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  1. Dimas De Queiroz Lima Filho

    Haja apologia à ignorância! Só podia vir de escriba da turma ‘Eu sou de humanas’. Na mesma trilha e escola de ‘Há x anos atrás’, ‘independente’ (como advérbio), ‘Fazem 20 anos’, e outras sandices que minam e aporcalham o Português. Que verginha!!

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  2. Paulo Andrade

    no migalhas, o Prof. José Maria da Costa tem excelente lição sobre essa proparaxítona atípica, que não leva acento no primeiro E, tônico. Recomendo!

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  3. Carlos Magnabosco

    Se não me falha a memória, o Policarpo Quaresma (Lima Barreto) também era, como o ilustre procurador, um servidor público…

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  4. jose antonio Garbino

    o Aldo Rebelo fazendo escola! Que absurdo!

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  5. Carlos Magnabosco

    Pronto! Estão lançadas as bases para a instituição de um futuro “auxílio-vernáculo”.

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    1. jose antonio Garbino

      Boa!!!

  6. Lena Kasler

    MPF deveria ajuizar ação contra quem utiliza ‘o mesmo’ como pronome pessoal - “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo se encontra parado neste andar “.

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    1. Jose Paschoal Pimenta

      O problema da frase de elevador é muito pior do ponto de vista da lógica. Como alguém entra num elevador se ele não estiver parado no andar? O certo seria: Antes de abrir a porta verifique se o elevador (que é uma caixa móvel) se encontra parada no andar.

  7. José Cardoso

    Esse não deixa de ser um sintoma de nossa baixa produtividade. Tanto o procurador como os advogados da Globo poderiam se dedicar a trabalhos produtivos demandados pela população. Em vez disso, esses profissionais com muitos anos de estudo e recebendo altos salários vão se dedicar a uma briga por nada.

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  8. Ney Fernando

    De tempos em tempos surge um procurador federal querendo aparecer. O problema é que geralmente eles aparecem assim, de forma negativa.

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  9. Valter Luiz Peluque

    "A língua é minha pátria" ! Se a organização de uma nação passa pela ordenação simbólica da língua, então está explicada a gororeba brasileira no que concerne à política, ao comportamento e principalmente as conexões psicológicas. Do nativo indígena, dos europeus português e francês, caindo na vala da superficialidade anglosaxã, Nossa língua virou esse pastiche, que se entende, mas não se domina. Sem gramática, sem pátria!

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    1. Marcos Benassi

      Ôôô, Valter, devo discordar no que tange à gramática, acerca da qual sou de uma ignorância monumental: meu desconhecimento das regras normativas da língua só não é menor do que meu mau-caratismo comunista. Sou francamente favorável à política do ler, ler e ler mais um pouco; escrever, escrever e ainda mais um pouquinho. Sinto-me perfeito exemplo do ignorante formal, mas bom praticante da coisa. Se gramática resolvesse a coisa, não haveria sexólog@ infeliz em sua vida íntima.

    2. Valter Luiz Peluque

      Esqueci o fundamental africano

  10. Galdino Formiga

    O procurador está certo; a multa é desnecessária.

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  11. Nerisvaldo José Santos

    A palavra "recorde" vem do inglês "record" (récord). Mas, entrou no português pelo francês, cuja pronúncia é "recórde". De acordo com o dicionário Michaelis, as duas pronúncias estão corretas.

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  12. Nerisvaldo José Santos

    A palavra recorde vem do inglês record (récord). Mas, entrou no português pelo francês, cuja pronúncia é recórde. De acordo com o dicionário Michaelis as duas pronúncias estão corretas.

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  13. Adriana Cesar

    Interessante analisar que diante de todas as coisas ridículas e abomináveis da tv aberta brasileira essa seria a menos importante. Típico de quem não trabalha e ganha muito

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    1. Marcos Benassi

      Hahahahah, dedada no'zóio!

  14. Alessandra Alvim Teixeira

    Como cidadã iletrada que sou, deixo ao ilustre causídico minha dúvida menos nobre e mais cotidiana: ao pagar a conta no restaurante, doravante passarei a dizer que vou usar o TÍquete alimentação ou o tiQUÉte alimentação? Afinal, tanto ticket quanto record são palavras alienígenas com o mesmo número de letras, sílabas e acentuação. E agora, José?

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    1. Marcos Benassi

      Óia, prezada Alessandra, eu diria para você escolher a pronúncia que der desconto. Isso sim, seria ótimo motivo para adotar uma ou outra!

  15. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

    Gente! Este cidadão não mesmo nada de melhor prá fazer na vida? Cuidar crianças, varrer uma casa, lavar vasílias? E não estou escrevendo isso para dizer que são coisas insignificantes, pelo contrário quem faz isso tem muito mais importância planetária do que este senhor.

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    1. Sérgio Ferreira de Azevedo

      Certamente vai ser ridicularizado nos quinze minutos de fama que conseguiu ...

    2. Marcos Benassi

      Ah, como eu gosto de uma imagem agrária, quando bem aplicada a uma situação dessas, compadre: "carpir um lote", preferencialmente ao sol do meio-dia. Dá a dimensão do suor que poderia ser tão mais bem empregado...

  16. Nilton Silva

    Virou piada.

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  17. Marcos Benassi

    Óia, Hélio, isso é a plena demonstração do desperdício de tempo e recursos públicos. Ser, por um lado, a independência do Ministério Público é parte fundamental de seu trabalho, ela permite esse tipo de coisa estrambótica. Pra ficar somente em Minas Gerais, o Jornalista Luiz Nassif foi, durante um bom tempo, perseguido por um promotor do interior, de Poços de Caldas, por conta de denúncias. E, "independente", pintou e bordou com Nassif. Promotor descabeçado não falta pelaí, meu caro.

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  18. RAULAND BORBA BATISTA

    Latim vulgar: originou-se do latim falando coloquialmente (popular) e sempre coexistindo como latim literário . A língua é órgão vivo, não pode negar suas origens.

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  19. Vito Algirdas Sukys

    A construção da norma culta se deu através dos séculos. Ninguém foi o único autor. Se um grupo A de falantes ( norma culta ) elege a forma pararoxítona para recorde e o grupo B a proparoxítona, nada impede a comparação, a compreensão e a comunicação entre os grupos. Uma criança jogada no grupo B aprenderia o significado da palavra pelo uso, apesar da pronúncia distinta. A língua é decidida pelo uso que um grupo faz da linguagem. Gramáticos não controlam o uso.

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  20. Waltovânio Vasconcelos

    O MPF está certo ... Primar pela língua bem falada, ou então, os militares poderão escrever de qualquer jeito na lousa, sem direito ao esperneio dos leitores.

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    1. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Coisas distintas: uma coisa são militares despreparados numa sala de aula. Eu mesmo já briguei com uma colega professora de português do colégio militar por causa disso. Outra é um promotor, pelo jeito sem nada prá fazer, gastar tempo em dinheiro público e aparecer na mídia processando a Globo por causa disso.

  21. Francisco Neto

    Si mim cobraren pur cada palavra qui inscrevo erradu, vol pagá caru.

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  22. Roberto Gomes

    O Aldo Rebelo, o anacrônico,discordaria de Hélio, o anarquista.

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  23. Lorenzo Frigerio

    Esse promotor deveria apontar seus canhões aos estagiários e jornalistas zoomers e mileniais im becis que utilizam "ad nauseam" o inexistente verbo "colapsar", reflexo da "preguiça linguística" justamente de quem trabalha com o idioma.

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    1. FLAVIO CESAR MOREIRA DOS SANTOS

      Nada impede que "colapsar" venha a figurar no VOLP, em algum momento. Neologismos fazem parte de todas, absolutamente todas as línguas vivas, e isso é bom, pois demonstram estar vivas. Quem tem medo de novas palavras são línguas mortas, e gente morta por dentro.

  24. César A C Sanchez

    A falta de ter o que fazer e a busca por holofotes da "elite" do funcionalismo público brasileiro. Quem vai processar o Brasil por permitir os penduricalhos dessa gente?

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  25. César A C Sanchez

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

  26. Ney César Silva Souza

    Assino embaixo, e questiono a legitimidade dos chamados acordos ortográficos (em especial o de 1990). Quem deu aos chefes de Estado o poder de determinar o jeito certo de escrever? Donos da língua são os que a usam, o povo nas feiras e os jornalistas nos jornais. São as canetas, e não as canetadas, que fazem a língua. Mas o Brasil (e Portugal) tem uma cultura muito burocrática, de um formalismo e um governismo exacerbados. De minha parte, continuo acentuando idéia e pondo trema em cinqüenta.

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  27. Raul Filipe

    Já no Master , ele não deu por nada. Oh gente...

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  28. jose camargo

    O procurador viu um mosquito onde há camelos por todos os lados. A ação só se justifica se for um pretexto para chegar ao que realmente interessa: os grandes crimes da emissora. E não são poucos.

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    1. Galdino Formiga

      Sem qualquer relação.

    2. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Aí não.

  29. Celso Neri Junior

    Outros erros de prosódia muito comuns são gratuíto e rúbrica. Claro que é desnecessária a atitude do MPF, mas se a Globo passar a usar a pronúncia correta melhor.

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  30. Hélio Barbosa de MT

    Defesa fácil. Só alegar que usou o cognato em inglês. rs rs

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  31. Arides Quintanilha

    Ele deve estar sendo instruído pelo Zema.

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  32. Daniela R A

    A mesma situação acontece também com a palavra NObel x NoBEL

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  33. Janio Rego

    Procura dor onde não tem

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  34. Paulo Roberto Cugini

    Quando for pagar a devida e certa sucumbência vamos ver o que vai acontecer. Agora não vai "afinar", né? Pobre Brasil! Eca!

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  35. Luiz Almeida

    Procurador procurando algo para fazer. Afinal o que faz um procurador além de procurar algo para fazer?

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  36. Vilarino Escobar da Costa

    Parecer que nossos procuradores estão sem serviço...

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  37. Waldemar Stocco

    kkk, saca na gem isso, mas não adianta reclamar, cada empresa de media têm seu manual de processos, e cada uma decide como será a linha editorial e o que pode ou não ser "dito, escrito, faladoe televisionado", e não é só no reCORde, o graTUIto, forTUIto, e CirCUIto tão é dito errado. nossa língua sofre aberrações constantes, ou alguém se esqueceu do macri, o ministro do "imexível"?

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    1. FLAVIO CESAR MOREIRA DOS SANTOS

      Mas o português falado atualmente em Portugal não é, nem de longe, o português falado por Camões. A língua lusitana sofreu diversas mudanças ao longo do tempo. E quem decide se as mudanças, neologismos e alterações fonéticas são boas ou ruins, você, eu, ou os falantes?

    2. Waldemar Stocco

      não é mesmo, desde muito antes de Tin-Nam-Men, a musa e amor de Camões, já se falava português, obviamente que prefiro a fonética brazuca, mas est aviltar a língua como é feito, falar reCORde, como se fosse dito em inglês é errado.

    3. FLAVIO CESAR MOREIRA DOS SANTOS

      Nossa língua sofre "aberrações", por estar viva. Não fossem as "aberrações", você hoje falaria latim, e não português, não é mesmo?