Hélio Schwartsman > O anarquismo que funciona Voltar
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Esse "procurador" está procurando fama fácil, com certeza. O pior, vindo das Minas Gerais, será um juiz acolher o pedido desse procurador; o que não causará surpresa pois lá o estupro de vulnerável também é aceito.
Confinar seres humanos em "jaulas" de vidro em shopping e depois submetê-las a uma neosenzala por meses, levando ao ar de forma cansativa e irritante, parece soar como normal a esse fiscal da legislação. Antes fosse tão somente a pronúncia de recorde (tem uma emissora concorrente cuja pronúncia também remete a dúvidas) que Globo e demais concedidas publicamente cometem, enquanto ilÃcito, cotidianamente.
Acho que uma ação judicial pode ser muito forte. Mas já escrevi um texto em 1998 sobre erros "simples" apontados por estudiosos, que os jornais repetiam rotineiramente e escreviam como se fossem corretos. Nome do mês escrito com letra maiúscula; têm jornais que ainda escrevem. Dia primeiro (1º) representado como um (1), grandes jornais mantiveram o erro por muito tempo. E em matérias assinadas ainda cometem. E a abreviatura de horas, que tinham os dois pontos. Não assim: 10h, 24h ou 10h10, 00h20
Excelente análise, caro Hélio. Só discrepo (opa!) sobre a preferência ideológica, pois prefiro muito mais o liberalismo ao anarquismo.
Perguntar não ofende: não está excedendo suas funções e querendo aparecer? Abraham Lincoln dizia: 'Antes de começar a criticar os defeitos dos outros, enumere ao menos dez dos teus.'
Se o sujeito perder, tem que pagar as custas processuais, para aprender.
Essa ação bate o REcorde ou reCOrde como queira em matéria de besteirol jurÃdico ...
O que está havendo com o Judiciário de MG?
Um desejo irrefreável de ganhar os holofotes pelo motivo errado!?
E a escolha do governador do Estado ? Tão ruim quanto .
Não vê porque o sujeito é um im@b-e-cil
Com essa iniciativa o procurador prova que não merece receber salário e sim o menor dos penduricalhos.
É xará, pelo jeito você também deveria ficar sem salário.
Discordo; a burryce, ou ignorâncya, independente do nÃvel ou grau, merece ser combatyda, principalmente quando é disseminada por quem deveria ter obrigação de ser exemplo.
Falta do que fazer não tem! Ele poderia ingressar com ação de Inconstitucionalidade para acabar com Pensão para viúvas de Ex-presidentes da República, salário do atual presidente. Se xo no passado não é interesse público. Também poderia ingressar com ação de inconstitucionalidade para: a morte Ficta do Militar expulso do Exército. Essas pensões ferem a Constituição Nacional: princÃpios da Legalidade , da moralidade. O que fazer tem! Basta querer! Mas os ruans , daianes da vida irritam.
Muita falta do que fazer!Sugiro que  ingresse contra  a imunidade tributária para seitas e religiões. Isso sim causa um grande mal ao paÃs porque Deus não come, Deus não compra remédio , Deus não precisa de dinheiro do povo brasileiro e se precisar não é deus!   Também poderia ingressar com ação para acabar com propagandas autopromocionais dos oportunistas. Todas numa odiosa campanha eleitoral antecipada e sem interesse público.
Nunca là coisa mais ridÃcula, que essa atitude desse procurador mineiro.
Como disse o famoso polÃtico francês qndo visitou nosso paÃs.... O Brasil não é um paÃs sério!!!!
Vai Procurar oque fazer seu Procurador de pelo em ovo! Processa a TV RECORD também!
Como linguista, eu comentaria que é paroxÃtona segundo a norma-padrão; no entanto, a normal culta aceita normalmente este uso. A norma-padrão tem mais um viés elitista e sociocultural do que realidade linguÃstica. Em cÃrculos letrados e acadêmicos, é bem estabelecida e aceita a pronúncia da palavra como feita pela Globo.
... tem-se que drenar as asas deste rato-broadcasting alcunhado de Tralli, e també deste orocurador rattus-jus que fica inventando Moda e dizendo o contrário!....
Ele é contra o regime????
... tem-se que drenar as asas deste rato-broadcasting alcunhado de Tralli, e també deste orocurador rattus-jus que fica inventando Moda e dizendo o contrário!...
Tem gente que precisa estudar.
... o anarquista-raiz num tem fé, nem lei e nem rei, né naum, pessoal???...
Haja apologia à ignorância! Só podia vir de escriba da turma ‘Eu sou de humanas’. Na mesma trilha e escola de ‘Há x anos atrás’, ‘independente’ (como advérbio), ‘Fazem 20 anos’, e outras sandices que minam e aporcalham o Português. Que verginha!!
Essa direita libertária, diga-se extrema direita, é a mesma responsável, por culpa de 4 anos no poder e ainda dominarem o congresso, por alguns anos de retrocessos nas diferentes áreas, inclusive na educação; os ministros da deseducação nesse perÃodo, principalmente o Ricardo Vélez e Milton Ribeiro provavelmente estão enganando outros em algum outro lugar.
Caro Dimas, ninguém aqui está defendendo a anarquia no idioma, nem o Schwartsman. Há sim que se respeitar as normas. Mas o que ele defendeu (com o que eu concordo) é que esses normas não são os poderes legais que ditam, mas a própria prática do povo. E quando digo povo não estou sendo ideológico, pois incluo aqui todos, sem exceção, todos os que pensam, falam e escrevem no idioma. Na verdade, esse é um posicionamento muito mais da direita libertária do que da esquerda estatista. Pense nisso.
no migalhas, o Prof. José Maria da Costa tem excelente lição sobre essa proparaxÃtona atÃpica, que não leva acento no primeiro E, tônico. Recomendo!
Se não me falha a memória, o Policarpo Quaresma (Lima Barreto) também era, como o ilustre procurador, um servidor público…
o Aldo Rebelo fazendo escola! Que absurdo!
Pronto! Estão lançadas as bases para a instituição de um futuro “auxÃlio-vernáculo”.
Boa!!!
MPF deveria ajuizar ação contra quem utiliza ‘o mesmo’ como pronome pessoal - “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo se encontra parado neste andar “.
O problema da frase de elevador é muito pior do ponto de vista da lógica. Como alguém entra num elevador se ele não estiver parado no andar? O certo seria: Antes de abrir a porta verifique se o elevador (que é uma caixa móvel) se encontra parada no andar.
Esse não deixa de ser um sintoma de nossa baixa produtividade. Tanto o procurador como os advogados da Globo poderiam se dedicar a trabalhos produtivos demandados pela população. Em vez disso, esses profissionais com muitos anos de estudo e recebendo altos salários vão se dedicar a uma briga por nada.
De tempos em tempos surge um procurador federal querendo aparecer. O problema é que geralmente eles aparecem assim, de forma negativa.
"A lÃngua é minha pátria" ! Se a organização de uma nação passa pela ordenação simbólica da lÃngua, então está explicada a gororeba brasileira no que concerne à polÃtica, ao comportamento e principalmente as conexões psicológicas. Do nativo indÃgena, dos europeus português e francês, caindo na vala da superficialidade anglosaxã, Nossa lÃngua virou esse pastiche, que se entende, mas não se domina. Sem gramática, sem pátria!
Ôôô, Valter, devo discordar no que tange à gramática, acerca da qual sou de uma ignorância monumental: meu desconhecimento das regras normativas da lÃngua só não é menor do que meu mau-caratismo comunista. Sou francamente favorável à polÃtica do ler, ler e ler mais um pouco; escrever, escrever e ainda mais um pouquinho. Sinto-me perfeito exemplo do ignorante formal, mas bom praticante da coisa. Se gramática resolvesse a coisa, não haveria sexólog@ infeliz em sua vida Ãntima.
Esqueci o fundamental africano
O procurador está certo; a multa é desnecessária.
A palavra "recorde" vem do inglês "record" (récord). Mas, entrou no português pelo francês, cuja pronúncia é "recórde". De acordo com o dicionário Michaelis, as duas pronúncias estão corretas.
A palavra recorde vem do inglês record (récord). Mas, entrou no português pelo francês, cuja pronúncia é recórde. De acordo com o dicionário Michaelis as duas pronúncias estão corretas.
Interessante analisar que diante de todas as coisas ridÃculas e abomináveis da tv aberta brasileira essa seria a menos importante. TÃpico de quem não trabalha e ganha muito
Hahahahah, dedada no'zóio!
Como cidadã iletrada que sou, deixo ao ilustre causÃdico minha dúvida menos nobre e mais cotidiana: ao pagar a conta no restaurante, doravante passarei a dizer que vou usar o TÃquete alimentação ou o tiQUÉte alimentação? Afinal, tanto ticket quanto record são palavras alienÃgenas com o mesmo número de letras, sÃlabas e acentuação. E agora, José?
Óia, prezada Alessandra, eu diria para você escolher a pronúncia que der desconto. Isso sim, seria ótimo motivo para adotar uma ou outra!
Gente! Este cidadão não mesmo nada de melhor prá fazer na vida? Cuidar crianças, varrer uma casa, lavar vasÃlias? E não estou escrevendo isso para dizer que são coisas insignificantes, pelo contrário quem faz isso tem muito mais importância planetária do que este senhor.
Certamente vai ser ridicularizado nos quinze minutos de fama que conseguiu ...
Ah, como eu gosto de uma imagem agrária, quando bem aplicada a uma situação dessas, compadre: "carpir um lote", preferencialmente ao sol do meio-dia. Dá a dimensão do suor que poderia ser tão mais bem empregado...
Virou piada.
Óia, Hélio, isso é a plena demonstração do desperdÃcio de tempo e recursos públicos. Ser, por um lado, a independência do Ministério Público é parte fundamental de seu trabalho, ela permite esse tipo de coisa estrambótica. Pra ficar somente em Minas Gerais, o Jornalista Luiz Nassif foi, durante um bom tempo, perseguido por um promotor do interior, de Poços de Caldas, por conta de denúncias. E, "independente", pintou e bordou com Nassif. Promotor descabeçado não falta pelaÃ, meu caro.
Latim vulgar: originou-se do latim falando coloquialmente (popular) e sempre coexistindo como latim literário . A lÃngua é órgão vivo, não pode negar suas origens.
A construção da norma culta se deu através dos séculos. Ninguém foi o único autor. Se um grupo A de falantes ( norma culta ) elege a forma pararoxÃtona para recorde e o grupo B a proparoxÃtona, nada impede a comparação, a compreensão e a comunicação entre os grupos. Uma criança jogada no grupo B aprenderia o significado da palavra pelo uso, apesar da pronúncia distinta. A lÃngua é decidida pelo uso que um grupo faz da linguagem. Gramáticos não controlam o uso.
O MPF está certo ... Primar pela lÃngua bem falada, ou então, os militares poderão escrever de qualquer jeito na lousa, sem direito ao esperneio dos leitores.
Coisas distintas: uma coisa são militares despreparados numa sala de aula. Eu mesmo já briguei com uma colega professora de português do colégio militar por causa disso. Outra é um promotor, pelo jeito sem nada prá fazer, gastar tempo em dinheiro público e aparecer na mÃdia processando a Globo por causa disso.
Si mim cobraren pur cada palavra qui inscrevo erradu, vol pagá caru.
O Aldo Rebelo, o anacrônico,discordaria de Hélio, o anarquista.
Esse promotor deveria apontar seus canhões aos estagiários e jornalistas zoomers e mileniais im becis que utilizam "ad nauseam" o inexistente verbo "colapsar", reflexo da "preguiça linguÃstica" justamente de quem trabalha com o idioma.
Nada impede que "colapsar" venha a figurar no VOLP, em algum momento. Neologismos fazem parte de todas, absolutamente todas as lÃnguas vivas, e isso é bom, pois demonstram estar vivas. Quem tem medo de novas palavras são lÃnguas mortas, e gente morta por dentro.
A falta de ter o que fazer e a busca por holofotes da "elite" do funcionalismo público brasileiro. Quem vai processar o Brasil por permitir os penduricalhos dessa gente?
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Assino embaixo, e questiono a legitimidade dos chamados acordos ortográficos (em especial o de 1990). Quem deu aos chefes de Estado o poder de determinar o jeito certo de escrever? Donos da lÃngua são os que a usam, o povo nas feiras e os jornalistas nos jornais. São as canetas, e não as canetadas, que fazem a lÃngua. Mas o Brasil (e Portugal) tem uma cultura muito burocrática, de um formalismo e um governismo exacerbados. De minha parte, continuo acentuando idéia e pondo trema em cinqüenta.
Já no Master , ele não deu por nada. Oh gente...
O procurador viu um mosquito onde há camelos por todos os lados. A ação só se justifica se for um pretexto para chegar ao que realmente interessa: os grandes crimes da emissora. E não são poucos.
Sem qualquer relação.
Aà não.
Outros erros de prosódia muito comuns são gratuÃto e rúbrica. Claro que é desnecessária a atitude do MPF, mas se a Globo passar a usar a pronúncia correta melhor.
Defesa fácil. Só alegar que usou o cognato em inglês. rs rs
Ele deve estar sendo instruÃdo pelo Zema.
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