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  1. Taniara Aguiar de Souza

    Obrigada Folha. Foi essa pesquisa que sugeri que apresentassem como contraponto à reportagem sobre a pesquisa do FGV Ibre. Mas, precisa ser uma reportagem mais detalhada com mesmo espaço e manchete que à citada. Publicada como um artigo na secção de opinião, retira-se dela a força de confrontação com os dados apresentados na outra pesquisa e a mesma visibilidade, para que o leitor se aproprie de informações e dados inerentes a nossa realidade de trabalho.

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  2. JORGE CESAR BRUNO

    O que se pede e clama, e dar um pouco mais de dignidade e respeito ao principal ativo de toda empresa, fábrica e fazenda, seus trabalhadores! O resto e adequação a nova realidade!!

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  3. JORGE CESAR BRUNO

    Toda mudança causa medo do desconhecido, certamente com o décimo terceiro e as férias, argumentos semelhantes foram usados, e jamais nos esqueçamos que a libertação dos escravos iriam acabar com a economia da época! E óbvio que a diminuição de 44 para 40 horas já foram implementadas por países como Chile, Colômbia, México, e a união europeia diminui para 36 horas, com outra realidade, claro!! Aumento da produtividade e evidente, é só o empresariado aprender a dividir mais e concentrar menos!

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  4. Amauri Soares

    Creio que haverá aprovação, já que estamos em ano eleitoral. Mas como muita coisa, aprovam e depois a gente lida com possíveis estragos.

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    1. LUIZ ANTONIO DE ANDRADE

      Pô, você não leu a coluna?

  5. Adriano Souza Senkevics

    Excelente coluna. Além de demonstrar a viabilidade da redução da jornada de trabalho, os autores apontam com bastante cautela quais são os custos associados e onde o poder público poderia atuar para ajudar a absorvê-los.

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  6. José Cardoso

    Ótimo artigo, descendo a detalhes. E também por mencionar o pai da criança, o vereador carioca Rick Azevedo. Se filho feio não tem pai, a paternidade de filho bonito é disputada a tapa.

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  7. Thiago Cury Ribeiro da Silva

    Finalmente um estudo mais detalhado sobre o assunto do que os que até agora apareceram por aqui

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  8. antonio brito

    Por favor reescreva com infográficos. Muito falatório e pouca conclusão. Quais são os prós e os contras?

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    1. LUIZ ANTONIO DE ANDRADE

      O autor não pode fazer o milagre da criação da capacidade de interpretação. Para muitos, este artigo é como pérola aos porcos. Você está no lugar errado.

  9. Carlos Amorim

    Contas médias de setores ignoram que não há uniformidade entre eles. Em educação estão as universidades, onde raramente a jornada chega a 40 horas semanais, mas estao milhares de escolas de educação infantil, que funcionam por longos períodos diários (as vezes 11, 12 horas) e cujos trabalhadores fazem 44horas semanais.

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