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Markus Nascimento
Arriscaria dizer que as decisões estranhas que ele toma nem tem tanto a ver com beneficiar a própria família. É um processo caótico onde o cara alimenta seu ego na pretensão de ter as soluções para tudo. Um mané narcisista que o povo elegeu.
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Diego Ribeiro
alguém entendeu o paralelo que o Hélio tentou fazer entre o trecho abaixo e o tema da coluna? as mesmas sequências genéticas que levam uma pessoa gay a não ter filhos podem conferir vantagem reprodutiva a seus irmãos do sexo oposto. Com isso, esses genes se fixam no pool da humanidade mesmo que prejudiquem a reprodução de indivíduos específicos.
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Nelson de Paula
Parece que o texto contem ironia. Mas é trágico que tanto Trump quanto o Bolsona tenham tantos votos quando é tão evidente que fazem mal a seus países.
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José Cardoso
Henrique VIII é mesmo um bom precedente. Seu medo de outras famílias com pretensões ao trono o levou a uma obsessão com um herdeiro. Na falta dele brigou com o papa e tirou o país do catolicismo. Foi o primeiro Brexit...
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Nerisvaldo José Santos
Ginástica intelectual para dar uma roupagem de lógica ao comportamento de debilidade mental de governante de poderosa nação terráquea.
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RAULAND BORBA BATISTA
A política de Trump em outras palavras é me respeite pelo mal que um posso fazer. Exemplo: México e Brasil poderia fácilmente mandar petróleo para Cuba mais tem medo de serem taxados e perder a embarcação .
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Marcos Benassi
Aliás, Hélio, duvido que ninguém tenha lembrado do Bozo e Bozomíglia, dada a absoluta semelhança egoística - diferem na Burrrice, mas não nos ímpetos pouquíssimo republicanos. É tudo em prol da famíglia, lembra-se da história do "papai dando filé pro filhote"? De modo imensamente tosqueira, aqui temos o Bozo-TrAmpismo, a cópia mal feita da malfeitoria.
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Marcos Benassi
Óia! Foi bom cê ter botado o "neoroyalist" pra desambiguar o termo, meu caro. Faz todo sentido, Hélio, embora não fosse necessário buscar em pensadores por lá, é suficientemente evidente pra que um mané como este seu leitor, e você mesmo, independentemente, pensássemos de modo semelhante. Veja-se as criptomoedas pppiicaretas, a "rede" do sujeito, os negócios imobiliários em Gggaaza e Cuba. Explica parte de seu comportamento bizarro. Mas tem de atender "aos seus", também, dá trabaio. À guerra!
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José Fernando Marques
Resta explicar por que são os irmãos "do sexo oposto" os beneficiados pelos homossexuais. Os do mesmo sexo não são?
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Marcelo Molinari
Trampa é trampa, em qualquer pessoa ou lugar do mundo - colocar a responsabilidade na genética é outra coisa. Dar uma de corajoso ou gênio modifica a royalidade do indivíduo? Em termos realistas, sim, tanto que a República é uma sofisticada tentativa de bem generalizado e não à Côrte. Desconfio que de vez em quando os adultos sentem na mesa e limitem o criação. Faltou ao colunista explicar pq aos irmãos seria vantagem reproduzir os supostos gens da homossexualidade.
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Gino Passos
Percebe-se que essa incapacidade congênita de priorizar o bem comum, associada à compulsão de perseguir objetivos mesquinhos, parece em verdade ser mais comum do que se pensa, no meio político. É um gene dominante na nossa classe dominante, por exemplo. Teriam um antepassado comum? O elo perdido? Provavelmente, sim.
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Marcos Benassi
Ahhhh, Gino, não creio que haja nessa história qualquer "elo perdido": esse "elo" da "cadeia" evolutiva foi muitíssimo bem encontrado. Encontra-se, inclusive, nessa maracutaia do Master. É essa a genética que se encontra na gênese da riqueza de metade do país.
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Felipe Vasconcelos
Patrimonialismo, ou seja, confundir interesses privados com os interesses públicos.
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Leonilda Pereira Simoes
Ou e gó la tra e em bus tei ro sem controle cercado por bajuladores, inclusive os fa mi lia res?
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JONES DARI GOETTERT
Helio, para constatar isso nem precisava teoria nova: é só observar os atos do próprio Trump e dos filhos. É puro negócio.
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Leonilda Pereira Simoes
Mas vários empresários são puro negociantes só que não querem ser imperadores do mundo. Não perdem o controle e tentam subjugar todos ao redor para ganhar mais, até invadindo países e ameaçando invadir ilhas geladas distantes para conseguir mais riqueza ainda.
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ROBERTO CEZAR BIANCHINI
Vamos empregar o princípio da Navalha de Ockham: a explicação mais simples para o comportamento do agente laranja é que ele é um narcisista maligno. Qualquer um que lhe afague o ego costuma tirar vantagem. A explicação para o seu arremedo tupiniquim é a personalidade baixo-clero: qualquer migalha que eu puder embolsar sem esforço, faço qualquer negócio.
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Luciano Napoleão de Souza
Não precisa de pesquisadores para entender o óbvio. Basta ouvir. O problema é a ideologia nefasta da velha e porca imprensa.
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Carlos Mello
Não é só o Trump, normalmente os extremistas fazem exatamente isso. Este modelo com pequenos ajustes cai como uma luva aqui no Brasil do Boso.
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Marcos Benassi
Hahahahah, também você, Carlos, lembrou-se do Estrupício? Cai como uma luva, não? Que orgulho que dá, temos um TrAmp pra chamar de nosso! Hahahahah! (Putz, será por isso que a famíglia comprou aquele monte de imóveis, metadinha com dinheiro vivo? Real State bízineis?)
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MARCIO OLIVEIRA
Ponto de vista interessante, excelente texto.
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Jaime Souza
Em primeiro lugar, não existe padrão reprodutivo na natureza: logo, a reprodução tem pouco ou nada a ver com sexo ou sexualidade. Em segundo lugar, a ideia de que a reprodução é o telos da vida é uma babaquice sem tamanho. Em terceiro lugar, Richard Dawkins só podia estar drogado quando inventou esse rolê. Nada disso é ciência, apenas especulação. Em quarto lugar, milhões de espécies tem comportamentos sexuais dos mais diversos, inclusive mudando de acordo com a temperatura. Vamos estudar!
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Marcos Benassi
Ôôô, Jaime, meu caro, que horror! Se não há automatismo nenhum nesses processos, se o fluxo do desenvolvimento genético não se põe como algo "natural", isso quer dizer que o Bozo teve de se esforçar para fazer todo esse monte de Herda que ele fez em prol da familícia? Rapá, não é hipófise de se desprezar, não: em alguma coisa o Bozo trabalhou pra valer. Foi redentor. Hahahahah!
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Jaime Souza
Rodrigo: ué, mas não estou me contrapondo ao Hélio. Estou adicionando, não contrapondo. E convidando a estudar. A quem queira estudar.
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Rodrigo Borges de Faveri
Kkkk! Jornalismo é mesmo uma droga: Um nome importante recebe pra escrever periodicamente, tenha ou não o que dizer, tenha ou não capacidade pra dizer. Por outro, um comentarista com demonstração de tanto conhecimento quanto o autor comentado apresenta suas superficialidades como se fosse alguma autoridade. E eu, aqui, gastando meu tempo comentando sobre a inutilidade da superficialidade jornalística. Poxa, Schwartzmann, vc poderia fazer melhor e não se expor a esse tipo de contraposição inábil.
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