Luiz Felipe Pondé > História parece comprovar a tese de que a natureza humana se repete no tempo Voltar
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Rousseau é iluminista? Oh... e eu que pensava que Rousseau era anti-iluminista, pai ou avô do Romantismo (em Cartas a D'Alambert, por exemplo, ele critica a ideia de que o teatro pode emancipar os homens, como acreditavam iluministas como Diderot). No discursos sobre a ciência, concluiu que a razão não melhora a espécie humana coisa alguma. E inflamou o romantismo brasileiro com sua crença no bom selvagem. Mas não ouso discordar do "filósofo" Pondé, essa fake news que a Folha nos impinge.
Rousseau defendia a igualdade de direitos e criticava a desigualdade social, o que pode ser uma caracterÃstica iluminista. Ele também defendia que sociedade corrompe o homem o que pode ser uma caracterÃstica romântica. Talvez o autor do artigo esteja meio errado, ou meio certo, ou simplesmente você achou um defeito para apontar...será?
Mais Agostinho menos Rousseau, entendi. Pondé nas trincheiras da guerra cultural.
Time da extrema-direita, atraso golpista, da Folha.
Vão cancelar Santo Agostinho?
Harold Bloom: Shakespeare a invenção do humano!!
Um texto lúcido e corajoso, Pondé (pela sensibilidade juvenil contemporânea). Há alguns anos (muitos), alguém disse algo semelhante: 'Tudo é vaidade ... O que foi é o que será: o que acontece é o que há de acontecer. Não há nada de novo debaixo do sol'. O autor, considerado sábio por antonomásia, em que pese ter demonstrado recursos psicológicos aparentemente irrestritos, foi murchando no envelhecimento, porque subestimou '... inquieto está o nosso coração, enquanto não descansar em ti'.
A matéria termina falando de mais humildade e menos vaidade. Infelizmente o capitalismo adorado por todos, não nos deixa sermos humildes. A maioria é humilde a força e, não por vontade própria. O dia em que o rico e o pobre forem todos humildes, podemos dizer que o ser humano é racional.
O pavão falando mais humildade e menos vaidade. Senhor pavão, olhe para seus pés, única forma de alcançares humildade. Como filósofo o senhor (com seu cachimbo) é um péssimo historiador. E essa de reduzir o Iluminismo ao pensamento de Rousseau? C
Nossa Pondé, que preguiça de voce.
São as emoções que movem e governam os seres humanos. É delas que vem a nossa força para acionar as racionalidades e construir em mundo melhor para 1.nós mesmos; 2.nossos filhos; 3.nossa famÃlia; 4.nosso grupo de amigos e, por fim, 5.a sociedade, onde vivemos. Não devemos esperar mais do que isso de um ser humano e chegar onde chegamos já foi, em si, uma tarefa extraordinária. Uma grande e vitoriosa aventura. Usar o estado para governar o ser humano é tarefa impossÃvel e inócua.
Me pergunto porque ainda leio o que esse cidadão escreve
Eu leio porque gosto, mas leio também outros que não gosto, apenas para não cair no conforto de uma única bolha de pensamento, isso me ajuda a não virar só mais um hipócrita demagogo, que arrota virtudes sem olhar para os vÃcios, agora basta você fazer uma boa reflexão para descobrir por qual motivo continua lendo ele.
Tu continuas a ler por masoquismo. Não gostar de algo e insistir em fazê-lo pode indicar causas profundas de autopunição. Terapia urgente antes que vire obsessão por Pondé, como já tem muitos por aqui...
Você ler matérias do Pondé, porque devemos está ligado a todo tipo de pensamento. É racional na minha opinião...
Nos meus quase 72 anos e experiência de vida, afirmo sem titubear: a natureza humana é essencialmente má. E assim vai ser até o fim dos tempos. O homem sempre foi e sempre será o lobo do homem.
Seu comentário foi o mais plausÃvel que li até agora. Seus 72 anos de vida foram muito bem vividos.
A vida em sociedade é construÃda de forma continua. Infelizmente a maioria das sociedade foram construÃda sob corrupção, e tal modelo se tornou indissociável, da vida humana.
Infelizmente, a natureza humana é fundamentada na guerra e no ódio. São os conflitos de violência o que nos move. Os primeiros escritos da humanidade são de um tal de Homero e seus contos de uma hipotética guerra de uma suposta Troia, e desde então tudo o que se escreveu foi sobre guerras, culminando com a devastadora segunda guerra. Infelizmente, muito do progresso obtido pela humanidade ocorreu graças a guerras, por buscas insanas para derrotar inimigos através do conhecimento e da ciência.
Quando era culta Jean Jacques Rousseau era meu Ãdolo. Li Santo Agostinho, Santo Tomas de Aquino. Hoje? Leio biografias! Ser humano: sei lá, vivo há tanto tempo e não sei definir. Prefiro minhas criancinhas da Fauna alada e da Flora, as minhas meninas.
Para as condições humanas de natureza estacionária de debuismo, são razões de tendências psiquiátricas, na curva da mentalidade que aà está firmando em sentidos mais subjacentes e conformista. Mudanças pertinentes obcecadas busca da razão paradoxal mais firmemente deliberada e o refúgio da hostilidade sem as pureza cognitivas, que aà se defrontam em naus versatilidade dos aspectos. Outros sim, caminham com as sensações, ou que elevam na mais profunda vertentes desiguais, sem aspectos inertes.
Traduzindo seu comentário: A história sugere que certos traços humanos se repetem. Mudam as circunstâncias, mas permanecem o conformismo, a racionalização das próprias contradições e a hostilidade quando elas são expostas. Muitos transformam emoções em critério de verdade, enquanto a razão serve apenas para justificar impulsos. Talvez seja essa tensão constante que sustente a impressão de que, apesar do progresso, continuamos essencialmente os mesmos.
A natureza humana é determinada pela capacitação da livre resolução, o sim ou não, mas fica sujeito às consequências tecidas pelos fios do destino, de pronto ou numa outra encarnação. Não escapa. Fruto das resoluções a situação é grave, os jovens se rebelam, de forma passiva ou ostensiva. A população está envelhecendo. Falta preparo para a vida. 9 meses para formar o corpo. 15 para se preparar. Qual é a finalidade? Se não for para o soerguimento individual e do todo, para que seria então?
Para desespero de muitos, para nada!
Amei. A consciência dos limites instintivos de nossa animalidade deveria ser suficiente para nos manter longe da hybris. Sem essa consciência, porém, seguimos identificados com eles e inflados pelas irrupções do inconsciente, nossos complexos. De novo, viva CG Jung.
Óootimo ! Sem contar que , invariavelmente, todas as narrativas estão alicerçadas em algo como nove dramas "primordiais" : traição, avareza, ira, ciúme , soberba, luxúria e por aà ( Shakespeare esgotou o assunto ), atávicos portanto. O firmware.
OOO
M
Ótimo artigo.
Fico lendo os comentários dos textos que Pondé publica. Inúmeros tentam dar algum significado ao que ele escreve. Na sua foto em que a Folha vende os cursos do Pondé, quem se interessar, paga um cafezinho com pão e manteiga. É só isso e ficará com fome de conhecimento, porque Pondé, o astro da fome do consumo fast food, descobriu a fórmula rápida de ganhar grana no mercado que não ler e que quer apenas posar.. Por isso um segmento adora seus dedos pousados sobre o queijo grisalhos.
Continuo: Façam as suas inscrições! O preço do seu curso diminuiu. De 59,90 passou para 19,90, porque a procura foi imensa, quase um centésimo da população da Groelândia que Trump diz que irá invadir. O apoio do Pondé está garantido. Se o Olavo de Carvalho estivesse vivo não iria chutar o traseiro do Pondé como fez, e quem sabe iria elegê-lo como estrategista do bolsonarismo carente de um lÃder.
"Honra ferida continua gerando resposta de graus variáveis de violência. Assim como inventário, disputa pelo poder, eleições, pobreza extrema, orgulho ferido, ciúmes, medo, sexo." Émile Zola, em Germinal, deixa isso muito claro: A natureza humana se repete no tempo.
Nem sempre confio nos seus textos, Pondé. Hoje, porém, minha famÃlia está passando por um inventário e só agora pude entender ipsis litteris do que você disse. Meu voto é para Santo Agostinho.
Pondé, melhor você ponderar seus pensamentos.
Sob qual aspecto?
Que história? História da carochinha?
Vá para a folhinha, tovarish. É mais simples.
Pondé se aproveita do seu alcance em um jornal de grande circulação e da TV. Em seu discurso sempre tem um maniqueismo que coloca a visão polÃtica progressista pouco inteligente (inteligentinhos, ele diz). Hoje ele diz que Rousseau e Marx são a parte ruim da Filosofia e que os contradizem (aqui ele sequestra Agostinho) são melhores, bons e realistas. Reparem, todo texto do previsÃvel Pondé é assim.
Ok, para quem adjetiva de maniqueÃsta você é mÃope nas entrelinhas.
Pondé, você é um filósofo diferenciado mesmo! Esse seu texto seria lido com muita satisfação pelos maiores neurocientistas e primatólogos do mundo. Nós apenas somos o que podemos ser, há limites biológicos tão claros, mas nossa arrogância humana não nos deixa enxergar (ou admitir).
Sapolsky defende visão similar.
Hume já dizia que a natureza humana era uma constante no tempo. Hume via a experiência religiosa como uma superstição, que nos leva (por exemplo) a acreditar em milagres que são contrários à experiência que sempre tivemos, como a ressurreição. A seção onze do "Investigação sobre o entendimento humano" de Hume é interessante. Mill era empirista e naturalista. Mill e Hume são pouco estudados no Brasil.
Na média?
visão restrita é uma coisa. A dependência de Deus é outra. Não se mistura Freud com Agostinho. Agostinho é a última ferramenta que alguém precisa pra lidar com o princÃpio de realidade. Como ficamos se deixarmos de lado a fé cristã? Continuamos parentes dos deuses pq essa é a nossa desmedida em relação à natureza e não a papagaiada do Agostinho.
Sugiro Confissões, de Santo Agostinho. Sua reflexão sobre a temporalidade e os efeitos dela no indivÃduo, por meio da subjetividade da experiência, é um clássico do pensamento filosófico até os dias de hoje, sendo lido inclusive por teóricos da literatura e da arte.
Excelente e inspirado texto, que traz inspirados comentários. Nem restritos, nem irrestrito, apenas humanos.
Se formos na gênesis de uma guerra, que mata de milhares a milhões, em todas as gerações conhecidas e estudadas, começa-se com duas pessoas que se opõem mutuamente, daà agregam-se aliados de um lado e outro, até um ponto de não retorno. Seja para dominar, seja para não ser dominado, não foi nenhum valor altruÃsta que preponderou e sim os contrários.
Ou com algum idealista querendo moldar o mundo à sua imagem: Lênin, Stalin, Hitler, Mao, Pot, Castro. Ou por interesses econômicos, no caso dos demais.
Continue discorrendo sobre filosofia clássica e teologia, porque sobre atualidades você é sofrÃvel.
Ok, aponte o erro.
Se é sabido que em dadas condições o ser humano é perverso, como experimentos macabros de psicologia social de Zimbardo, e em dadas condições o ser humano é mais benevolente, então nos esforcemos coletivamente para criar condições nas quais o altruÃsmo aflora. Conforme os recursos aumentam, ampliemos esse cÃrculo benigno para abarcar o máximo de pessoais possÃveis. O identitarismo é uma continuação da Revolução Francesa.
Dos anos de terror, você quer dizer? É não aprender nada com todo o histórico de lutas e se tornar exatamente aquilo que se diz combater.
Me fez pensar mais em perguntas do que em respostas. O que será de nossa vaidade quando uma superinteligência computacional nos superar largamente no quesito lógica? Quem seremos nós depois desse evento? Aceitaremos humildemente progredir com ele ou nos aniquilaremos? Não tenho as respostas, só reflexões
Atualmente somos uma raça em extinção.
Menos utópicos e mais realistas !
Onde está inscrito neste micoensaio Trump, SBannon, Epstein, Putin, Netanyahu,os bolsonaros, entre outros demasiado-humanos, q alguns acham não-humanos ou monstros?
Pondé, não precisa dar tanta volta para criticar a visão de Marx. Use o apto de cachorro - comunista - que os minios entenderão mais rápido. Quando você tiver mais tempo e vontade gostaria de ver, para o meu deleite, a sua classificação de Espinoza.
Os textos do Pondé são previsÃveis. Pode pegar todas as colunas da Folha, sempre atacando a esquerda de forma direta ou velada.
Se pensarmos que nossa personalidade é antes de tudo produto de nossos genes não há dúvida. Há muita diferença cultural mas pouca diferença genética entre os humanos da época de Agostinho (ou de Platão, Buda ou Confúcio) e os de hoje.
A vaidade de não ter vaidades, bater no peito e se dizer realista...
Esse texto brilhante do pondé ilustra o grande erro estrutural da esquerda, idealiza um homem q nao existe
Ok, Gabo, mas o que isso tema aver com o que Florentino colocou?
A direita é ainda pior no quesito "idealização do homem", meu caro. Nunca houve a tal "guerra de todos contra todos" alegada por Hobbes. Pelo contrário, o que se vê nas sociedades é colaboração: gigantescas cadeias de suprimentos e comércio internacional em larga escala são aspectos que evidenciam a natureza coletivista do labor humano.
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