se as criptomoedas pppiicaretas, a "rede" do sujeito, os negócios imobiliários em Gggaaza e Cuba. Explica parte de seu comportamento bizarro. Mas tem de atender "aos seus", também, dá trabaio. À guerra!
Resta explicar por que são os irmãos "do sexo oposto" os beneficiados pelos homossexuais. Os do mesmo sexo não são?
Trampa é trampa, em qualquer pessoa ou lugar do mundo - colocar a responsabilidade na genética é outra coisa. Dar uma de corajoso ou gênio modifica a royalidade do indivÃduo? Em termos realistas, sim, tanto que a República é uma sofisticada tentativa de bem generalizado e não à Côrte. Desconfio que de vez em quando os adultos sentem na mesa e limitem o criação. Faltou ao colunista explicar pq aos irmãos seria vantagem reproduzir os supostos gens da homossexualidade.
Percebe-se que essa incapacidade congênita de priorizar o bem comum, associada à compulsão de perseguir objetivos mesquinhos, parece em verdade ser mais comum do que se pensa, no meio polÃtico. É um gene dominante na nossa classe dominante, por exemplo. Teriam um antepassado comum? O elo perdido? Provavelmente, sim.
Ahhhh, Gino, não creio que haja nessa história qualquer "elo perdido": esse "elo" da "cadeia" evolutiva foi muitÃssimo bem encontrado. Encontra-se, inclusive, nessa maracutaia do Master. É essa a genética que se encontra na gênese da riqueza de metade do paÃs.
Patrimonialismo, ou seja, confundir interesses privados com os interesses públicos.
Ou e gó la tra e em bus tei ro sem controle cercado por bajuladores, inclusive os fa mi lia res?
Helio, para constatar isso nem precisava teoria nova: é só observar os atos do próprio Trump e dos filhos. É puro negócio.
Mas vários empresários são puro negociantes só que não querem ser imperadores do mundo. Não perdem o controle e tentam subjugar todos ao redor para ganhar mais, até invadindo paÃses e ameaçando invadir ilhas geladas distantes para conseguir mais riqueza ainda.
Vamos empregar o princÃpio da Navalha de Ockham: a explicação mais simples para o comportamento do agente laranja é que ele é um narcisista maligno. Qualquer um que lhe afague o ego costuma tirar vantagem. A explicação para o seu arremedo tupiniquim é a personalidade baixo-clero: qualquer migalha que eu puder embolsar sem esforço, faço qualquer negócio.
Descorretor de Herda: negocismo, não "negociamos".
Hahahahah, meu caro Roberto, *eu tava apostando* que alguém já teria lembrado do nosso querido Quadrúpede-ex-Chefe e seu negociamos familiopata. Valeu!
Não precisa de pesquisadores para entender o óbvio. Basta ouvir. O problema é a ideologia nefasta da velha e porca imprensa.
Não é só o Trump, normalmente os extremistas fazem exatamente isso. Este modelo com pequenos ajustes cai como uma luva aqui no Brasil do Boso.
Hahahahah, também você, Carlos, lembrou-se do EstrupÃcio? Cai como uma luva, não? Que orgulho que dá, temos um TrAmp pra chamar de nosso! Hahahahah! (Putz, será por isso que a famÃglia comprou aquele monte de imóveis, metadinha com dinheiro vivo? Real State bÃzineis?)
Ponto de vista interessante, excelente texto.
Em primeiro lugar, não existe padrão reprodutivo na natureza: logo, a reprodução tem pouco ou nada a ver com sexo ou sexualidade. Em segundo lugar, a ideia de que a reprodução é o telos da vida é uma babaquice sem tamanho. Em terceiro lugar, Richard Dawkins só podia estar drogado quando inventou esse rolê. Nada disso é ciência, apenas especulação. Em quarto lugar, milhões de espécies tem comportamentos sexuais dos mais diversos, inclusive mudando de acordo com a temperatura. Vamos estudar!
Ôôô, Jaime, meu caro, que horror! Se não há automatismo nenhum nesses processos, se o fluxo do desenvolvimento genético não se põe como algo "natural", isso quer dizer que o Bozo teve de se esforçar para fazer todo esse monte de Herda que ele fez em prol da familÃcia? Rapá, não é hipófise de se desprezar, não: em alguma coisa o Bozo trabalhou pra valer. Foi redentor. Hahahahah!
Rodrigo: ué, mas não estou me contrapondo ao Hélio. Estou adicionando, não contrapondo. E convidando a estudar. A quem queira estudar.
Kkkk! Jornalismo é mesmo uma droga: Um nome importante recebe pra escrever periodicamente, tenha ou não o que dizer, tenha ou não capacidade pra dizer. Por outro, um comentarista com demonstração de tanto conhecimento quanto o autor comentado apresenta suas superficialidades como se fosse alguma autoridade. E eu, aqui, gastando meu tempo comentando sobre a inutilidade da superficialidade jornalÃstica. Poxa, Schwartzmann, vc poderia fazer melhor e não se expor a esse tipo de contraposição inábil.
Busca
De que você precisa?
Fale com o Agora
Tire suas dúvidas, mande sua reclamação e fale com a redação.
Hélio Schwartsman > Os genes egoístas de Trump Voltar
Comente este texto