Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Luiz Candido Borges

    Faço muito boa ideia de como é este festival berlinense "para a paz": um monte de gente branca bacaninha, famosinha, riquinha etc. num hotel bacaninha, luxuozinho etc. fazendo "alguma coisa pela paz" que não impacta em absolutamente nada no mundo real, mas faz esta gente se sentir o máximo e voltar para suas casas e mansões "em paz". A Kaouther Ben Hania, está certíssima! O general deve receber homenagens dos limpinhos...

    Responda
  2. Eduardo Rocha

    Se alguém fizesse um filme mostrando a violência cometida pelo Hamas, contra seu próprio povo, e num evento como esse fizesse um discurso, será que a reação seria a mesma (de ambos os lados...)? Um cinema verdadeiramente político talvez fosse tentar respeitar a complexidade da história e, sobretudo, a dor do outro. Mas quem tem essa coragem hoje em dia?

    Responda
    1. Orlando Ferreira

      Quanta bobagem!

  3. Adriana Flores

    Genocidio é usar o próprio povo, principalmente crianças, como escudo humano e roubar mantimentos para passarem fome. Deveriam fazer um filme que contasse como foi o sequestro e morte das crianças Bibas.

    Responda
    1. yussef mahmud m mustafa

      Sempre a mesma ladainha mesmos argumentos alguns leitores escrevem sempre a mesma coisa “usavam crianças e mulheres com escudos em baixo de hospitais e escolas tinha túneis “mas só tem uma verdade o estado de Israel através do seu exército cometeu e comete contra o povo palestino os piores crimes que a humanidade presencio testemunho e as imagens e os relatos estão aí pra provar onde milhares de civis maioria crianças mulheres idosos foram barbaramente trucidados se isto não é genocídio o que é

    2. Luiz Candido Borges

      Correção: ...esta gente má...

    3. Luiz Candido Borges

      Sem a invasão das gloriosas forças de Yzrraeu, essa gente mau não teria a oportunidade de roubar mantimentos. Aliás, seria interessante comparar as mortes civis em Gazzah antes e depois da invasão para falarmos com um mínimo de seriedade sobre quando ocorre genocídio nesta parte do mundo.

  4. yussef mahmud m mustafa

    Separar o cinema da política e lamentável condenável a atitude dos organizadores e deste cineasta é só lembrar dezenas de filmes ao longo da história que retrataram denunciaram e divulgaram aquilo que políticos ditadores tentaram esconder mas se tratando do genocídio do povo palestino alguns tentam se omitir e negar aquilo que o filme A Voz de Hind Rajab mostra a crueldade do exército de Israel

    Responda