Folha 105 anos > Otavio Frias Filho disse que objetividade no jornalismo necessita de método Voltar
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Parece aquela velha máxima que os fins justificam os meios, só que em outras palavras.
A FSP, com o sr Otávio, cedia carros para o regime de 64. Alguém consegue imaginar porque? De uma empresa quase falida se tornou gigante das comunicações.
Se os atuais leitores falam isto da velhaca Folha, imagina o que falariam todos que deixaram de ler : )
Método Frias de jornalismo = colar com os poderosos e sorver verba de publicidade.
A eterna golpista Folha conseguiu piorar muito com a ida de Otávio, agora é administrada pelo bilionário banqueiro, que é processado pela outra irmã por fraude. Se até a irmã engana, imagina o tolo leitor da Folha. Vale buscar o documentário Folha corrida do icl, lá tem 64, Collor, Maluff, bolsoguedes, Temer e tudo mais deste esgoto do jornalismo.
Se a velha guarda visse como anda a militância porca dos atuais jornalistas da Foice eles os mataria ou suicidava.
Esse jogou a Folha na ultra esquerda. Eu me lembro da Folha de antes dele.
Nossa! Desinformação ou sabujismo aos Frias. Pesquise melhor a história desse jornal e verás de que lado ele sempre esteve. A Diretas Já não vale, pois foi puro oportunismo comercial.
Ruim hein. Desinformado. Com certeza bolsonarista. Pesquisa sobre a desfeita feita por esse rapaz em relação ao lula em visita a Folha e para de escrever besteira . Definitivamente Bolsonarismo rima com desinformação e mitomania.
A genialidade das ideias de Frias, que nem sempre combinam com o fazer diário do jornalismo cada vez mais s sujeito à lógica das narrativas, deveriam ser um mantra a iluminar a nós jornalistas. Ler ao contrário para encontrar o sumo. Jornalismo na veia! Creio que todas redações, tão empobrecidas de profissionais, sucumbiriam hoje ao fazer esse exercÃcio.
Ele viveu o jornalista e o leitor. O manual é o jornal e o antimanual sou eu o leitor. Todo jornalista deve ler este artigo e sempre que estiver em frente uma máquina de escrever deve pensar em quem vai ler o seu artigo. Não citar a fonte, não lhe dá o direito de escrever o que quiser. Assim como a vizinha...
O grande problema de Frias Filho era, aparentemente, crer que deter o contrôle acionário de uma empresa que edita jornal lhe conferia algum talento jornalÃstico. Acabou que quem melhor o definiu foi Paulo Henrique Amorim: publisher da a va ca lha ção".
Vamos ler este artigo ler de outro jeito ? O jornalista vira o polÃtico, a reportagem é o discurso politico e o leitor se torna eleitor
O método: manter-se bem relacionado com as elites e o mercado publicitário. O resto se administra.
O visionário do fim dos movimentos sociais, segundo coluna assinada na época. Não entendia nada.
O fundador era um democrata, já o filho banqueiro levou o jornal ao fundamentalismo polÃtico e religioso.
Otávio jamais foi jornalista. Foi filho e dono de jornal e que soube aproveitar o que o dinheiro podia comprar. Contatou excelentes jornalistas o que resultou, naquele momento, em um jornal excepcional. E só. A Folha, hoje, é uma decadente tsiteza na imprensa.
Duvido que, com o Frias vivo, haveria milhões de colunas sobre igrejas na Folha. Não, não: a Folha era um jornal sério.
Tão sério que até colaborou com a dita dura (bran da).
Texto profundamente tocante. Otavio morreu em dois mil e dezoito, portanto, há menos de dez anos. E a FSP não começou a morrer desde então, com a adesão aberta ao baixo calão, a textos superficiais que pouco dizem, à diversidade em sacrifÃcio da qualidade, aos ombudsman que têm medo de tocar as feridas?
Calão apenas.
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