Igor Patrick > Novo correspondente da Globo em Pequim é boa notícia para o Brasil Voltar
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As colunas da Tatiana Prazeres aqui fazem falta também. E uma pena não termos mais o giro que o Nelson de Sá fazia pela imprensa internacional.
Igor cada vez mais, menos entende a China.
E pelo que consta o Felipe fala chinês (não sei com que grau de fluência). Porque sem isso colocar um repórter lá é perfeitamente inútil.
É inegável que se trata de autocracia , mas a China era uma nação extremamente pobre, totalmente agrário e submisso a paÃses europeias. A revolução comunista só piorou a situação da população, mas apesar de décadas de repressão e de extrema pobreza, a China conseguiu se reinventar e grande parte da população, finalmente, está usufruindo do conforto da vida moderna, apesar da falta de liberdade de expressão. Felipe Santana é ótimo repórter e vai nos apresentar outras curiosidades desse paÃs
Falta de liberdade de expressão e de todas e de cada uma das liberdades e garantias inerentes a uma democracia liberal e a um estado democrático de direito, a lista está no artigo 5° da nossa Constituição Federal e é bem extenso.
Não entendo como uma pessoa que supostamente diz que conhece a China escreve esse artigo. Ele continua falando sobre ditadura chinesa. Não conhece o básico do básico. A China tem a maior e mais avançada democracia do mundo. Não existe somente a democracia liberal burguesa, que é capitalista, mas diversos tipos. A democracia chinesa é conhecida como "Democracia Popular de Processo Integral" e o orgão máximo chinês é a Assembleia Popular Nacional na qual estão subordinados o PCCh e o Estado
Flávio, em que pese acreditar que a China não seja uma democracia, pelo menos eles não invadem territórios, muito menos perpetram um genocÃdio em pleno século 21.
PaÃs importantÃssimo, sim. Potência econômica e militar, sim. Nosso principal parceiro comercial, sim. Deve ser tratada com todo o respeito, sim. Desempenho econômico admirável, em muitos momentos soberbo, sim e deve ser estudado e dele devem se extraÃdas lições importantes. Democracia, nâo, de modo algum.
PS: as ditaduras do Leste europeu se chamavam, todas de republicas democráticas, de republicas populares, e nenhuma delas o era. Os slides que integram a matéria na edição digital não deixam margem a um fiapo de dúvida, ao menos para o leitor intelectualmente honesto e de boa fé, de que a China é uma ditadura totalitária e na qual nao existem os direitos e garantias mÃnimos de uma democracia real, de um estado democrático de direito, do rule of law. Ponto final.
Vai desculpar, mas chamar a China de democracia nao dá. Ou concordamos minimamente sobre os conceitos e o significado dos termos básicos que usamos, ou jogamos todos fora. A China é uma ditadura totalitária da qual você pode gostar ou nao, concordar com ela ou nao, admirá-la ou não, no todo ou em parte, mas jamais pode ser chamada de democracia, jamais e de modo algum. Por favor não ofenda a inteligência alheia, todos sabem o que é uma democracia, até intuitivamente. Comentário despropositado.
Digamos que é uma democracia governada de forma altamente centralizada por um chefe de estado que não é eleito pelo povo...
Creio que na parte que ele menciona ditadura, não está falando da China, mas da ditadura militar do Brasil que restabeleceu contatos diplomáticos com os chineses durante o governo Medici. Daà a referência ao resto da América Latina, já que no Chile também foi assim com Pinochet
Obrigada pelo esclarecimento.
Prezado Tsai, este seu contraponto é de se considerar com cuidado, de fato. "Autocracia", dados os poderes investidos na figura do do presidente do paÃs, também figura-mor do Partido, é provavelmente mais adequado. Todavia, não sei se isso responderia à sua crÃtica.
É um barato que a mesma galera que diz ser defensora da democracia, apoia a ditadura chinesa rsrs
Nossa Coronavac
Seria boa noticia se não fosse da Globo...
Ôôô, caro Igor, sinto uma falta enorme do Nelson de Sá aqui na folha, era uma ótima companhia para o leitor interessado. Agora, há a Victoria Damasceno, de quem gostei dos textos, mas tinha afinidade com a escrita e as ideias do Nelson. Leio-o no UOL, mas as interações por lá são muito confusas, esta Ãgora daqui era melhor. A China é o futuro, meu caro, e temos de ter vários pés em Pequim e em outros cantos. Até no turismo, mesmo longe pra dedéu, ela ocupa o horizonte. Vamo que vamo!
Indicação excelente.
Para a China ser o que é, a população pagou um preço muito alto. As décadas de 1950/1960 foram especialmente cruéis. Jung Chang, em Cisnes Selvagens (Companhia das Letras) conta a história de sua famÃlia. Muito interessante conhecer a versão de quem vivenciou a transformação da China ao longo do século XX.
Bem, espero que o jornalista, assim como tantos brasileiros de todas os matizes politicos/ideologicos que está visitando a China nos últimos tempos, reveja seus conceitos tão ocidentais sobre aquele paÃs. Nada como a convivência no dia a dia de um povo para obter uma visão realista e fora da propaganda contrária imposta no ocidental. Aguardando pra ver.
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