Cotidiano > Adulto e menina eram 'jovens namorados', segundo relator que votou para absolver acusado de estupro Voltar
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Espero que as netas com 11, 12 ou 13 aninhos do desembargador Magid Nauef Láuar encontrem um namorado de 35, 40 ou mais anos, todos com os mem-bros intu-mescidos e ótimas intenções.
Inacreditável o teor de alguns comentários.
Já vi atribuÃrem à garota idades variando de onze a quatorze anos. Se já tem um filho , tem também experiência de vida. Deveria ser considerada sua opinião sobre o casamento antes de mais ninguém. Se está feliz e se sentindo plena na sua liberdade de ser era a pergunta a ser feita a ela antes de qq imposição legal restritiva.
Sou de esquerda, mas vejo nesse caso o ponto onde a esquerda se aproxima da direita no moralismo que deixa de considerar o indivÃduo criança/adolescente isento de amor e de paixão sensual. No caso a proposta é tornar a Lei se interpor entre as relações afetivas. Faz de um homem um monstro, desconhecendo o ambiente e os afetos entre todos os envolvidos. A Justiça deveria ter espaço para examinar caso a caso.
Ministério Público, como sempre, fazendo confusão e instaurando o caos. Eh no que dá investigar notÃcia de jornal, que eh o que fazem. O rapaz tem 20 anos, a menina tem 14, o bebê tem 2. Qual o sentido de prender o rapaz e desestruturar ainda mais a famÃlia?9
O homem agora tem trinta e cinco anos, a mulher vinte e sete e a filha catorze. Qual o benefÃcio de prender o pai e marido? A esmagadora maioria dos atos de abuso contra menores não termina em casamento e geração de descendência e, portanto, o Tribunal de Minas agiu corretamente em usar o bom senso e abrir uma exceção. Se for para seguir algoritmo não precisarÃamos de juÃzes.
Pelo jeito o sr deve ser o marido ao defender esse absurdo entre casamento entre um adulto e uma crianca.
Já viu a ficha corrida do homem?
Paulo César, não surpreende você defender pedófilo. De qualquer forma, refaço o questionamento, essa preocupação com o impacto na vida da famÃlia vale pra qualquer crime, ou só pra pedofilia?
Os pseudo moralistas que vem aqui esbravejar sobre corrupção, mas quando é uma pedofilia tudo bem né? Já que a maioria quer abusar de menores sem virar boneca na cadeia.
Só não entendo o porquê da gritaria em torno desse caso, pois a Justiça brasileira já deu decisões semelhantes cuja repercussão foi bem menor. Uma coisa é certa: vários supostos defensores da infância e da adolescência, sejam eles polÃticos ou não, estão se fingindo de indignados com a situação a fim de usá-la para fazerem promoção fácil deles mesmos.
A natureza é pródiga, além de Leis!
A covardia praticada foi impressionante. Defender a atitude do agressor e aceitar q velhos papudos possam assediar crianças ainda em formação fÃsica e psicológica. A sociedade brasileira e insegura e machista, como demonstram alguns comentários, que acham isso aceitável.
Paulo Cezar: a menina tinha 12 anos e vc diz q e normal uma familia consentir q um rapaz de 20 anos case-se com uma crianca. Se fosse sua filha vc o faria, ou seja, seria insensÃvel e ignorante a infância da vitima?
Luis, o rapaz tinha vinte anos e a garota doze, foi tudo consentido, teve o apoio das famÃlias, gerou casamento, famÃlia e descendência. Vamos usar o bom senso.
O CNJ teria que afastar esses dois ka nalias cúmplices de pedofilia da magistratura. Seria menos prejudicial e revoltante tê-los premiados pela aposentadoria compulsória do que emitindo sentenças criminosas a tÃtulo de justiça.
Isso é inaceitável. E absolutamente ilegal. No campo moral fica claro que a maioria dos magistrados da corte daquele estado é imoral, sem mencionar outros aspectos desqualificadores.
Tinha que ser punido antes de casar e formar famÃlia. Agora, tenhamos paciência.
Decisão absurda e abjeta desses desembargadores de Minas Gerais! Inacreditável!
É muita conversa mole para justificar um estrupo.
A naturalização do ESTUPRO na versão de um Judiciário cafajeste. Vergonha brasileira.
Por que não casou com a mãe da criança? Tem que ser punido sim, com rigor pra servir de exemplo.
Estou sem acreditar que têm comentários que defendem a situação sob o argumento que se ela não casar com o infrator não terá um futuro familiar. Impressionante a falta de caráter, de ética, de valores familiares que essas pessoas possuem. IncrÃvel como o moderador dá voz aos comentários destes. Mas o pior de tudo é ter um judiciário conivente como se fosse a naturalidade do feito. Ética é o que se precisa neste paÃs, que não existe e nunca existiu.
Se fosse simples assim (teve relacionamento com menor de 14 anos é crime e ponto final) todas as sentenças e acordãos poderiam ser dadas por máquinas. A complexidade social e particular de cada caso concreto em que se insere o direito não admite soluções simplistas.
E de exceção em exceção, normaliza-se a pedofilia.
Exatamente, Rodrigo. Temos de usar o bom senso e não seguir algoritmos cegamente.
O magistrado, ao julgar, tem que observar os dispositivos legais. A partir daà é juÃzo de valor que se submete ao escrutÃnio de qualquer indivÃduo, ainda mais quando a primeira fonte do direito, que é a consuetudinária, calcada nos costumes, por óbvio, também não daria chancela a essa decisão anacrônica e estúpida, já que não é prática social ordinária o casamento de uma criança de doze anos. A que ponto chegamos.
Cuidado que irão te chamar de pedófilo aqui. As pessoas não sabem argumentar e te ofendem. Expus minha linha de raciocÃnio aqui. Também penso parecido com você. Somente quem estudou Direito tem essa noção.
A safra no judiciário está a pior possÃvel; devia haver um critério de correção desses juÃzes que incluÃsse demissão do cargo sem aposentadoria, porque hoje esses juÃzes não tem medo de cometimento de crimes ou de incompetência para o cargo, porque o máximo que terão é um prêmio de aposentadoria compulsória.
A lei se tornou palavra morta e não é de hoje. Me estranha o fato de Bolsonaro ainda estar preso.
Se tocar o disco do desembargador Nietspe ao contrário, o que se ouvirá será Epstein.
Para os pedófilos de plantão, a preocupação com sustento da famÃlia vale pra qualquer crime cometido, ou só pra pedofilia mesmo? Se um dos pais mata o outro, o assassino deve ficar livre já que é o único dia pais disponÃvel? Se não, qual seria o limite para que a preocupação regime na liberdade do criminoso?
Paulo Cesar, juÃzes existem porque as leis não conseguem prever todos os casos da vida real, não pra escolher quando a lei deve ser aplicada.
Isso é uma questão de bom senso, Tácito. O relacionamento foi consensual, teve o apoio das famÃlias, gerou descendência e relacionamento estável. Agora ele tem trinta e cinco anos, a garota vinte e sete e a filha catorze. Qual o benefÃcio de prender um pai de famÃlia? A esmagadora maioria dos abusos de menores não gera relacionamento estável e descendência e, por essa situação peculiar, o Tribunal de Minas fez bem em usar o bom senso e abrir uma exceção. Precisamos de juÃzes e não de algoritmos.
Só uma mentalidade pedofilia é capaz de um raciocÃnio como esse: se a vÃtima criança foi estuprada anteriormente por outros vários adultos ela é uma devassa. E claro, isso os livra de culpa ao repetirem o estupro simbólico com essa decisão abjeta, infame, absurda, nojenta, pedófila, criminosa e estupradora.
Gente asquerosa, inclusive os desembargadores e os pais da menina.
Acontece direto no Brasil entre a pobretalha. A mÃdia nem se dá o trabalho de divulgar e ninguém fala nada. Por alguma razão esse caso a imprensa divulgou, e os polÃticos estão faturando com seus bom-mocismos.
Bons-mocismos.
O mais preocupante, entre todas as aberrações desse caso, é a jurisprudência que se estabelece... Acho que deve ser anulada essa sentença, absolutamente ilegal.
O que diria um certo cantor/compositor sobre esse caso.
Ele diria que o amor venceu...
Eu não sei o que ele diria, mas sei que a esquerda apoiaria.
Este caso fere a lei!
O caso é polêmico, mas o homem tinha vinte anos na época. Pode ser que formalmente se caracteriza estupro de vulnerável, mas a própria menor disse que houve consentimento e que haveria casamento. Tudo confirmado pela mãe. Estamos diante de um caso que, a meu ver, não se pode julgar com a letra fria da lei. A descrição da reportagem assevera isso. Deve ter mais fatos no processo que levaram dois desembargores a votarem pela absolvição do réu.
Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.
Não é só uma menor. É uma criança vÃtima de um pedófilo de 20 anos, não de um menino de 12. Dá nojo o argumento do Desembargador é mais nojo ainda saber que tem gente que concorda.
Não ha qualquer atenuante. A lei foi escrita para que nao houvesse qualquer interpretação subjetiva. É, de fato, estupro presumido. Culpado o estuprador e a responsável que permitiu. "Dura lex sed lex" - a lei é dura mas é lei.
Análise fria e realista.
Aberração. Simplesmente aberração. Relativizar o estupro é doentio, tal qual deve ser a cabeça desses juÃzes que deliberaram essa decisão esdrúxula. Que tempos são estes?
O indivÃduo que comenta aqui que não houve estupro nenhum, etc. não conhece o artigo 217-A, que trata do crime de estupro de vulnerável. Ainda bem que a decisão foi revista, o homem preso e a mãe da vÃtima também, pela conivência e cumplicidade. Antes de comentar qualquer coisa, seria bom ter conhecimento legal.
Não teve estupro nenhum. Foi tudo consentido e com o apoio das famÃlias. Isso somente é estupro pela definição legal mas não teve nada de sexo forçado, sob violência ou ameaça.
Pergunto-me, diante de tamanho absurdo, se esse relator tem condição moral e mental de ocupar o cargo que ocupa. E onde estão os pastores, os pais de famÃlia “de bem”, deputados e senadores que se dizem defensores das crianças e da famÃlia? Estão em revoltas virtuais contra fantasias de carnaval ou marchando até BrasÃlia. Se isso não lhe causa repulsa, no mÃnimo você é conivente com essa violência. Uma menina de 12 anos. Uma criança!
Cada uma! Caso fossem um casal, o crime existiu. Poderia condenar e dar o perdão judicial. Todavia, não foi o caso e tristes meninas do Brasil varonil.
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