Priscilla Bacalhau > Aprender dá trabalho e requer atitude Voltar

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  1. Lucia Helena Caniçali

    Texto muito bom que remete à algumas conclusões simples: proibir nunca foi a solução. Questionar o motivo pelo qual a escola se declara quase impotente é, talvez, a pergunta essencial , a qual tenho minha sugestão de resposta, sem medo de errar substancialmente: é uma instituição quase ultrapassada, que não foi capaz de acompanhar as mudanças.

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  2. Antonio José da Costa Lima Costa Lima

    Texto excelente.

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  3. Pedro Bina Augusto

    Particularmente, acho muito interessante as discussões a respeito da IA na nossa vida e, principalmente, no meio da educação. Muito interessante a coluna. Além disso, por experiência própria, vejo a diferença nítida de pegar um livro, estudá-lo e fazer seus exercícios, e usar uma inteligência artificial para aprender; com esse método mais "rudimentar" se aprende de verdade...deve ser por isso que dizem que os clássicos nunca morrem.

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  4. jose camargo

    "Mais cedo ou mais tarde, a regulação chegará ao uso da inteligência artificial." Será uma luta inglória. Ninguém para mais esse processo. Já existem IAs de código aberto. Não vai demorar muito e elas serão personalizadas. A solução maís viável é a proibição nas escolas. Se isto for feito já será um grande avanço, principalmente no ensino fundamental. No entanto,o termo regulação deve ser evitado porque remete à censura e outros objetivos não muito nobres.

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  5. Alexandre Ricardo Peres

    Ótimo texto. Obrigado!

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  6. José Cardoso

    Um grande desafio são os deveres de casa. Como impedir que os alunos perguntem ao oráculo digital e recebam as respostas prontas?

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  7. roberta melissa oliveira sales

    Acredito que é um processo. Tudo ainda é muito recente e, a proibição, é um efeito imediato aos riscos que a IA apresenta aos menores. Agora, esforço e influência da família na atitude dos estudantes tem sido raro. Parece que os pais estão delegando a IA a educação de seis filhos. E isso é trágico.

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  8. LUIS PASSEGGI

    “ preguiçosos, como a IA costuma nos deixar.” Sim, a coluna é uma prova disso.

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    1. José Fernando Marques

      É o contrário: a coluna é muito boa e expõe um problema que nos afeta a todos.

  9. Silvio Cabral

    OK, Doutora. E o que VOCÊ propõe que seja feito?

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    1. José Fernando Marques

      Ela já está respondendo: que se evite trocar trabalho e reflexão autônoma por preguiça e dependência. Mas ela fez o fundamental: levantou o problema. A solução depende de discussão e consenso.

  10. José Fernando Marques

    Concordo plenamente com a colunista. A IA é um produto e, como todo produto, tem natureza também comercial. É fatal que quem o desenvolve queira vendê-lo. Os seus potenciais consumidores devem ser críticos e só usar o que de fato interessa a eles, ou seja, a nós. O uso não tem de ser compulsório. A ideia de que "quem não usar ficará para trás" é uma falácia. Temos o direito (e o dever) de escolher, de arbitrar o que nos parece bom. As companhias de tecnologia determinam a oferta, não a procura.

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  11. Giovani Ferreira Vargas

    Falou a comunista de plantão... Kkk

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    1. Marcos Benassi

      Tem a manha do debate Bípede ou não, Giovani? É esse o busílis, parece que não. Né não?

    2. jose carlos toledo junior

      Olha o naipe dessa pobre caricatura. Chega a dor dó.

  12. Marcos Benassi

    Eita, Priscilla, as últimas coisas que fiz enquanto ainda produzia ciência foram com auto-regulação da aprendizagem. E devo concordar com você: aprender dá trabalho, mais ainda quando miramos uma aprendizagem que tenha, por debaixo de si, sofisticação metacognitiva. O sentido de Agência, a volição que pode orientar congruentemente um conjunto amplo de comportamentos em uma certa direção, não se constrói e se mantém facilmente. A IA pode ser parte dedte processo, mas... Capaz de virar só atalho.

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  13. Carla Oliveira

    Quanto maior a facilidade, maior a preguiça. Sem regulação, a IA vai criar uma geração não pensante, acrítica e ignorante.

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    1. Marcos Benassi

      Cara Carla, mais do que mera "regulação", a gente deveria pensar a IA como um "agente reflexivo", um companheiro digital, no processo de aprendizagem. *Poderia, deveria etc*, sacumé? A falta de preparo docente para isso, coisa essencial; a pasteurização do uso de tecnologias em sala de aula como se vê aqui em SP; junto da mencionada preguiça, capaz de serem um belo rombo nos casco dessa nau. Mas eu sou um mau-caráter desconfiado, quem tem razão é o Fétido e o Tarcizão do Cadáver. Bota milico!

  14. Antonio Costa

    Boa reflexão,Priscila.

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  15. Emilio Bazzani

    Repetindo Isaac Newton... Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes! A IA é uma base para desenvolvimento. Há sempre resistencia e previsões apocalipticas. Diziam que Londres estaria sob um metro e meio de estrume devido ao crescimento da população x cavalos. Vieram os carros, aviões, trens e as academias para exercicios fisicos. Aceita Bacalhau.

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    1. José Fernando Marques

      A proibição do uso de celulares, não só no Brasil; a disposição da União Europeia para limitar o uso das redes e a recente decisão da Austrália de restringir o uso dessas redes por menores de 16 anos são ações que falam por si. Mostram que nada há de compulsório ou inevitável no uso das tecnologias digitais. As grandes empresas querem inundar o mercado mundial com o que produzem. Cabe aos cidadãos e a seus representantes fazerem o filtro. Sejamos críticos.

  16. Adalto Fonseca Júnior

    Não sou mais jovem mas sobre estar à mercê não vejo mudanças significativas no cenário do cotidiano. Como se fosse mesmo real este cenário reducionista de que a IA é o problema. Não seja tão simplista por favor. Você é melhor do que isto. Estive à mercê de uma família disfuncional. Estive à mercê de uma estrutura insipiente de formação educacional. Estive à mercê sem qualquer política pública capaz de garantir um mínimo de saúde mental. Não tive Estatuto da Criança e do Adolescente.ao infinito.

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