Ruy Castro > Levados à força e se debatendo Voltar

Comente este texto

Leia Mais

  1. José Marques Mendes

    O CFM não parece ter mais credibilidade. Vide sua atuação durante a pandemia.

    Responda
  2. Nilton Silva

    E o caos que essas pessoas viciadas causam ao seu entorno nas ruas onde moram não deve ser levado em consideração? Penso que sim.

    Responda
  3. Paloma Fonseca

    Sou favorável ao movimento antimaciomial, no sentido de destinar os doentes mentais às residências terapêuticas. No entanto, já li, na Folha, a posição de dois psiquiatras favoráveis a manter a opção da internação compulsória. Como boa parte dos dependentes químicos que vivem nas ruas têm algum tipo de transtorno psiquiátrico, acho importante manter essa opção de internação compulsória - os ricos fazem isso, por que quem vive na rua não teria esse serviço, ainda que involuntário?

    Responda
    1. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      A pergunta dele é se isso de fato funciona.

  4. Nádia Lardo Sanchez

    Trata-se de uma visão humanista do problema, o que, infelizmente, anda fora de moda.

    Responda
  5. Geraldo Franco

    Trabalhei como voluntário servindo sopa para pessoas em situação de rua, em uma ONG que, além da distribuição de sopa, resgatava aqueles que quisessem sair do álcool e da droga. Havia uma triagem séria, que durava semanas antes da ONG topar pagar a recuperação daquele assistido em uma instituição. A recuperação só dava certo porque tinha o ato de vontade. A pessoa tem que querer sair do fundo do poço. A pessoa tem que querer ser tratada.

    Responda
    1. Leonilda Pereira Simoes

      Ou ser convencida a querer ser tratada. Não é fácil entender para quem não está bem.

  6. juliana correa

    A pior alternativa é, além de ser dependente, protagonizar e suportar o espetáculo de horrores que produzem pelas calçadas. Isso não é opção, é doença.

    Responda
  7. GILBERTO AFONSO SANTOS FILHO

    Comentando e finalizando: O modo como uma sociedade trata os diferentes ou desiguais demonstra sua capacidade de conviver.

    Responda
    1. juliana correa

      Uma pessoa com câncer está diferente e deve ser tratada. O mesmo raciocínio se aplica aos viciados de rua - àqueles que se destroem à céu aberto.

  8. Lorenzo Frigerio

    No Reino Unido e em outros países europeus, o Estado fornece heroína, seringas e dependências seguras para consumo, e quem desejar superar essa vida pode iniciar tratamento com metadona. Isso preserva os drogaditos e previne furtos e roubos. Lembrando que a heroína só é cara como droga ilegal. O Estado não terá grande despesa encomendando a versão de procedência; aliás no Reino Unido ela é legal para tratamento de dor.

    Responda
    1. Leonilda Pereira Simoes

      Se alguns políticos de extrema direita e de direita lessem isso iam se contorcer e passar mal. Não entendem que humanidade deve ser exercida em relação a todos, não só aos que fazem parte de suas rodas pessoais. E que moradores de rua podem ser tratados por especialistas, não perseguidos e expulsos como coisas.

  9. GILBERTO AFONSO SANTOS FILHO

    O consumo de substâncias "psicoativas", também classificadas genéricamente como "drogas" e, por conseguinte, que causam dependência física ou psiquíca, não se restringe a esses têrmos. Históricamente, o ser humanóide fez uso de algum tipo dessas "substâncias", desde tempêros com ervas aromáticas e tubérculos a cogumelos alucinógenos. Alguns relatos apontam uma evolução no aspecto cognitivo, isso lá atrás há milhares de anos. Punir o consumo não está funcionando pelo visto.

    Responda
    1. elcio matos

      Décadas atrás, maconha e cocaína eram vendidas livremente em várias partes do mundo, inclusive no Brasil no início do século passado. Essas drogas só se tornaram viciantes nas populações quando o comércio legal tornou-se proibido. Ou seja, foram proibidas pelo temor ao vício e foi justamente a proibição o que atraiu seu consumo. Algumas pesquisas afirmam que o período em que a população dos EUA mais consumiu alcool foi durante a lei-seca nos anos vinte e trinta do século passado.

  10. Jose Alexandre Barbosa

    Pra gente que não tem que conviver com seus mais hábitos funciona

    Responda
  11. PAULO VAGNER FONSECA

    Muitos dos que querem e procuram ajuda não conseguem se recuperar. Imagino o índice dos que não querem. A intervenção in loco, pelo menos no início, parece ser uma boa estratégia.

    Responda
  12. MARCIO Gionco

    Acho que as decisões precisam ser orientadas tecnicamente, são vidas, não há espaço para amadorismo, nem para deixar do jeito que está. Se tem dinheiro para o Banco Master, como não tem para isso ??

    Responda
    1. Leonilda Pereira Simoes

      Quem governa a cidade e o estado? Não estão nem um pouco preocupados com os que precisam de ajuda ali. Só pensam em usar o dinheiro do orçamento agradar a classe média conservadora e os evangélicos. Gostam muito dos evangélicos, isso é certo. Em alguns estados, como SC, os moradores de ruas são expulsos da capital pra não atrapalharem o turismo. Para quem busca o voto dos religiosos, não mostra humanidade.

  13. Marcos Malta Campos

    Tendo a concordar com vc, Ruy

    Responda
  14. elcio matos

    A melhor forma de ajudar dependentes químicos das cracolândias é impedindo que tenham acesso às drogas que de uma forma ou de outra sempre chega às ruas. Sem drogas, o usuário não terá outra saída que não seja ajuda terapeutica. Mas o tráfico é uma indústria poderosa pois entre seus sócios não estão apenas os chefões do crime, mas também policiais pagos por nós justamente para combater o crime. Por isso a droga sempre vai chegar pros usuários das centenas cracolândias.

    Responda
  15. Celia Moura

    Drauzio Varella defende a internção compulsória em determinados casos. Ele chegou a afirmar: "Que dignidade tem uma pessoa jogada na sarjeta?". Tendo a concordar com ele.

    Responda
  16. Giovani Ferrari

    Qual política pública foi implementada há 20 anos para diminuir novos dependentes químicos ? Se pretendemos resolver o problema da doença química, o primeiro passo é evitar a entrada de novos dependentes. Não conseguir resolver a entrada de novos dependentes apenas estaremos trocando o cpf de usuários de drogas … Hoje com idade entre 18 e 34 anos para os dependentes químicos em situação de rua nos mostra que o problema será resolvido iniciando uma política pública evitando ter novos usuários.

    Responda
  17. PAULO CURY

    Se cada leitor que conxorda com o Ruy pegar um e levar para casa vai faltar cracudo O problema é o problema de sempre, muita conversa e pouca ação Para mim tem que serem removidos involuntariamente, ja que não tem ninguém por eles, e internados em um clinica de recuperação E seja o que deus quiser, mas é melhor que na riua

    Responda
  18. Raymundo de Lima Lima

    Exato. Parece q os drogadictos d rua despertam dois tipos d atitudes d gestores públicos: aqueles q no fundo adorariam aplicar medidas truculentas ou estúpidas,cheias d ódio,em nome Disso ou Daquilo, ancoradas numa pseudo-clinica reabilitação. Outra atitude é reconhecer tal complexidade, daí exigir ações complexas para minimizar a situação-limite destas pessoas. Ignorantes e extremistas-d estão prontos pra difamar,produzir fakenews, etc...Onde estão as pesquisas científicas e experiencias posit?

    Responda
  19. José Luiz Alves da Silva

    Bom dia! Infelizmente este é um problema grave e não existe uma única forma de abordá-lo... Uma vida degradada, sendo usada de forma inescrupulosa por traficantes que precisa ser resgatada. Assim, quanto mais humanizado for o tratamento, mais correto será. Entretanto, não fazer nada, seria omissão também. Acompanhar os casos de internação e divulgá-los é um meio de fazer um controle e corrigiir excessos.

    Responda
  20. Joao Pinheiro

    Sinceramente, não tenho conhecimento suficiente para propor alguma solução minimamente eficiente para o problema do vício em drogas pesadas. Levei um bom tempo para me livrar do cigarro, e tive que fazer meu caminho sozinho, encontrando uma maneira que deu certo para mim, não sei se daria para outros. O vício em outras drogas pesadas é extremamente mais complexo e eu gostaria muito que as políticas públicas fossem pensadas de forma muito criteriosa para encontrar soluções duradouras.

    Responda
  21. Mozart Cabral

    Trata-se de de um fenômeno complexo, multifatorial: social, familiar, pessoal e da substância química específica envolvida na dependência do usuário. Atitudes policialescas medicamentosa não são soluções. É necessário um debate amplo na sociedade para entendermos melhor esse universo imerso ainda em preconceitos. Afundamos em um mundo cheio de injustiças sociais, exclusões nas formas neoliberais do mundo do trabalho, corrupções crônicas dos gestores do Estado falido dominado por máfias etc.

    Responda
  22. JANIO DAS NEVES CAMARA

    É espantoso ainda essa questão ser polêmica. O viciado não tem controle da sua dependência. Como ele vai fazer o melhor para ele? Nestes casos eles não conseguem tomar a melhor decisão, prejudicando mais ainda a sua vida e a vida de quem está próximo deles. Portanto, alguém tem que tomar a decisão por eles.

    Responda
  23. José Cardoso

    Esse raciocínio é ótimo se os cracudos estão longe da rua em que moro, estudo ou trabalho.

    Responda
  24. Gabo Franca

    Excelente texto, esclarecedor

    Responda
  25. Florentino Fernandes Junior

    O drauzio falou em coluna q o vicio de crack acaba mais facil q o de cigarro, é so internar

    Responda
    1. José Cardoso

      É verdade. Falou que pela sua experiência no Carandiru, os viciados em crack passavam mal de início mas rapidamente se acostumavam com a ausência da droga. Com o cigarro era mais difícil.

    2. Gabo Franca

      Ou não leu ou não entendeu

De que você precisa?

Copyright Agora. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Agora.