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Acho que o subsÃdio estatal deveria se restringir aos mais brilhantes, sejam nacionais ou estrangeiros. Digamos uns 10% do total de alunos. Assim se evitaria o desperdÃcio de talentos que o colunista menciona. O resto, se quiser estudar, pague o custo pleno à vista. Inclusive o custo do subsÃdio do primeiro grupo. É uma maneira de ricos snobs de todo o mundo pagarem os estudos dos pobres talentosos, pelo prazer de dizer: meu filho estudou em Cambridge.
Então se a pessoa é pobre mas não é um gênio, ela não deve ter acesso à universidade?
Não é só envelhecimento, na Inglaterra está adiantada já uma substituição populacional. Os ingleses não têm filhos e em breve serão minoria na Inglaterra.
Se compreendermos a educação como investimento ela deve pública simplesmente. Se há problema orçamentários é só cobrar mais imposto dos ricos e assim garantir que todos estudem gratuitamente.
Pra que tanto considerando, nessa eterna masturbação fisiológica? Faz logo ensino público gratuito. Custo disso vai pra fundo perdido. Instituições particulares ficam com o que sobrar, ou optar por esse caminho.
O Brasil realmente acredita no Ideal que admiro, o de uma universidade pública realmente universal e Independente. O problema é que nossa independência na pesquisa gera conhecimento riquÃssimo que, novamente a crença de que a ciência também é universal, vai gratuito a todos paÃses embora somente o Estado brasileiro a custeie.
Tem uma maneira de seguir o sistema Thatcher e manter um equilÃbrio social com intervenção nem tão liberal (Obs: quando a dita direita brasileira fala em liberalismo hoje em dia, não tem sequer ideia do que está falando). Seria estabelecer mérito entre os mais ricos entre os mais pobres, ou seja, um sistema de cotas, de forma que a nota mÃnima do mais pobre tem aqui no mÃnimo ultrapassar a média dos mais ricos, do contrário as vagas não devem ser distribuÃdas.
Dessa forma a estrutura-base que constitui os estudantes até a faculdade não pode ruir, porque escandalosamente se mostrará nos resultados seletivos. E a maneira de resolver o problema da velharia insurgente na nossa sociedade atual, é a um só tempo aproveitar a economia prateada assim como exigir excelência cientÃfica. É cruel mas alguém tem que pagar a conta, quais sejam, os pobres do terceiro e quarto mundos.
É só o Reino Unido parar de gastar mais de dois bilhões de libras ao ano com hotéis e benefÃcios para imigrantes ilegais e começar a investir mais em educação.
Faca as contas, olhe para os números e verá que a conta não fecha. Discurso populista não faz polÃtica pública.
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