Opinião > Cannabis medicinal é muito risco para (quase) nenhum benefício Voltar
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Estamos em 2026 e ainda há quem relacione m 4conh 4 com criminalid 4 d3. FAIA neles e l3 g4 lize i1 já.
A ciência segue protocolos. Atendidos protocolos cientÃficos decisões são tomadas, as vezes até equivocadas. A prática cotidiana não tem protocolos, e também decisões são tomadas. A experiência humana baseada na prática humana tem muito mais tempo de sucesso do que os protocolos cientÃficos. A questão do uso medicinal de cannabidiois é o limite entre a prática humana os protocolos cientÃficos, ou seja, sempre será polêmico.
Centenas de casos de melhoras de pacientes com o uso de cannabis medicinal. As vozes da industria farmacêutica contra este avanço da medicina cada vez mais fortes. PrejuÃzo de MILHÕES de dolares!!!!
Diga aà Dr. "evidência boa é a evidência com a qual eu concordo", o resto é estudo mal feito bancado por interesses escusos dos quais você obviamente discorda.
Caminhos tortos: alei contra o uso cannabis vai cair, devido o aumento dramático da criminalidade organizada, corrupção policial e a necessidade do governo aumentar a arrecadação para manter os penduricalhos da elite do serviço público . A final de contas são quase 30 bilhões exigidos pelos guarnições da democracia .
ImportantÃssimo o posicionamento de um especialista da área, Sr. Ronaldo Laranjeira: Médico psiquiatra especialista em álcool e drogas, é professor titular de psiquiatria da Escola Paulista de Medicina/Unifesp e presidente da SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
Fui pai de uma criança que nasceu com graves sequelas, eu e minha companheira convivemos ainda hoje com outros pais de crianças com doenças neurológicas graves, todos usam a cannabis medicinal e relatam enorme melhoria de qualidade de vida, diminuição de crises convulsivas e muitas outras. Reverter esta conquista da humanidade é um crime.
É que tal ouvir o outro lado, ó Folha? Sidarta Ribeiro. Fica a sugestão. Bom jornalismo né?
Que texto retrógrado! essa sociedade brasileira atrasada, moralista e hipócrita não consegue se descolar de seus preconceitos medievais e de sua subserviência à "guerra às drogas" da potência imperialista (EUA) que está matando milhões desde os anos 70 e encarcerando outros milhões! Fora atraso!
Advinha se é bolsominion?
Sempre trazem a mesma pessoa para comentar contra a Cannabis. Afinal, só existe esse ser desatualizado e claramente mau intencionado em diversos artigos contra a legalização?
Afirmo com cem por cento de certeza que a Cannabis é risco zero, traz benefÃcios, que claro ainda estão sendo estudados. Ao contrário dos alopáticos cujos efeitos colaterais vão desde ansiedade, depressão, ganha execessivo de peso, perda significativa de peso, entre outros, além da eficácia ser dúvidada para muitos deles.
A cannabis medicinal, assim como a maioria das medicações naturais, não paga final de semana em resort de luxo para os médicos psiquiatras. Só os alopáticos, inclusive, muitos destes também com eficácia dúvidosa, a partir de centenas de pesquisas realizadas. Acho que isso explica um pouco o rancor do autor.
Na pesquisas importantes em várias universidades brasileiras (lembro de Pernambuco, de Unicamp, Usp) que atestam os bons resultados para condições graves de epilepsia, autismo, melhora de Alzheimer). O autor parece estar desatualizado em com um viés que coloca suas afirmações sob suspeita e descrença.
Marcos, há alguns anos participei de um encontro em que vários especialistas foram convidados a expor sobre plantas que curam. Além do canabidiol, psilocibina também. O Marcelo, colunista aqui, participou. Foi super interessante- e convincente. No Peru há décadas curam alcoolismo com ayahuasca.
É, minha cara, eu não tenho referências firmes na minha cabeça, mas minhas vagas recordações ("vagas" certamente por conta do álcool, não da marofa) são de bons resultados. Salvo engano, a separação dos canabinóides deu conta até das restrições que eram feitas em relação ao thc usado na adolescência, que tinha implicações relevantes. Agora, sobre o viés, o seu laranjeira trabalha com umas coisas pesadas, craqueiros e alcoólatras arrebentados pelas substâncias. Seu viés vêm dai, creio.
Assim como ocorreu com a cloroquina, que não tinha a seu favor evidências consistentes que a recomendassem, o uso medicinal de Cannabis não encontra respaldo, exceto com respeito a tipos raros de epilepsia. É o que o autor tenta transmitir e cita uma, dentre tantas fontes conhecidas sobre o tema.
Texto um tanto apelativo, aumento da criminalidade? Falta de evidências cientÃficas, efeitos colaterais? A quem o ilustre quer assustar? São inúmeros os casos de pacientes tratados com cannabis que tiveram seus quadros crônicos melhorados significamente com ganhos de qualidade de vida e bem estar, me preocupa os interesses dos que ganham com a proibição/restrição com o uso desse recurso!
Caro Celso, eu vou até um pouco adiante: acho que a Anvisa foi tÃmida. Esta última resolução libera a marofa como negócio, extremamente lucrativo, aliás. Ela continuará como uma substância que dá bastante dinheiro ao tráfico, de péssima qualidade, que continua servindo para botar garoto preto pobre periférico em cana. Anseio pelo dia em que se possa plantar dois ou três pés no quintal, e pra qualquer tipo de uso: quem decide sobre isso, chega em casa de noite e toma um uisquinho. E aÃ?
Nossa! Tem uma quantidade de seguidores de um determinado ex-polÃtico que defende o uso medicinal com unhas e dentes, e quem são contra, são os comunistas.
O carimbo de bolsonarista deslegitima qualquer cientista.
Ôôô, Felipe, peralá, pisemos no chão da Terra (redonda)Brasilis: o CFM indicava uso de cloroquina, e é a entidade que deveria defender a prática médica baseada em evidências, rigorosamente em acordo com o método cientÃfico. Mas, por Bozolóide, fez o que fez durante a pandemia. Nem a ciência nem a medicina são neutras, aliás: pode-se fazê-las com rigor, coisa que já é difÃcil.
Obviamente você nunca leu nada a respeito de filosofia da ciência e método cientÃfico. Medicina é feita baseada em evidências (e ética, naturalmente), e não em quem o sujeito vota durante as eleições.
Aumento da criminalidade? Bem estranho este argumento. Contrário à lógica. Se hoje pessoas dependem de traficantes para ter acesso ao produto, a partir de agora algumas não mais terão que se expor à ilicitude. Isso é aumento de criminalidade? No mÃnimo uma opinião enviesada do dito especialista. Os usuários não são criminosos meu caro. É o estado que os encaminha ao ilÃcito não respeitando a liberdade individual de cada indivÃduo. O que precisa é de um debate isento, focado na saúde pública.
Sempre que a FSP precisa de algum artigo defendendo que a guerra contra a a canabis continue até que todos os usuários desapareçam da face da terra, ela encomenda pro Ronaldo Laranjeira. Isso já tem mais de 30 anos, é um script tão velho e sem graça quanto as lorotas histéricas repetidas eternamente por esse super hiper especialista que nunca levou um enquadro da polÃcia a caminho do trabalho
Hahahahah, bom esclarecimento, Prezada Maria Ângela, eu não havia reparado nessa sutileza.
Que médico mais mal informado, alguém precisa dizer a ele que os argumentos que ele usou não deveriam sair da lata de conservas.
Mais um cavaleiro do apocalipse contra a cannabis! Esse médico deve fazer parte do bando de pseudo cientistas que atualmente administram o CFM com teorias do século 19.
Parece coluna encomendada pelo Osmar Terra Plana.
Falando em ciência, estudos e evidências seria interessante se o autor se desse ao trabalho de apresentar dados e que de fato relacionem o cultivo legal ao aumento do consumo de maconha, maior número de dependentes da substância e consequente elevação da criminalidade. Mais trabalho, menos preguiça.
Em tudo que há militância é porque tem segundas intenções. A esquerda nunca faria militância por um remédio sem interesses escusos.
Laranjeiras parou no tempo, agora falar que liberar a cannabis medicinal vai alimentar o tráfico e de doer....
Pesquisas randomizadas sobre o uso frequente da maconha para fins recreativos, medicinais e outros apontam três grandes consequências: uma fome descomunal, conhecida como larica, a perda momentânea da memória recente e uma terceira que agora não consigo lembrar...
Hahahahah, ótema! Fica tranqs, caro Marcelo: vai na gela, come um pouco de feijão com goiabada, mata essa larica, que você vai lembrar de tudo. Tá comprovado em padrão-ouro (talvez, padrão-goiaba).
kkkkkkk corretÃssimo.
Mais um arauto do atraso utiliza o prestigiado espaço da Folha de SP para opinar em desfavor do uso da maconha, sim, maconha para fins medicinais. Planta utilizada há milênios por diversas civilizações, aqui em terras tupiniquins ainda é tida como a "erva do diabo". Sob todos os aspectos é lamentável saber que a ciência nacional ainda derrapa no preconceito e na obscuridade.
Acho importante colocar o ponto de vista cientÃfico. O doutor fez sua parte. Gostaria de ouvir o ponto de vista de outros cientistas sobre proibição no contexto da segurança pública, sobre vantagens e desvantagens das polÃticas de redução de danos, etc.
Acompanho o seu ponto de vista caro Leandro, sugeriria que a Folha ouvisse o neurocientista Sidarta Ribeiro, que há anos pesquisa o uso da maconha para diversos fins, inclusive apenas estar de bem consigo mesmo, sem necessariamente tratar alguma doença especÃfica. Esse Laranjeira é árvore que não dá frutos.
Já ultrapassamos o primeiro quarto do século XXI e este médico ainda defende o tratamento de guerra às drogas. Quer matar quantos mais? Não está satisfeito com os números atuais?
A proibição gera mais prejuÃzos que benefÃcios para sociedade, não tem sentido gastar tanto dinheiro público com repressão. Regulamenta e impõe um imposto seletivo para custear os eventuais malefÃcios à saúde dos usuários, é bem mais racional.
Assim que é no Canada.
Cannabis é um café invertido Mas pra idosos é um santo remédio
Sem dúvida essa de "cannabis medicinal" é hipocrisia. O correto é liberar o cultivo, comercialização e cultivo sem apelar para o bom mocismo de que o jererê é remédio. O Uruguai já faz isso.
Não é o que percebo em meus mais de quarenta anos de farmácia. Muitos clientes que passaram a usar o medicamento melhoraram. É estúpido confundir o uso da maconha com Cannabis medicinal.
Ronaldo Laranjeira é um conhecido ativista anti cannabis, texto bem parcial.
Poi Zé, minha cara, é de se reconhecer que há um viés, e não pequeno. Quem sabe a phôia pára de bater no meu comentário e o solta sem matar, a coisa aqui daria bom debate. Vejêmo.
[AÃ, phôia, essa sençura já deu, parem com isso. Ou deêm um pouco de cannabis de altÃssima concentração pr'esse script infernal, quem sabe ele melhora um pouquinho o seu comportamento deletério...]
Seu Ronaldo, prezadÃssimo, não lhe falta experiência na lida com gente barbaramente adicta, e isso é muito respeitável. Mas, a despeito da revisão que o senhor aponta, a quantidade de relatos de gente que percebe benefÃcios com clareza, é enorme: já ouvi inúmeros, especialmente criançada com algum grau de autismo e velhos em processo dddeemencial. Frente à garotada tomando estimulantes como o Venvanse, será mesmo que a cannabis representa tamanho risco? Fico em seria dúvida.
Poi Zé, Paulo, cê tem razão, evidencias via relato não são absolutamente cientÃficas. Mas são uma fonte, perceptÃvel pelo vulgo, de informação sobre os efeitos da medicação. Não é igual a cloroquina, de modo algum, porque no caso desta, um monte de gente morria - e a crença continuava. Eu não li a revisão porque não tenho mais acesso ao Jama, mas ela é apenas mais um trabalho, e com um recorte no tempo: outras, podem concluir diferentemente.
Isso não faz lembrar a cloroquina, defendida por quem via resultados, que não se replicavam nos estudos mais bem elaborados? A fonte do autor repete o que inúmeras outras já estabeleceram, ausência de evidências na extensa maioria das doenças. Relatos anedóticos existem, assim como na pandemia
Bom se traz benefÃcios para alguma doença isso deve ser considerado, como.o autor não é beneficiado deveria procurar a opinião dos beneficiados, ao invés de ir atrás de publicações que podem estar atendendo outros públicos.
Cara Maria Cristina, permita-me um contraponto: creio que a gente deve reconhecer e dar, na devida medida, um voto de confiança ao autor. É longevo e ativo pesquisador nesse campo, com um trabalho prático muito importante. Eu o acho meio reaça (conservador), e concordo com você que percebo muita gente se sentindo beneficiada. E nunca vi adicto em Marofa, perfeitamente ao contrário de birita - dificuldade que tenho em minha vida pessoal, vejo no espelho. Mas o debate tá em bom nÃvel.
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